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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

Crónicas da Cidade dos Leões

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Os Contos de Natal viraram livro :)

Lembro-me exatamente de quando nasceu esta história. Estavamos em pleno mês de Dezembro e, com o apoio incondicional daquele que viria a ser meu marido, escrevi este conto depois de dias e dias de tentativas vãs. 

E aquele texto tornou-se mais uma palavra num conto que foi muito mais longe do que alguma fez pensámos. 

Já dizia Pessoa "Deus quer, o Homem sonha e a obra nasce". Neste caso a imaginação e capacidade de mobilizar pessoas da querida Isabel e a energia e força de vontade do José deram origem a esta obra. 

E o talento da querida Olga embelezou ainda mais a coisa.  E estes três estão mesmo de Parabéns!

Por minha parte é um orgulho ter contribuido um bocadinho para este livro mas é sobretudo o fazer parte desta família que me deixa mais rica! Porque sim, os nossos contos foram juntos e deram origem a um livro! 

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Os Quatro Acordos Toltecas

Olá a todos!

Em primeiro lugar fico feliz por vos encontrar neste ano de 2021!

Aproveito a ocasião para vos desejar um excelente Ano Novo cheio de saúde, paz e amor e que todos os momentos menos bons (porque os haverá) sirvam para nos fazer crescer e aprender.

E foi neste espírito de crescimento que li o livro "Os quatro acordos toltecas" (a) de que hoje vos quero falar. 

Este livro estava na minha lista há já alguns anos mas nunca tinha tido a possibilidade de o ler .

Não é de todo uma novidade pois já foi escrito em 1997, mas voltou "à berra" há apenas alguns anos atrás. Foi escrito por Don Miguel Ruiz, um professor e "xamã" mexicano que publicou várias obras literárias sobre a cultura tolteca.

Os toltecas eram um povo nómada que se desenvolveu no México entre os anos 900 e 1200 da nossa era. Eram conhecidos como "artistas" ou "construtores" e são conhecidos por serem os "pais" de todas as outras culturas. 

No seu livro, o autor defende que cada um de nós cumpre os "acordos" que fez consigo mesmo, com os outros, com Deus ou com a vida e dos quais nem sempre nos damos conta. O livro convida-nos a substituir pouco a pouco cada um desses acordos, que nem sempre nos fazem bem, pelos quatro acordos (ou compromissos)* toltecas. 

Vamos abordá-los já de seguida: 

 

- "Que a tua palavra seja impecável":

Na cultura tolteca a palavra é conhecida como uma arma poderosa e por isso devemos utilizá-la com cuidado.

O autor convida-nos a refletir sobre a forma como falamos com os outros mas também conosco e sugere-nos que a utilizemos de uma forma exemplar, dizendo sempre a verdade e usando sempre a palavra com amor e sabedoria. 

 

- "O que quer que aconteça não o leves no sentido pessoal":

Não temos a responsabilidade dos atos dos outros. O que cada pessoa escolhe dizer ou fazer depende apenas de si própria, dos seus medos e escolhas. 

 

- "Não faças suposições":

Este livro leva-nos numa reflexão sobre a necessidade de fazer as perguntas necessárias e de exprimir exatamente o que queremos. 

 

- "Dá sempre o teu melhor":

Ninguém é obrigado a ser perfeito mas devemos sempre ter consciência de que, naquele momento, fizemos o melhor que podiamos com as circunstâncias existentes. 

 

Pessoalmente achei estes pontos interessantes não no sentido do julgamento de si mesmo, porque nem somos capazes de cumprir tudo bem o tempo todo e muito menos somos santos, mas como um pequeno filtro para momentos de crise e quando temos escolhas a fazer. 

Em todos os casos este resumo não passa disso mesmo e deixo-vos o convite, caso o tema vos interesse, de lerem o livro na integralidade. 

E por aí, já leram este livro ou nem nunca tinham ouvido falar? 

Um grande beijinho e até ao próximo post. 

Notas:

Fonte para a definição de toltecas e a bibliografia de Don Miguel Ruiz: Wikipédia

*Acordos Toltecas ou Compromissos Toltecas são dois nomes possíveis para o livro e depende apenas da tradução

(a) Esta ligação NÃO é uma afiliação. 

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O Natal e o Hygge

Post n.º2 do Calendário do Advento da Nala

Hygge é uma palavra que aparece em vários dos meus posts e que, para mim, combina de forma muito intima com Natal. 

Para aqueles que não conhecem este principio de origem dinamarquesa este consiste numa filosofia de vida que promove a alegria, o bem estar e a positividade especialmente durante os longos invernos dinamarqueses.

