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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

Crónicas da Cidade dos Leões

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Férias que reforçam laços!

Os últimos tempos tem sido intensos por aqui. Entre o trabalho e outros afazeres não temos nem tempo nem energia para mais e acabamos por colocar a pouca energia que nos resta no nosso filho. 

É uma benção termos tempo para brincarmos com ele todos os santos finais de tarde e vê-lo crescer. Mas, por vezes, dava jeito um familiar a quem o pudéssemos entregar uma hora ou duas para tratar de alguns assuntos mais importantes, como uma ida ao banco.

Na passada semana estivemos finalmente de férias juntos os três e soube-nos pela vida já que nem os fins de semana tem sido a três nestes últimos tempos... há sempre um dos adultos que trabalha... 

Foram umas férias sem grandes aventuras nem desvaneios. Passeamos muito mas aqui ao pé. Mas a verdade é que aproveitamos o máximo, com tempo para todos juntos, individualmente, em casal (depois de o bebê estar na cama, claro) e pai/mãe e filho. Foram umas belas férias para criar memórias e estreitar laços. 

E hoje, com o regresso ao trabalho, posso garantir-vos que me sentia como nova! E a vontade de ir buscar o menino e regressar no final do dia foi tão grande que quase corri para me despachar o mais depressa possível. 

E assim se passam férias que criam laços... e laços que criam memórias... e memórias que nos fazem crescer como pessoas! 

Um grande beijinho e até ao próximo post! 

Photo by Jessica Rockowitz on Unsplash

 

O Simbolismo da Páscoa

Gosto da Páscoa. Gosto das recordações que tenho dos almoços em família e das caças aos ovos improvisadas que as minhas tias imaginavam. 

Gosto do cheiro a Primavera que já anda no ar e das temperaturas que, mesmo em dias chuvosos, costumam ser mais amenos. Gosto das tradições, das visitas aos padrinhos, das missas da Semana Santa e daquelas amêndoas lilases nas quais já não toco à anos. 

E tudo isto entra no meu Simbolismo de Páscoa e que tento reproduzir todos os anos. A mesa composta e a comida deliciosa como se fosse uma homenagem à minha avó que tanto gosto tem nestes momentos. As flores presentes e alguns doces. 

Numa época em que parece efémero, em que tudo o pessimismo nos vence e na qual as notícias são tão pouco animadoras acho ainda mais importante ressuscitar, e criar, memórias de momentos felizes. E nem é preciso muito...

Não é preciso chocolates a preços exorbitantes ou decorações ou cozinhados mirabolantes, exceto se isso nos faz feliz e aí cada um faz o que quer e ninguém tem nada a ver com isso. O que é preciso é entrega, disposição e tempo. Vontade de estar junto e muito amor para dar seja numa família de 2 ou de 10

Porque acredito que é no amor aos nossos que ganhamos força e motivação para levar amor a quem e ao que está à nossa volta. E se, de facto, não vamos conseguir acabar com uma guerra ou com a fome no Mundo seremos com certeza capazes de reconstruir pessoas, começando pelo coração de quem sofre. 

Votos de uma Santa Páscoa para todos!

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As músicas da minha vida

Desde pequena que adoro música. Foi-me, durante anos, impossível viver sem o rádio ligado. Era o meu acordar e o meu adormecer na adolescência, a minha companhia no carro nos anos de vida adulta. 

Tenho um talento para decorar letras e reconhecer músicas nos primeiros acordes. 

Ao longo da minha vida fui criando uma espécie de Playlist, de Banda Sonora Original. Cada música me recorda um momento ou uma determinada altura. 

"Aprender a ser feliz" dos portugueses Pólo Norte para o final da infância, "Otherside" de Red Hot Chilli Peppers para uma das mais marcantes atividades dos escuteiros que vivi na minha vida (um dia falar-vos-ei disso) ou "On Top of the world" de Imagine Dragons aquando da minha decisão de emigrar. 

A elas se juntaram tantas outras como "Another Day of Sun" da banda sonora do filme La La Land, que foi a música de abertura da boda do meu casamento ou "My Universe" de Coldplay & BTS que me faz pensar no meu filho. 

E, quando ouço qualquer uma dessas músicas (que já são tantas), me lembro de momentos, me motivo, choro ou sorrio. Como se estivesse lá outra vez... mas sempre sabendo que é para a frente o caminho. 

