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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

Crónicas da Cidade dos Leões

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O Natal é da família

Os Nossos Contos de Natal 2021

Mais um Natal que se aproxima e a querida Isabel voltou a desafiar-nos para escrever mais uns Contos de Natal (e este ano com motivação extra). Dessa forma aqui fica a minha modesta contribuição e votos de um Feliz Natal a todos vós!

O mês de Dezembro já vai adiantado. Rita vai à janela do escritório e olha a rua. Podia jurar que toda a cidade saiu à rua e se deslumbra com as luzes de Natal.

Ela lembra-se que, em criança, adorava esta época e guarda lindas recordações da decoração do presépio e do cheiro dos doces da avó Josefa.

Mas desde que cresceu deixou de ter tempo para essas futilidades. O trabalho enquanto advogada e os seus objetivos profissionais estão no topo da sua lista de prioridades e tudo o resto terá de esperar, pelo menos até esses objetivos serem atingidos.

Ainda há poucas horas atrás a mãe, sempre tão orgulhosa, recusou-se a compreender as razões mais do que legítimas da sua ausência.

Decidiu-se a não lhe dar ouvidos e classificou as suas atitudes como uma tempestade num copo de água. Afinal é só um dia como os outros e ela está demasiado ocupada para se dedicar “a comer e beber um dia inteiro”.

No final do dia quando chegou a casa deixou-se cair no sofá, extenuada. O sono apoderou-se dela e, sem se aperceber, caiu num sonho.

Nesse sonho ela estava numa clareira cheia de neve. No meio dessa clareira encontrasse uma casinha de madeira cuja chaminé fumegava. Cheia de frio e movida pela curiosidade decidiu entrar.

Lá dentro o calor era agradável e no ar pairava o cheiro de chocolate e especiarias. Sentada de costas para ela estava uma menina. Os seus cabelos encaracolados lembravam-lhe os seus cabelos. Vendo mais de perto reconheceu a sua própria imagem com seis, sete anos.

A pequena Rita começou a falar:

- Sei como te tens dedicado ao trabalho e como o sucesso profissional e financeiro são importantes para ti. Não há nada de errado com isso.

A única coisa errada é a forma como o teu coração se tem tornado frio ao longo dos anos. Esqueceste-te da última vez que abraçaste a tua mãe, nem conheceste o teu sobrinho e ainda te chateias quando te dizem alguma coisa?

E todos aqueles que estão à tua volta e a quem tu não perdoas nada?

Lembraste da tua ex-secretária que se despediu por causa da tua pressão, que querias cada vez mais e mais trabalho, sem teres a mínima empatia pelo facto de ela, jovem mãe, estar cansada.

Também a tua amiga Dalila, que acusaste de traição por te ter recusado um encontro quando te dava jeito a ti, por se ter comprometido como voluntária numa associação de apoio a idosos.

Tens ar de estar espantada, Rita, como se o facto dos outros terem prioridades te deixassem confusa.

Mas, se hoje estás aqui comigo, é para te lembrar disso. A tua mãe não está a ter “mau feitio” mas ela está doente, como bem sabes, e quer passar este Natal contigo, nunca se sabe se não será o último.

Por este andar vais acabar sozinha e cheia de azedume. Certamente com uma carreira brilhante e um coração sombrio.

Ainda tens a possibilidade de alterar isso, mas tens de o fazer imediatamente. O tempo urge e ninguém recebe eternamente amor sem dar nada em troca…

Acabada esta frase, Rita acordou sobressaltada. Tinha sido tão real este sonho… Será que ela tinha mesmo razão?

Tentou esquecer a história e dormir mas o sono não voltou o que a obrigou a dar voltas e voltas na cama.

A manhã da véspera de Natal foi chegando aos poucos, cinzenta e húmida. Rita esperou que a hora fosse mais decente e tentou ligar para a sua prima João. Ela era a sobrinha preferida da sua mãe e a única médica em quem ela tinha total confiança… Depois de um início de conversa frio, o que a fez recordar que não falava com esta prima querida há, pelo menos 3 anos, teve a confirmação da gravidade da doença da mãe. Nada que ela não soubesse mas, absorvida que estava no trabalho, não tinha medido a importância da informação.

Invadida por uma espécie de pânico, como se o Mundo estivesse a ruir à sua volta, Rita decidiu-se a fazer o impensável: ia passar o Natal com a família, mesmo que isso implicasse muitas horas de trabalho nas semanas seguintes.

