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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

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Receitas da Nala #Bolo Mármore

Um dos meus desejos para este ano é aprender mais sobre doçaria. 

Para mim a doçaria, e especialmente os bolos, sabem-me a Domingo à tarde, a frio de Inverno e à partilha de bons momentos em família. É como se o doce torna-se os momentos ainda mais especiais (sobretudo porque são excepcionais). 

Para além de que há lá algo mais elegante e reconfortante do que um belo bolo caseiro e uma chávena de chá? Eu não encontro... 

E de todos os bolos mais ou menos tradicionais que fazem parte do meu imaginário está o "Bolo Mármore" e o facto de se misturar tão bem em todos os ambientes. 

Encontrei esta receita no blog "C'est moi qui l'ai fait" e admito que ficou delicioso! 

Ingredientes: 

  • 4 Ovos
  • 230g de açucar (pessoalmente prefiro reduzir para 200g e juntar uma saqueta de açucar baunilhado na massa branca)
  • 120g de natas
  • 220g de farinha
  • 120g de manteiga derretida
  • 100g de chocolate preto
  • Fermento químico (duas colheres de café)

 

Preparação: 

  1.  Em primeiro lugar batem-se dois ovos com metade do açucar numa saladeira e os restantes ovos e açucar numa segunda; 
  2. Em cada uma das saladeiras juntar metade das natas e continuar a bater. Fazer a mesma coisa com a farinha e o fermento químico (metade para cada lado); 
  3. Derreter a manteiga e juntar metade a cada uma das partes e mexer tudo muito bem. 
  4. Derreter o chocolate e juntar a uma das massas. Pessoalmente (e por já ter testado várias receitas de bolo mármore) gosto de juntar uma saqueta de açucar baunilhado à outra massa. 
  5. Untar a forma e colocar o preparado em camadas: branca, chocolate, branca e chocolate. Alisar entre cada camada. 
  6. Levar ao forno aquecido a 165º e deixar cozer por 50 minutos (tempo aproximado). 

Espero que gostem e que este bolinho vos acompanhe em muitos e bons momentos! E já agora não se esqueçam de deixar em comentários se estas minhas experiências culinárias vos interessam. 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

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5 ideias para os dias de chuva

Este Inverno parece que nos trouxe a chuva que tanto nos faltava. Mas se a chuva é importante não é raro não apreciarmos particularmente estes dias, sobretudo quando achamos que não há nada para fazer. 

A verdade é que todos os dias tem o seu quê de beleza e de ocupações e é sobre isso que vos quero falar hoje: de cinco tipos de atividades a fazer em dias de chuva. 

Claro que nem todas são acessíveis tão facilmente a todas as pessoas as carteiras mais pequenas e o locais mais escondidos podem encontrar coisas para fazer, talvez tenham de procurar mais, ou "sair da zona de conforto" ou adaptar as atividades... Mas o que é importante é aproveitar estes momentos a solo, em família ou com os amigos.

Preparados?

- Leitura, filmes-culto: Todos temos aquela listinha de filmes a ler ou de filmes a ver. E se aproveitassemos esses dias mais tristonhos para nos dedicarmos a essa atividade. 

Ela pode permitir-nos passar um bom momento e ainda aumentará a nossa cultura geral e o custo pode ser relativamente baixo já que, quer em bibliotecas e mediatecas quer online, muitas obras de arte clássicas estão disponíveis gratuitamente e de forma completamente legal. 

 

- Um café diferente:

Não é porque chove que temos de ter vontade de ficar em casa e conhecer um novo café ou salão de chá (ou revisitar um que já conhecemos) pode ser uma excelente opção para uma tarde chuvosa. Ainda para mais um lanche ficará sempre mais barato do que um almoço ou jantar. 

Também podemos sempre recriar algumas receitas de coffeeshop ou de doçaria em casa e desfrutar da companhia dos nossos.

 

- Visitar uma exposição, assistir a um espectáculo... 

Há quanto tempo não visitas um museu ou vais a um espectáculo? Em família esta pode ser uma excelente opção que necessita de organização e de alguma disponibilidade mas que pode ser possível.

E mesmo em meios mais pequenos se encontra pequenas coisas a fazer é mais difícil e pode parecer menos interessante à primeira vista mas é uma opção a explorar.