E por aí, quais são as músicas da vossa vida? 

marius-masalar-rPOmLGwai2w-unsplash.jpgPhoto by Marius Masalar on Unsplash

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Recordações da Faculdade

Este ano comemorei 10 anos de conclusão do meu curso. 10 anos representa pouco menos de um terço da minha vida. 

Recordo com saudades alguns dos momentos que vivi ao longo daqueles 5 anos de curso. A vida em Lisboa que me parecia cheia de vantagens e nenhum inconveniente (a visão de uma miúda nascida e criada num vilarejo de campo deslumbrada pela cidade e as oportunidades que lhe oferecem), os amigos, os passeios pelo Chiado ou as tardes passadas nas praias da linha, os arraiais académicos e as patuscadas na residência de estudantes. 

Ao longo destes anos deixei para trás muitos dos amigos da altura. Alguns deles perdemos contacto mal deixamos de frequentar as aulas, outros foram-se eclipsando ao longo dos anos muito devido à distância e aos diferentes estilos de vida. Outros ainda se vão mantendo mas cada vez mais distante e cabem nos dedos de uma mão aqueles que ainda lá estão sempre, cuja distância não afastou em momento algum. 

Se me dessem a oportunidade de voltar atrás e ir lá passar uns dias diria facilmente que não, por muito que as memórias sejam boas considero que tenho a vida que construí e que o meu lugar é aqui e agora. Mas que dá uma nostalgia do caraças aperceber-se que os anos passaram a voar, lá isso dá... 

E por aí, qual o momento das vossas vidas que vos deixa mais nostálgicos?

jason-briscoe-7hWWmv_A_v0-unsplash.jpgPhoto by Jason Briscoe on Unsplash

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Meu Querido Mês de Agosto

Gosto do mês de agosto.

Não que seja o meu mês preferencial de férias até porque prefiro alturas do ano onde haja menos gente nos principais pontos turísticos e adoro a calma da cidade neste mês. Gosto sobretudo de Agosto por aquilo que representa para mim.

Em miúda era o mês das férias a sério. Enquanto em Julho havia ATL e consequentemente horários, Agosto era mês de ficar por casa e passar a tarde a dar passeios com as amigas.

Depois eram as noites de festas da minha vila. O som nas ruas, os dias quentes e as noites frescas típicas daquela região do Ribatejo. O cheiro a eucalipto usado nos telhados das barraquinhas, o fogo de artifício, a procissão de Domingo e as típicas cavalhadas de Segunda Feira à tarde sob um Sol abrasador.

Por fim, enquanto os dias passavam tranquilos. lá chegava o final do mês e com ele o aproximar do início da escola. E é esse momento tão propício a recomeços que o final de Agosto me representa... e como gosto desta sensação.

Porque ele é o "desfilar de dias" leves e sem muita confusão antes da retoma de uma vida corrida, tão longe do ritmo tranquilo deste mês do ano.

E por aí, qual a vossa relação com o mês de Agosto?

Um grande beijinho e até ao próximo post!

cathy-vanheest-JvSvjXoHkwA-unsplash.jpgPhoto by Cathy VanHeest on Unsplash

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Um pensamento nos avós

Tive a sorte de ter crescido lado a lado com os meus avós. Tenho ainda mais sorte de, aos 32 anos de idade,  contar com 3 deles ainda na minha vida. 

Foi-me permitido partilhar com eles momentos tão especiais como a minha entrada na faculdade, a minha licenciatura e o meu casamento. Os três com os seus problemas de saúde mas presentes e a aproveitarem o momento. 

Hoje em dia a distância física que já existia por eu viver longe triplicou devido às restrições de viagens e isolamento social. Se ainda há um ano ir a Portugal era relativamente fácil e barato, as coisas complicaram-se depois e não estão sequer perto de melhorar... 

A verdade é que, desde há alguns tempos, a ideia do "será que ainda os volto a ver?" me atormenta um bocadinho. E por isso mesmo tento compensar isso com mais telefonemas regulares e videochamadas (quando existe a possibilidade de um intermediário). Não equivale nem de perto nem de longe a um beijo e um abraço apertado mas pelo menos já aquece um bocadinho o coração e dá aquela ideia de estar próximo, mesmo longe. 