Conduziu até casa, quase sem pausas, parando apenas para comprar uma sobremesa… já que não tinha presentes ao menos que tivesse um doce para colocar na mesa. Quando chegou à porta de casa foi invadida pelo cheiro a bolo e pela música que pairava no ar.

A família já estava reunida à volta da mesa pronta para cear. Ela chegou de mansinho, meio envergonhada por aparecer de surpresa. Mas foi recebida com gritos de alegria e, para sua surpresa, o seu lugar estava lá na mesa.

Quando chegou à meia noite, na altura da troca de presentes, abriu a janela e viu uma estrela cadente. Pediu-lhe saúde para a Mãe e muito mais tempo para a família e sentiu, naquele momento, que o seu pedido tinha sido atendido.

A partir daí a Rita não faltou a mais um único Natal.

Os anos passaram e à carreira foi juntando outros papéis. O de mãe e esposa, o de filha dedicada e tia preocupada.

Ao contrário daquilo que ela pensava, nada disso a prejudicou… antes pelo contrário já que encontrou muita motivação em todos esses desafios. E desde esse ano, em todos os Natais, se levanta da mesa à meia noite da consoada e vai à janela agradecer em silêncio. Afinal foi aquela estrela que a aproximou da família e é na família, mais do que nas lojas, no dinheiro e no ego, que se passa o Natal.

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Photo by Vincent Ledvina on Unsplash

 

Este Ano não há Calendário do Advento da Nala

Este ano não há Calendário do Advento da Nala mas, por ser um Natal mais especial de sempre cá em casa, gostava de vos deixar um desafio. 

Por cada dia que antecede esta festa magnifica criem o vosso próprio Calendário do Advento e dediquem-no a vocês e às pessoas que mais amam. 

Em cada dia dediquem tempo a algo que queiram mesmo fazer. Num dia é dia de fazer bolachas, no outro de ler um bom livro... A cada um de vós a liberdade de escolher o que mais lhe fizer sentido e sobretudo o que o faça sentir melhor. 

Por aqui ontem foi dia de ser Mãe a tempo inteiro e hoje dia de apreciar um bom capuccino na chegada ao hospital. 

Porque, apesar da condição consumista do Natal, é o amor em todas as suas formas que deve ser dado. Seja à família, aos amigos ou a si próprio. 

Que haja muito amor por esse mês fora. Desejo-vos um excelente Dezembro! 

(Entretanto podem acompanhar o desafio #Sorrisos de Natal da querida Sorriso Incógnito ao qual aderi através do Instagram)

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Photo by Jessica Delp on Unsplash

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Desafio da Ana de Deus: Páscoa depois da Vacina

História com 100 palavras no máximo sem utilizar a letra E

Já há muito tempo que não participava nos desafios da abelha mas estes raiozinhos de Sol motivaram-me para o seu desafio de Abril e admito que não escolhi o mais fácil para o regresso!

Convido-vos a todos a participar, se não for já o caso. Passem também pelo blog da Ana de Deus para conhecerem outros textos de outros autores e também os seus mais variados desafios!

A ideia deste vez é contar uma história em 100 palavras no máximo sem utilizar a letra "e". Não é fácil mas possível... E inspirei-me para isto num momento tão desejado por todos nós: aquele em que a Páscoa pode voltar a ser sem restrições e que os beijos e abraços voltarão à ordem do dia!

Espero que gostem... 

Um grande beijinho e votos de uma boa Páscoa!

 

"A Ana canta uma canção muito bonita. A visita dos avós trás ainda mais satisfação ao coraçãozinho sonhador da criança!

Afinal as historias mais bonitas com fadas maravilhosas são as da avó.

A avó Mindinha, do outro lado, olha com um sorriso nos lábios para a garotinha. Como a falta do abraço caloroso da miúda foi o mais difícil ao longo da distância obrigatória.

Agora, com a vacinação muito avançada, já voltamos a partilhar novos sorrisos com bons bolos dos quais Aninha gosta tanto. Ai como aguardaram ambas ansiosas por tudo acabar!"

 

Um grande beijinho e Excelente Fim de Semana de Páscoa a todos!

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Photo by Ekaterina Shakharova on Unsplash

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30 coisinhas que me fazem sorrir!