 

- "Torneio" de jogos de sociedade:

Os dias de chuva podem ser uma excelente ocasião para pegar nos antigos jogos de sociedade e organizar um verdadeiro torneio em família ou com amigos.

 

- Dormir a sesta:

Dias de chuva são ocasiões de ouro para dormir a sesta. E com um miúdo pequeno em casa estes momentos são verdadeiramente apreciados por aqui. Por isso nada de culpas de se dedicar um pouco ao não fazer nada. A nossa energia, assim como a nossa imaginação e humor agradecem estes momentos.

E por aí quais os melhores programas para os dias de chuva? 

Um grande beijinho e até ao próximo post! 

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Foto Danielle Colluci para unsplash.com

 

Coisas que os minimalistas fazem... que eu também faço!

Não gosto de entrar "em caixinhas" e rótulos não é comigo. Sou mesmo do género a revirar os olhos quando as amigas chegam com mais uma revelação do tipo agora quero ser minimalista e mais logo paleo

O Minimalismo então faz-me respirar fundo, já que normalmente começa sempre com um "tenho demasiada coisa", passa quase sempre num descartar sem método seguido de mais uma enorme fase de aquisição para voltar a comprar tudo aquilo que afinal era mesmo preciso. 

Sou a favor de descartar e nem por sombras acho que devemos guardar tudo mas sinceramente, e a Marie Kondo que me perdoe, o que é demasiado para mim pode ser o mínimo para outra pessoa pois isso depende essencialmente do estilo de vida de cada um.

E é exatamente aí que está o meu grande conflito com os métodos de minimalismo que nos são "vendidos" atualmente de uma forma geral: precisamos de nos conhecer, de reconhecer o nosso estilo de vida e as nossas reais necessidades antes de colocar em prática o que quer que seja e não de seguir listas e padrões pré-estabelecidos por outras pessoas. 

Encontrei recentemente, no meio das minhas inúmeras passeatas sobre o YouTube, o canal de Marilá Ribeirò, uma brasileira residente em Paris que fala sobre a sua forma de ver o minimalismo.

Ao longo dos seus vídeos encontrei vários pontos que estão em prática na minha vida e que entram perfeitamente num estilo de vida minimalista e que, apesar de não os colocar em prática nem de forma forçada nem para ser minimalista (nem me considero como tal coisa) achei que daria um post interessante.

Curiosos? 'Bora lá! 

 

- Ter o necessário: 

Ser "minimalista" é, pelo menos na minha conceção e na de Marilà também, ter o necessário e não ter menos por ter menos. 

Alguém que trabalha em moda precisará de muito mais artigos de moda do que alguém que muda de roupa desde que entra no local de trabalho, como eu, ou alguém que cozinhe muito em casa precisa de muito mais utensílios de cozinha do que alguém que só faz um prato de vez em quando. 

Adaptar as nossas posses às nossas reais necessidades é essencial para não ficar frustrado e estar em medida de realizar a sua vida como o deseja, de forma plena. 

 

- Preferir a qualidade à quantidade:

Sou bastante poupada com as minhas coisas e prefiro a qualidade à quantidade seja em relação a roupas, presentes, quantidade de comida e por aí fora.

Não quero dizer com isso que faça economias mas a ideia é consumir melhor comprando coisas com maior durabilidade e que me sirvam realmente.

Dou-vos um exemplo flagrante: aqui há uns anos comprei uma camisola de caxemira que foi bastante cara. Até hoje ela não ganhou um único borboto e o facto de estar em muito bom estado faz com que goste tanto dela como no primeiro dia e como é um básico não me canso dela.

Moral da história, com o uso ela já ficou mais rentabilizada do que várias camisolas mais baratas juntas e ainda me durará mais uns anos. 

 

- Manter tudo organizado e limpo:  

Quanto mais coisas temos mais dificuldade temos em nos lembrar delas.

Mas mesmo que tenhamos menos coisas é necessário uma boa limpeza de vez em quando e uma arrumação simples e eficaz fazem milagres e assim servimo-nos melhor das nossas coisas.