E os nossos avós estão a sofrer com esta solidão forçada, muitas vezes complicada pela impressão de que deixá-los seguros é deixá-los isolados. 

O que vos quero deixar hoje é uma lembrança para ligarem aos vossos avós, ou para visitá-los com cuidados mas com carinho. Porque os nossos avós, que nos ajudaram a construir tantas memórias, também precisam delas para viver e nós somos a maior prova viva de muitas dessas recordações.

E em época de interdição de afetos físicos que os sentimentos deixem de ser expressados. Porque todos nós precisamos uns dos outros especialmente daqueles que nos são tanto.  

E vocês já pensaram nos vossos avós hoje?

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Photo by Sheggeor laker on Unsplash

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10 Programas de entretenimento dos anos 90, que eu adorava!

Não sei se é da mansidão do mês de Fevereiro mas tenho-me deixado levar, a valer, pelas minhas recordações. Decidi partilha-las convosco porque não devo ser a única a já não poder ouvir falar no nome do bicho "cujo nome não deve ser pronunciado" e porque espero poder deixar-vos com um sorriso nos lábios e, quiçá, vos fazer relembrar tantas recordações felizes. 

Se aqui há uns dias vos propus um post sobre cinco dos meus doces preferidos em criança hoje falo-vos de televisão.

(Sim, sim... os nossos pais andavam no limite dos maus tratos infantis por esta altura (Pai, Mãe... sei que são leitores assíduos deste espaço e garanto-vos que estou só a brincar... aliás vocês sabem que eu vos adoro! )). 

 

Então convido-vos a entrar nesta máquina do tempo e vamos lá até à televisão dos anos 90! 

 

- Jogos Sem Fronteiras:

E não podia deixar de começar esta lista por um clássico dos clássicos.

Os Jogos sem Fronteiras eram um programa estival muito no formato de Jogos Olímpicos onde os países concorrentes tinham de ganhar provas e acumular pontos. Os apresentadores de serviço nos anos 90 eram Eládio Clímaco e Fialho Gouveia.

Cada emissão contava com equipas provenientes de cidades diferentes de cada pais representado. Os países eram todos europeus exceto em 1992 onde houve uma participação da Tunísia. 

Este programa, inicialmente pensado pelo General Charles de Gaulle, foi criado em 1965 e a primeira participação portuguesa deu-se entre 1979 e 1982 com um interregno de alguns anos até nova participação entre 1988 e 1998.

Em 2007 a European Broadcasting Union anunciou uma nova edição do programa mas devido à crise económica de 2007 e 2008 essa edição nunca viu a luz do dia. 

O nosso país contou com 15 participações no total e dessas cinco foram vitórias. O único país que teve uma prestação melhor que a nossa foi a Alemanha (16 participações com 6 vitórias). 

- Chuva de Estrelas:

Passamos agora à estação de Carnaxide que nos apresentou alguns dos mais memoráveis programas de sempre da televisão portuguesa. 

O primeiro de que me lembro foi o Chuva de Estrelas, que contou também com um formato infantil a que se deu o nome de Mini-Chuva de Estrelas.

Este programa teve a sua estreia em 1993 com a apresentação da querida Catarina Furtado e foi ganha nada mais nada menos do que pela talentosa Sara Tavares. 

Deste programa saíram ainda outros nomes bem conhecidos do panorama nacional como é o caso de João Pedro País, João Portugal (ex-Excesso) ou Sofia Lisboa (ex Silence 4). 

- O Juiz Decide:

Este programa era aquele que estava a dar quando chegava da escola e é daí que guardo a memória. 

Ele foi campeão de audiências entre 1994 e Setembro de 2001 e contava com um Juiz (Ricardo Velho) que julgava os casos e a apresentação ficava a cargo de Eduarda Maio. 

Inicialmente este programa tinha como pretensão ser composto de casos reais com pessoas reais mas, pelo facto de que aqueles que perdiam as causas se recusarem a assinar a autorização de direitos televisivos, foi rapidamente substituído por casos fictícios. 

- Ponto de Encontro:

Outro programa que me lembro bem, especialmente pela voz doce do apresentador Henrique Mendes e pelo fato das pessoas se materializarem em palco (as crianças encantam-se com pouco). 

A ideia deste programa, que estreou em 1994 e manteve-se no ar até 2002, era voltar a reunir pessoas que separadas por razões políticas e/ou sociais. 