Para atingir estes objetivos promove-se que se aproveitem plenamente todos os pequenos prazeres do quotidiano como um jantar caseiro com os amigos, o livro que lemos debaixo de uma mantinha e o cheiro de uma boa caneca de chá. 

Os adeptos do hygge são defensores de que esta forma de viver deve ser praticada através de um ambiente propício e confortável e é aí que entra o Espírito de Natal.

Acender velas, calçar uma meias quentinhas, aproveitar a companhia da família ou dos amigos pertinho de uma fogueira, preparar uma boa refeição, saborear um bom copo de vinho e privilegiar momentos de conexão de grupo, como os jogos de sociedade em detrimento dos telemóveis e da internet são parte integrante da cultura hygge e que podem ter também um espaço importante nas nossas vidas, especialmente nesta época e neste ano tão especiais. 

Se quiserem saber mais sobre o principio do hygge aconselho-te a ler "O Livro do Hygge" de Meik Wigging. A Wook disponibiliza ainda muitos outros livros sobre o tema e que podem ser excelentes presentes de Natal, especialmente num ano onde ficar em casa foi uma realidade. 

E vocês, conhecem o princípio do hygge

Até amanhã para mais um post do Calendário do Advento da Nala!

hygge.jpg

Photo by Mael BALLAND on Unsplash

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O Melhor da Estação #Outono 2020

Sim, sim: O Outono ainda não acabou mas devido ao Calendário do Advento da Nala que começará na próxima Terça-Feira decidi antecipar este post de que gosto tanto. 

Já que falei no Calendário do Advento aproveito para vos fazer um resumo do que se vai passar. Serão 25 posts em 25 dias com temas variados sobre o Natal. Mas não estou sozinha nesta aventura já que alguns amigos de outros blogs do Sapo se juntaram a mim nesta brincadeira! Por isso a partir de dia 1 já sabem...  E se quiserem saber mais os posts do Calendário do Advento 2019 continuam disponíveis aqui

Quanto aos favoritos deste Outono trago-vos 5 coisas que adorei ler/ouvir/ver durante os três últimos meses. Espero que gostem e que vos dê ideias, caso precisem de algumas :)

Em primeiro lugar gostaria de vos falar do documentário "Social Dilemma". Tinha alguma curiosidade em vê-lo e, apesar de já conhecermos muitos dos pontos abordados, nunca é demais relembrá-los e repensar a relação risco/benefício que as redes sociais têm na nossa vida. E sim, como devem calcular este documentário pende muito para o lado do risco! 

 

Em segundo lugar a série Emily in Paris (sobre a qual até escrevi um post aqui). Este série é leve, solta, fresca... ideal para dar uma boas gargalhadas e sonhar com o glamour quase perdido da cidade de Paris. 

Se ainda não viram é uma boa alternativa para estes dias frios. 

imagem: MSN

Em terceiro lugar o podcast do Terra Maya da Filipa Maló Franco. Admito que tinha muitos preconceitos em relação a este podcast especialmente porque na minha cabeça a imagem da Filipa continua a ser a imagem da Clarinha da série Super Pai. 

Mas sou obrigada a admitir que, apesar de nem sempre estar de acordo com a Filipa sobretudo por termos experiências de vida tão dispares, adorei o seu podcast e recomendo a toda a gente que se interesse por temas como psicologia, espiritualidade e por aí fora. Pessoalmente fiquei rendida e só me arrependo de não o ter ouvido mais cedo... 

imagem filipamalofranco.com

 

E para o fim deixei os livros de que gostaria de vos falar. O primeiro é o romance Segredos de Amor e Sangue de Francisco Moita Flores. 

Este livro leva-nos até à Lisboa do século XIX e apresenta-nos a vida de gente pobre e honrada numa Lisboa cheia de ladrões e contrabandistas, muitos analfabetos, dividida em Miguelistas e Liberais e marcada pelos misteriosos assassinatos do Aqueduto das Águas Livres. 

Um livro que li há uns anos atrás e que me encantou particularmente nesta "redescoberta". 

O segundo livro chama-se A Grande Magia: descubra a criatividade e viva em pleno da autoria de Elizabeth Gilbert (que conhecemos sobretudo pelo seu romance "Comer, Orar, Amar"). 

Este livro fala sobre a busca pela criatividade, ou a forma como a criatividade nos encontra, e têm escritas nas suas páginas tanta verdade, tantos pontos importantes que nos esquecemos quotidianamente e que nos lembram o quão importante é estarmos dispostos a receber o que a vida têm para nos dar! Se ainda vos faltam alguns presentes de Natal esta pode ser uma bela opção!