 

- Servir-me de tudo o que tenho: 

Quem não é do tempo da roupa de Domingo? Ou do serviço de sala que não se usa para não partir? Pois é, cá em casa não há disso. Apesar de guardar uma ou outra peça para o fim de semana, mais por uma questão de praticabilidade que de vontade, ponho tudo a uso. 

Igual para serviços, têxteis de casa e presentes tais como velas, perfumes, etc. Acho que as coisas se fizeram para servir e não para ser guardadas e é isso que faço. 

 

- Dar mais valor ao que tenho: 

Quem nunca foi a uma festa e primeiro não sabia o que comer e depois chegou à conclusão de que comeu demais e está bastante mal disposto? Por vezes mais vale ter apenas uma coisa que nos faça mesmo vontade do que ter muita coisa e quando chega à hora não nos servimos porque não sabemos o que devemos usar. 

E isso é mesmo uma grande vantagem de não ter muita coisa. 

 

- Facilita muito as mudanças: 

Como já comentei convosco antes em cinco anos mudei de casa três vezes e provavelmente não me ficarei por aqui. Por isso admito que, por razões práticas de mudança, ter pouca coisa ajuda bastante no antes, no durante e no depois. 

 

E por aí vocês são mais para o minimalista ou para o acumulador? Quero saber tudo!

Um grande beijinho e até ao próximo post!

Fonte da Imagem: http://ideiadeimpacto.com/o-que-minimalismo-tem-a-ver-com-a-geracao-milenio-e-a-sociedade-pos-digital/

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Aderi ao Kindle... e estou fã!

Andava com a "pulga atrás da orelha" por causa dos leitores de e-books há já algum tempo. 

Sou uma leitora compulsiva mas evito comprar muitos livros porque são pesados e quando se muda de casa três vezes em seis anos (e provavelmente haverá mais uma mudança nos próximos anos) aprendemos a não acumular demasiado. 

Há já algum tempo tinha, no entanto, encontrado uma boa solução de substituição: as bibliotecas públicas. Era uma solução económica, prática e que me permitia ler obras variadas. Mas 2020 mudou muita coisa e as bibliotecas foi uma delas. 

Primeiro, assim que desconfinamos no mês de Maio, não retornei lá por uma questão de "desconfiança". Apesar de tudo admito que me fazia confusão na altura "sair da bolha". Mais tarde e com as medidas mais estritas que o mês de Setembro impôs a biblioteca passou a ser diferente. 

Em vez de escolhermos os livros que queremos ler na prateleira, escolhemo-los em casa, via computador, e marcamos hora para os ir buscar. No meu caso nem o horário me convinha nem essa solução me agradava. 

E a hipótese e-book ficou cada vez mais forte! Se bem que, admito, tinha muitos preconceitos que precisei de resolver e precisei de pegar no leitor de uma colega para perceber o que realmente aquilo era... 

Depois de muito hesitar, o meu marido ofereceu-me um Kindle pelo Natal e estou bastante satisfeita com ele! A prova?! Já estou no nono livro desde que o tenho 

Gosto da praticidade, da forma como escolho e descarrego livros e no conforto que me dá quando leio deitada, pegando o aparelho apenas com uma mão e sem precisar de ligar a luz e incomodá-lo caso ainda durma. 

Se substitui o velho cheiro a livro? Não, é um facto. Mas é uma solução eficaz, segura e adaptada aos nossos estilos de vida mais nómadas e práticos. 

Eu estou fã e por aí quem mais optou por esta solução? E quem não o fez ainda porque hesita? 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

perfecto-capucine-3gC4gBnD3Xs-unsplash.jpgPhoto by Perfecto Capucine on Unsplash

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2020 O Ano C: Casamento e COVID

2020 já vai quase no fim (e sim, estamos todos desertinhos por vê-lo pelas costas) mas foi um ano que, apesar do seu grau de dificuldade, não foi mau para nós. 

Começámos com enormes planos para o nosso casamento que podemos celebrar apenas alguns dias antes do Mundo dar uma volta de 360º. Só por isso 2020 já ficará para a história da minha existência como um ano bom. 

Depois veio o confinamento, as horas fechadas em casa e/ou no hospital. Apesar de nos termos desde o início preparado para a eventualidade de um de nós ficar doente em algum momento (ossos do ofício...) temos passado pelos pingos da chuva... o que em si já é motivo de gratidão. 