- All You Need is Love:

Este programa que se manteve no ar entre 1994 e 1997 e que foi inicialmente apresentado por Lídia Franco e de seguida por Fátima Lopes (e que coincidiu com a grande revelação desta última na televisão portuguesa) tinha como objetivo provocar encontros ou reencontros entre pessoas que não conseguiam encontrar a sua cara metade ou que, pelas mais diversas razões, tinham perdido o contato. 

 

- Big Show Sic:

Este foi o programa que apresentou João Baião, até então um ator da companhia de Filipe La Féria, ao grande público. 

Este programa semanal que teve a sua estreia em 1994 foi criado por Ediberto Lima e pretendia dar voz aos cantores de música popular (pimba para os amigos) na televisão. 

Este programa que contava com um grupo de bailarinas exuberantes e com um macaco Adriano de seu nome e contava com concursos, rábulas e muita música. 

De todas as frases que podemos recordar com carinho o célebre "Dona Albertina pode ir agora fazer o seu xixizinho" é provavelmente das mais engraçadas. 

 

- Top +:

Este programa era a nossa companhia dos Sábados à tarde depois do noticiário da uma. Apresentado inicialmente por Catarina Furtado, dava-nos a conhecer os tops de vendas de discos em Portugal, em colaboração com a Associação Fonográfica Portuguesa.

Este programa foi descontinuado em 2012 após 16 anos de existência já sob a apresentação de Francisco Mendes e Isabel Figueira. 

 

- Ai Os Homens!

Este programa, que se manteve em cena entre 1996 e 1998, era um concurso exclusivamente masculino cujo júri do sexo feminino pois claro, levava à vitória o concorrente mais bonito, mais sexy e mais divertido do programa. 

Entre os splashs na piscina e o striptease da prova final o conteúdo era hilariante. 

 

- Buereré: 

Visto que este post é sobre os programas que vi-a na minha infância faltavam cá os programas infantis. 

Começo com o Buereré apresentado por uma Ana Malhoa muito mais jovem e com um estilo diferente do que tem hoje em dia. 

Este programa lançado em 1994 foi um tal sucesso de audiências que rapidamente se criou uma nova versão especial para as manhãs de fim de semana e à qual se deu o nome de Super Buereré

Dele faziam parte vários convidados, especialmente musicais, e muitas personagens "residentes" como a Vaca Ré-re e o Boi Ré-ré e o Sapo Filipe entre outros. 

- Batatoon: 

Para acabar em beleza no que a programas infantis diz respeito era impossível não falarmos deste programa criado em 1998 e que tinha como objetivo fazer uma mistura entre cenas de circo, desenhos animados e concursos e era apresentado pelos palhaços Batatinha (António Branco) e Companhia (Paulo Guilherme). 

Esta dupla, que já tinha apresentado anteriormente, o programa Circo da Alegria (1992) na RTP e Vamos ao Circo (1994-1997) na TVI, acabou por se zangar em direto o que ditou o fim do programa em 2002.

Batatinha voltou à cena em 2006 com um novo formato de Batatoon mas desta vez a solo.

Com o fim definitivo do programa a marca Batatoon passou a estar ligada a um circo de atrações cujo anfitrião ainda é António Branco. 

De todas as coisas que este programa nos deixou na memória o "Comando na mão e carrega no botão" e os parabéns são os mais marcantes. 

 

E esta viagem pelo tempo trouxe-vos boas recordações? Lembram-se destes programas? E que outros vocês gostavam de ver? 

Fico à espera da vossa resposta nos comentários e até lá um grande beijinho e até ao próximo post!

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5 Guloseimas da minha infância!

Nasci no final dos anos 80 e, por isso, passei a infância nos anos 90. 

De todas as coisas de que me podia recordar vieram-me à memória os meus doces favoritos.

Escolhi apenas cinco e bem que podiam ter vindo muitos mais. Sinceramente nem sei como chegamos à idade adulta com tanto açúcar que comíamos  

Bem, brincadeiras à parte, algumas destas guloseimas duram até hoje mas outras ficaram perdidas lá para trás. 

Vejam lá se também se lembram?

 

Push-Pop:

Todas as crianças dos anos 90 se devem lembrar dos push-pop. Estes chupa-chupas vinham dentro de uma espécie de batom o que lhe permitia ir comendo ao longo do dia. 