Ainda para mais a WOOK.PT está com grandes descontos entre 20 e 50% de desconto e portes grátis! 

E por aí, quais foram as grandes descobertas que gostariam de partilhar connosco? O que mais vos fez sonhar e aquecer o espírito agora que o frio aperta? 

Fico à vossa espera nos comentários! E até lá um grande beijinho!

 

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Ser introvertido não é um problema #2

E cá estamos nós para continuar a nossa viagem pelo livro O poder dos quietos de Susan Caen. Caso tenham deixado escapar a primeira parte desta minha análise basta seguir o link em laranja acima. 

Este livro, como vos disse no post anterior, esclareceu-me algumas questões sobre mim própria taís como o facto de gostar tanto dos meus amigos mas sentir-me tão cansada quando estão todos à minha volta ou a minha eterna vontade de ficar sossegadinha a ler na tranquilidade de casa em vez de sair para espairecer com os colegas de trabalho. 

Continuo a minha reflexão sobre o tema com a pergunta "o que fazer quando a nossa introversão pode ser um problema?"

Encontro-me eternamente a braços com esta pergunta...

Quantas vezes, independentemente das minhas certezas absolutas, não consegui argumentar decentemente e vi alguém que apenas falou mais alto e com mais convição conquistar a opinião da maioria das pessoas? Foram muitas, e algumas delas foram confrontos com pessoas muito próximas com personalidades maioritariamente extrovertidas. 

Ser introvertido é, no entanto, apenas um traço de personalidade e não nos deve, de forma alguma, impedir de abraçar desafios, de defender as nossas opiniões ou de não assumirmos compromissos ou responsabilidades.

Em primeiro porque um traço de personalidade não nos caracteriza e não pode servir de desculpa para não vivermos ou não lutarmos pelo que queremos e em segundo porque precisamos de ser apreciados, bem sucedidos e sobretudo sentirmo-nos bem na nossa pele.

E também não podemos esquecer que, tal como defendia Jung, ninguém é totalmente introvertido nem ninguém é totalmente extrovertido. Cabe a cada um de nós conhecer-se o melhor possível, acompanhar-se nas suas dificuldades e criar estratégias para avançar positivamente.

Um introvertido pode, por exemplo, sentir necessidade de criar espaços onde consiga reduzir os estímulos, seja fazendo pausas e tirando uns minutos para estar sozinho, sendo oferecer-se uma tarde para ler, estudar e refletir de tempos a tempos mas isso não o deve impedir de apresentar os seus trabalhos na faculdade, de defender a sua tese de mestrado ou juntar as pessoas que ama num evento especial, desde que isso lhe faça sentido.  

Isso é algo de que todos devíamos estar conscientes independentemente da nossa própria personalidade: falar pouco ou falar muito não é nem um defeito nem uma qualidade. Apenas traços de personalidade que coabitam em quase todos nós. 

O que me parece importante é aceitar tudo o que de positivo pode vir da introversão: a criatividade, a capacidade crítica e a avaliação prudente das oportunidades e das situações assim como o que é melhor na extroversão como a convicção, a capacidade de inspirar os outros ou a pró-actividade inata. 

E isso são verdadeiras forças para as pessoas que tem cada uma destas caracteristicas. 

Estes ensinamentos, que saem deste livro, podem ser grande apoio para lidar com este traço de personalidade, que pode ser tão pesado num Mundo onde se fala cada vez mais forte. E pode ser interessante como leitura quer sejas tu o "introvertido", quer seja o teu companheiro/a, um dos teus filhos, um amigo ou por ai fora. 

Se ficaram interessados desejo-vos uma excelente leitura! 

Um grande beijinho e até breve! 

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Photo by Elena Koycheva on Unsplash

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Ser Introvertido não é um problema #1

Sou tendencialmente uma pessoa quieta.

Gosto muito de estar com amigos mas sinto-me pouco confortável em grupos, adoro receber visitas em casa mas sinto-me pouco motivada a sair para lugares barulhentos. Durante muitos tempos considerei-me timida e cheguei mesmo a forçar-me a sair pois sentia-me "antissocial". 

Se com o crescimento me sinto cada vez melhor da minha pele, o livro "O Poder dos Quietos" de Susan Cain ajudou-me a perceber e a criar estratégias para lidar com esta minha falta de energia depois de interagir com muitas pessoas ou de ter estado em sítios barulhentos. 

Ouvi falar pela primeira vez no livro "O Poder dos Quietos" numa emissão do Ted Talk que contou com a participação da autora.