Em Maio passei por uma cirurgia que se complicou um bocadinho (nada demais) e, felizmente, em Julho podemos aproveitar alguns dias na magnifica cidade de Avignon para namorar um bocadinho (já que a Lua de Mel, como devem imaginar, foi bastante original...). 

Em Setembro podemos visitar as nossas famílias e, ao longo do ano, ver alguns amigos mesmo com restrições e distanciamento social.

Pelo caminho, e mesmo com dois meses de confinamento de Março a Maio e um segundo confinamento no final do ano, ainda conseguimos cumprir a maioria dos nossos objetivos. 

Foi um ano também difícil e de algumas deceções, foi um ano de tudo em nada. Foi um ano onde nos desiludimos com algumas pessoas, não podemos abraçar os que amamos e um ano onde a distância entre Lyon e Lisboa quase que triplicou. Foi um ano onde o valor da amizade e da paciência nos foi ensinado à força mas mesmo assim estou-lhe grata por tudo o que nos trouxe e ensinou! 

E vocês, como está a ser o vosso balanço de final de ano? Mais ou menos positivo ou muito negativo? 

Beijinhos e até ao próximo post!

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A Roda da Vida

Aproveitei o início do reconfinamento (mais ligeiro, certo... mas mesmo assim um confinamento) para realizar uma Roda da Vida

Já tinha ouvido falar deste conceito mas a vontade de me debruçar sobre o assunto apareceu depois de ouvir um episódio da primeira temporada do podcast do Terra Maya da Filipa Maló Franco. 

A Roda da Vida é uma ferramenta de desenvolvimento pessoal que nos ajuda a encontrar um equilíbrio entre todos as áreas da nossa vida e a definir quais precisam apenas de ser mantidas e em quais precisamos de fazer um esforço para melhorar.

A ideia é de atribuir uma nota de 0 a 10 em 12 categorias diferentes.

Essas categorias são dinheiro e finanças, carreira e missão, saúde e disposição, diversão e lazer, ambiente e grupos, contribuição e doação, família e amigos, amoroso/conjugal, intelectual e racional e espiritualidade/propósito (os nomes podem ser alterados conforme a versão utilizada). 

Depois de todas as perguntas respondidas vamos dispor de um diagrama que nos mostrará em quais áreas nos sentimos satisfeitos e nos quais nos precisamos de focar. 

Pessoalmente decidi escolher as 3 cotações mais baixas e foquei-me no item dos três que teria mais impacto na minha vida.

Passei também todos os pontos a pente fino para perceber o que já consegui e o que posso conseguir em cada um. Pretendo fazer uma avaliação mensal da roda num primeiro tempo para ver o meu progresso. 

É incrível como uma atividade tão simples, e que fiz em tom de brincadeira, teve um impacto tão grande nos dias que se seguiram. 

Deixo-vos como sugestão um site onde podem fazer a vossa Roda da Vida online (é seguro e não precisa de registo). Também podem realizar esta roda numa folha de papel. Depende do gosto de cada um... Pode ser um excelente exercício para um Domingo fresco de Outono! 

E vocês já fizeram uma Roda da Vida? Conhecem o príncipio? 

Beijinhos e até ao próximo post. 

Origem da imagem: www.hotmart.com

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Um "escape" chamado percurso pedestre

Desde há uns tempos para cá procurar percursos pedestres tornou-se mais do que um hobbie é, neste momento, um verdadeiro escape que nos permite esquecer os problemas nem que seja pelo espaço de 2 ou 3 horas (e alguns quilómetros). 

Já falei em hobbies aqui no blog e acho que, em alguns casos, eles são essenciais já que nos ajudam a "equilibrar" a nossa vida. Especialmente quando temos outras áreas onde não nos sentimos realizados... 

Hobbies permitem-nos desafiar as nossas capacidades, criar metas e desenvolver estratégias para as atingir, entrar no "flow" e experiênciar o sucesso. Porque é bem sabido que quanto mais prazer conseguirmos retirar de uma atividade maior tendência para o sucesso teremos. 