De memória o sistema servia sobretudo para nos deixar as mãos sujissímas! 

 

Cigarros de Chocolate de Leite:

Este é dos poucos itens que tenho a certeza que já não existe no mercado.

Mas a verdade é que os cigarros de leite foram, contra todas as estatísticas, os únicos cigarros que consumi na vida e eram deliciosos! 

 

Chocolates Galak:

Uma daquelas delícias que marcaram a minha infância e pelas quais era apaixonada.

Os Galak tinham uma forma de discos de chocolate branco e um saquinho com um golfinho. 

Calculo que ainda estejam à venda, nem que seja em forma de tablete de chocolate, mas a verdade é que ao longo dos anos fui perdendo o interesse pelo chocolate branco. Mas continuo a guardá-los como uma boa recordação! 

 

- Finibons:

Os finibons foram o meu devaneios de início de adolescência, pelo que podem parecer temporalmente distantes dos outros produtos de que falo no texto, mas sim eles apareceram nos anos 90. 

Para quem não se lembra esses "rebuçados" eram muito doces mas quando o revestimento exterior se partia eram bem azedos! Mais uma excelente recordação! 

Petazetas:

Depois dos finibons mais uma coisinha que picava nesta lista. As petazetas eram dos meus doces favoritos não porque soubessem bem, a ser honesta mal me lembro do gosto, mas porque adorava os estalinhos na boca! :)

E por aí, quais os vossos doces de infância preferidos? Lembram-se destes?

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2020 O Ano C: Casamento e COVID

2020 já vai quase no fim (e sim, estamos todos desertinhos por vê-lo pelas costas) mas foi um ano que, apesar do seu grau de dificuldade, não foi mau para nós. 

Começámos com enormes planos para o nosso casamento que podemos celebrar apenas alguns dias antes do Mundo dar uma volta de 360º. Só por isso 2020 já ficará para a história da minha existência como um ano bom. 

Depois veio o confinamento, as horas fechadas em casa e/ou no hospital. Apesar de nos termos desde o início preparado para a eventualidade de um de nós ficar doente em algum momento (ossos do ofício...) temos passado pelos pingos da chuva... o que em si já é motivo de gratidão. 

Em Maio passei por uma cirurgia que se complicou um bocadinho (nada demais) e, felizmente, em Julho podemos aproveitar alguns dias na magnifica cidade de Avignon para namorar um bocadinho (já que a Lua de Mel, como devem imaginar, foi bastante original...). 

Em Setembro podemos visitar as nossas famílias e, ao longo do ano, ver alguns amigos mesmo com restrições e distanciamento social.

Pelo caminho, e mesmo com dois meses de confinamento de Março a Maio e um segundo confinamento no final do ano, ainda conseguimos cumprir a maioria dos nossos objetivos. 

Foi um ano também difícil e de algumas deceções, foi um ano de tudo em nada. Foi um ano onde nos desiludimos com algumas pessoas, não podemos abraçar os que amamos e um ano onde a distância entre Lyon e Lisboa quase que triplicou. Foi um ano onde o valor da amizade e da paciência nos foi ensinado à força mas mesmo assim estou-lhe grata por tudo o que nos trouxe e ensinou! 

E vocês, como está a ser o vosso balanço de final de ano? Mais ou menos positivo ou muito negativo? 

Beijinhos e até ao próximo post!

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Os presentes que desapareceram...

Post n.º 19 do Calendário do Advento da Nala

Aqui há uns anos atrás todos tinhamos direito às cuequinhas, ao par de meias e aos famosos after-eight debaixo da árvore de Natal. 

Ao longo dos anos essa "piada de Natal" foi sendo apagada da nossa memória à medida que a tia velhinha, a vizinha ou o primo afastado foram, também eles, desaparecendo na nossa vida. 

Se o Natal é história, fazem parte dela todas as pessoas que já cá não estão e que tanto nos fizeram sorrir com as suas histórias contadas em frente à lareira, as suas gargalhadas à volta da mesa enquanto nós, em crianças, faziamos disparates e maluqueiras juntamente com os primos e primas. 

Que neste Natal tiremos do baú as nossas memórias e as nossas mais belas recordações. Porque mesmo as pessoas em falta tem um lugar na nossa mesa, bem dentro do nosso coração! 

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Photo by Erica Marsland Huynh on Unsplash

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