Se o conceito de introversão/extroversão não é novo, aliás foi um dos pilares essenciais das pesquisas do famoso psicólogo Carl Jung, a verdade é que há cada vez menos espaço para as pessoas com tendência à introversão, desde a escola até aos corredores das grandes empresas onde o trabalho em "open space" e as redes de contactos são a atualidade. 

Mas se, tal como eu, também tu te sentes como um peixinho fora de água muito por causa da inaptidão de estar à vontadinha em público tens de ler este livro que está cheio de exemplos de sucesso de pessoas altamente bem sucedidas (e conhecidas) e que conseguiram criar estratégias para brilharem neste Mundo onde se ouve mais quem fala alto do que quem fala certeiro.

Só para citar alguns nomes temos Bill Gates, Al Gohe, Eleanor Roosevelt ou J.K. Rowling

Estas pessoas que tão bem conhecemos foram obrigados a falar para grandes grupos, gerir empresas, fazer apresentações ou dar entrevistas. O seu segredo, no geral, é permitir-se voltar à sua "bolha" para recarregarem baterias e apreciar esses momentos, não como um calvário mas como uma benção. 

Um dos exemplos mais marcantes do livro é o de Brian Little, professor catedrático americano, que apesar de ser um grande introvertido é um excelente orador. Para o Professor Little, a motivação de partilhar um tema que o apaixona é o seu motor para uma apresentação plena e cheia de bom humor mas, depois dela, precisa de voltar ao seu espaço de calma para se estabelecer. 

Em resumo o que o livro defende é que ao contrário do que pode parecer  ser introvertido não é um problema.

Por norma um introvertido têm um sentido de criatividade e quando propõe algo está seguro do resultado possível e isso são caracteristicas muito necessárias mesmo nas nossas sociedades atuais e altamente conectadas. 

Continuaremos a falar deste livro e do seu tema principal no próximo post. Até lá um enorme beijinho!

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Photo by Maria Victoria Portelles on Unsplash

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Essencialismo

Hoje trago-vos um texto um bocadinho diferente do habitual e o tema é o Essencialismo, uma ideia bastante interessante e que me ajuda a decidir onde e quando quero gastar o meu tempo.

Descobri o "essencialismo" através do livro "Essencialismo - A disciplinada busca pelo menos" do autor Greg McKeown

O essencialismo é comparado por muitos ao minimalismo mas fá-lo de uma forma mais esclarecida e consciente. Pessoalmente acho que estas duas filosofias são complementares.

No essencialismo a procura do menos é feita através do "sim" aquilo que nos é essencial, abdicando de todas as oportunidades e propostas que não vão totalmente de encontro à nossa essência ou àquilo que queremos mesmo. 

Esta "filosofia de vida" defende que o nosso tempo e energia são finitos e que é impossível ser bem sucedido em tudo.

Para um essencialista a resposta mais natural vai ser um não porque, se dizemos sim a algo que nem queremos assim tanto, podemos ser obrigados a dizer não a tudo a algo pelo qual ansiávamos.

Usando uma metáfora simples para melhor compreensão o essencialista vê a vida como um vaso e pode colocar lá dentro pedras grandes, pedrinhas mais pequena e areia.

As pedras grandes representam tudo aquilo que nos é essencial. Para uns será a família, para outros o trabalho, para outros causas humanitárias, cada um colocará lá o que bem entender. Cada um de nós é livre de fazer as suas escolhas e dará mais ou menos importância àquilo que bem entender. 

As pedras pequenas representam tudo aquilo que nos é necessário mas não essencial e, por fim, nos espaços em que sobra espaço podemos ou não colocar a areia que representa tudo o resto. 

Em resumo, o que esta teoria defende é que o nosso tempo é precioso e devemos gastá-lo com aquilo que nos é mais querido e não com aquilo que fazemos para parecer bem ou não nos mostrarmos desenquadrados dos outros.

E diremos os nãos necessários sempre que o que nos propõe não vá de encontro aos nossos desejos mais profundos. Mesmo quando a tentação de dizer sim é grande! 

Espero que este post, um bocadinho diferente do habitual, vos tenha trazido algo em que pensar. Se o assunto vos interessa aconselho-vos sinceramente a ler o livro em questão que é interessante e muito fácil de ler. 

E já agora para vocês o que é que é essencial?

Um grande beijinho e até ao próximo post! 

Imagem de https://orcoaching.com.br/essencialismo-essencial-e-nao-ser-banal-de-mais-qualidade-as-suas-escolhas/

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