Fazer um trilho é mais ou menos isso: criamos uma meta e desafiamo-nos a cumpri-la, deparamo-nos com as dificuldades, aproveitamos a paisagem e, por mais dificil que tenha sido, no final temos uma sensação de orgulho e dever cumprido avassaladora acompanhada de uma sensação de cabeça vazia e fresca. E há lá melhor sensação do que esta... 

E por aí, qual o vosso "escape"? 

Beijinhos e até ao próximo post! 

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Foto da minha autoria

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O que ninguém te diz sobre "viver sozinho"

Há umas semanas atrás publiquei um texto onde falava "o que ninguém te diz sobre viver junto". Foi certamente um dos posts com mais interações aqui no blog e entre aqueles que ficaram a pensar no assunto e aqueles que estão deliciados com a vida de casa (ok, eu incluo-me neste grupo) existiram alguns que comentaram a vida "a solo" e as suas inúmeras vantagens. 

Viver sozinha foi das maiores conquistas que consegui e isso na altura da minha chegada a Lyon. Com quase 28 anos não me estava a ver partilhar casa com desconhecidos, independentemente de sempre ter tido excelentes colegas de casa. 

 

Tal como viver em casal, com a família ou com colegas de casa viver sozinho têm também alguns senãos... e é por isso que entre o bom humor e uma pontinha de melancolia recordo "o que ninguém te diz sobre viver sozinho!"

 

- Quando se mora sozinho, e por muito que não se queira, o telemóvel e o computador tornam-se os nossos maiores companheiros. Porque, por muito introvertidos e tímidos que sejamos, ninguém pode viver sozinho e há sempre aquele dia em que precisamos de nos distrair ou de desabafar sobre alguma coisa e não temos ninguém "à mão". 

 

- Organização precisa-se! Ele são as contas para pagar, os arranjos necessários, as tarefas domésticas e muitas outras coisas necessárias à gestão de uma casa e que temos de fazer sozinhos. A melhor solução para que tudo dê certo, especialmente quando demos esse passo à pouco tempo, é ter a agenda em ordem e as contas em pagamento automático! 

 

- Podemos fazer belos pratos e ter muita atenção ao que compramos para comer mas uma vez por outra mas, no dia a dia, passaremos muitas vezes com pão e queijo, uma salada básica ou cereais para jantar. Em dias de maior depressão a tentação de uma entrega em casa é enorme! 

 

- Empurrar as tarefas chatas com a barriga... que é como quem diz esconder a roupa para passar a ferro ou deixar a louça da cozinha para lavar porque não nos apetece. E depois é ver-nos correr quando aparece uma visita inesperada. 

 

- O silêncio pode tornar-se pesado e isso pode fazer-nos ter necessidade de sair mais vezes ou mesmo culpabilizar quando ficamos em casa sem fazer nada. Por muito que o tempo ou o cansaço nos façam escolher esta opção. 

 

Estes foram apenas algumas coisas que "ninguém te diz" sobre viver sozinho. Claro que existem muitas coisas boas como ter um stand de maquilhagem à porta ou decorar a casa exatamente como queremos e, por isso mesmo, é um tempo que recordo com um sorriso nos lábios e que me fez crescer muito apesar de adorar a vida que tenho agora e não a trocar por nada. 

E por aí? Experiências de vida "sozinho"? Espero ansiosamente as vossas respostas! 

Um enorme beijinho e até ao próximo post! 

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Photo by Charles Deluvio on Unsplash

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10 Coisas a fazer em casa... quando está frio!

Não sei se é o caso em Portugal mas em França as temperaturas já estão bem Outonais, com muita chuva e algum frio. 

Apesar de gostar bastante do Outono e de estar em casa, este ano tenho tido alguma dificuldade em recuperar este hábito de passar os dias de descanso "na ronha" muito por causa do confinamento que vivemos entre Março e Maio. 

Independentemente disso, os dias caseiros vão seguramente chegar e é bem importante encontrarmos as atividades certas para que esses momentos sejam de verdadeiro prazer.

E assim vos trago as 10 coisas que, pessoalmente, mais gosto de fazer em casa quando está frio e uma ideia extra para realizar em família! 

 

Preparados? 

 

- Ler, ver filmes ou séries:

Esta aqui é provavelmente a opção mais comum já que, com a rentrée de Setembro chegam também as novas temporadas de séries e algumas novidades em matéria de livros e filmes. 

 

- Fazer listas, planos e estabelecer objetivos:

Enquanto corremos de um lado para o outro esquecemos muitas vezes de parar e compilar aquilo que é importante e de nos focarmos nisso e as listas são ótimas para isso. Os dias chuvosos podem ser a oportunidade de ouro para fazer esse balanço e de colocar esse método em prática. 

 

- Dar uma organizadela no armário das roupas, da bijuteria...-

Não é só na Primavera que se podem fazer arrumações e os dias chuvosos podem ser uma óptima opção para isso.

Leva contigo uma chavena de chá e escolhe um bom episódio de um podcast e aproveita para organizares o teu dressing e, quem sabe, organizar e fotografar os teus melhores looks de Outono/Inverno. Não só ficará tudo mais organizado como estarás safo/a nos dias em que precisas de estar ao top mas a imaginação não te ajuda. 

 

- Organizar uma tarde de "Spa em Casa":

Esta é uma das minhas atividades preferidas, especialmente quando o tempo está mau.

Fazer uma máscara de rosto, uma esfoliação de corpo e outros cuidados de higiene enquanto se houve uma excelente música e se queima uma velinha perfumada é uma excelente ocupação e o resultado será excelente no que a bom humor diz respeito. 

 

- Planear uma viagem de sonho, as próximas férias, as festividades que se aproximam...-

Chuva na rua significa mais tempo livre para sonhar e projetar coisas boas.

Por isso, e mesmo que este ano não seja o ideal para realizares aquela viagem de sonho, é sempre uma boa ideia programar e projetar aquilo que pretendemos realizar no futuro. E quanto mais realistas os planos melhor... 

 

- Fazer uma redecoração da casa:

Um objeto ligeiramente mudado de sitio pode dar à casa todo um ar de novo.

Por isso não deixes passar a oportunidade de fazer isso enquanto caí a chuva lá fora. Se fores dado aos projetos "do it yourself" e quiseres lançar-te na tua própria decoração tudo será ainda mais interessante. 

 

- Praticar uma atividade criativa: escrever, pintar, bordar...:

Com o confinamento foram muitos aqueles que descobriram um talento escondido.

Caso seja o teu caso, ou caso o teu hobbie criativo seja muito anterior a isso mas deixaste de ter tempo para o fazer, aproveita os dias frios para te dedicares a essa atividade.

Será bem mais produtivo do que reclamar do tempo o dia inteiro ou de passar o dia inteiro nas redes sociais. 

 

- Organizar um bullet journal-

Este método, sobre o qual já vos fiz um post aqui, é um ótimo passatempo para os dias de chuva. Seja ele mais ou menos criativo permitir-te-à organizar-te e será sem dúvida uma atividade lúdica e interessante. 

 

- Dormir uma sesta ou ficar a olhar a chuva cair lá fora:

Não fazer nada é bom. É nesses momentos que as melhores ideias surgem, que nos permitimos planear como se de sonhos se tratassem. Por isso aproveita os dias de chuva ou de muito frio e não faças rigorosamente nada durante um bom bocado. Neste Mundo de corrida onde vivemos será uma benção ter este tempo para ti. 

 

- Aprofundar uma área de interesse:

Nem sempre temos tempo para nos dedicarmos àquela área que tanto nos diz e isso pode mudar se decidirmos aproveitar os dias mais frios para isso.

Seja qual for a tua área de interesse dedica-te a ela e aproveita para saberes mais. Ficarás com certeza orgulhoso/a de ti mesmo e muito mais conhecedor desse tema que te diz tanto. 

 

- Atividades em Família: Como sabem sou fã do espírito hygge e umas coisas mais "hygge" é sem dúvidas esses momentos passados em família no conforto do lar.

Por isso tira da arca os velhos jogos de sociedade, as melhores receitas de bolo caseiro ou das vossas bolachas preferidas e metam mãos à obra todos juntos ou desfrutem juntos de um livro ou de um filme.

Estar juntos e em família é uma benção e não podemos garantir que esses momentos sejam eterno por isso desfrutemos deles ao máximo! 

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Photo by Tanya Trukyr on Unsplash

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