1) O som da água a correr; 

2) Um dia solarengo; 

3) Deitar-me na cama quente e ouvir a chuva a cair lá fora; 

4) O cheiro do café acabado de fazer; 

5) Um bom livro; 

6) Uma refeição partilhada com quem amo; 

7) A gargalhada de uma criança; 

8) Provar um bolo acabado de fazer; 

9) Livros

10) Acabar o dia com uma boa playlist; 

11) Utilizar um creme que cheire muito bem; 

12) Sentir uma brisa na cara; 

13) Enroscar-me numa manta; 

14) Vê-lo dormir; 

15) Fazer pequenas surpresas; 

16) Organizar os meus álbuns de fotos; 

17) Longas conversas pelo telefone; 

18) Dar abraços;

19) Enfeitar a casa com flores; 

20) Gelados; 

21) Uma boa tarde passada com jogos de sociedade; 

22) Observar animais e plantas; 

23) Caminhar; 

24) Aproveitar o silêncio do final do dia; 

25) Acordar e ainda faltar um bocadinho para o despertador tocar; 

26) O Cheiro a Mar;

27) As cores dos araiais populares; 

28) A Sexta-Feira à noite (quando não trabalho ao fim de semana); 

29) Um olhar cumplice; 

30) Ter saúde!

E por aí, quais são as coisas que vos fazem sorrir? Algumas delas pertencem a esta lista? 

Beijinhos e até ao próximo post! 

kazuend-sAmwQxM_3FI-unsplash.jpgPhoto by kazuend on Unsplash

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Desafios da Abelha #Novembro

Escreve um texto com, no máximo, 100 palavras sem a letra "A"

Ando um bocadinho desaparecida dos "Desafios da Abelha" que a querida Ana de Deus dinamiza todos os meses. Cansaço e uma fase de pouca criatividade são as razões principais para este afastamento. 

Mas com um fim de semaninha maior e uns óculos novos a motivação apareceu e cá estamos nós para responder a este desafio que consiste em escrever um texto de 100 palavras sem uma única letra "A" (Oh Ana, isso quase que me parecia impossível...). Espero que apreciem o texto já que ele foi um dos mais dificeis a que já respondi... 

Se quiserem saber mais sobre estes desafios convido-vos a seguir os Desafios da Abelha. Todos os meses um desafio diferente! 

Preparados?

Este dois mil e vinte que decresce sem escrúpulos. Que difícil foi…

Que muitos sonhos nos deixou… Muitos momentos bons e felizes nos roubou.

E o que nos deu em retorno? Tempo livre, gente que nos é tudo, textos bonitos e bem escritos e crescimento. E só por isso foi bom…

trouxe crescimento que pode doer e pode endurecer. Que nos permite ser melhor desde que o deixemos suceder sem medo.

Que este novembro e o frio que com ele vem cheguem com fé e desfrutemos dele em todo o momento. Porque dois mil e vinte foi duro e enorme!

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Desafio #O Melhor do Ano

E a Ana de Deus não pára de criar novos desafios e eu, como já devem ter percebido, adoro aceitá-los e por isso aqui vai mais um. 

A ideia é descrever o melhor do ano em 100 palavras. E se foi um ano "mau" teve também coisas muito boas... Se quiserem conhecer outros textos deste desafio convido-vos a passar pelo post do desafio no blog da Ana. E já agora desafio-vos a participar nele também. 

 

2020 foi um ano difícil? Sim. Mas como tudo têm uma frente e um verso também trouxe muitas coisas boas.

O nosso casamento só assim para começar.

Alguns novos amigos, as horas de almoço em modo piquenique no jardim do hospital, os momentos de calma e tranquilidade em casa. Os sorrisos dos nossos amigos pelo skype, a voz da família em boa saúde.

As palavras trocadas aqui pelo blog convosco. Os sonhos que nos passaram pela cabeça!

E sobretudo a gratidão que nos encheu o coração e que nos deixou com um sorriso na cara mesmo quando era mais difícil sorrir. 

 

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Desafio "As Melhores Férias"

A Ana de Deus não pára de criar novos desafios e nós, por aqui, estamos a adorar! 

A ideia deste desafio aqui é escrever sobre "As Melhores Férias" em 100 palavras, publicar no teu blog com a tag desafio as melhores férias e publicar o link do post inicial da Ana para que todos possam ter acesso e ler tudo aquilo que já foi publicado! 

Pessoalmente deixo o desafio aos queridos João e Último e a todos aqueles que por aqui passarem e desejem participar!

'Bora lá...

"As férias da infância com o mar da Nazaré no fundo. Os gritos das peixeiras, as cores das sete saias. As ofertas de quartos para alugar em tudo o que era lado.

As passeatas no paredão, as visitas da lota e as festas do sítio.

E aquela senhora que tinha um restaurante e a quem alugávamos quarto que, sem me recordar da cara, grelhava peixe à porta e me ficou sempre guardada na memória.

E os gelados, as gargalhadas, as pessoas conhecidas (que por ali havia sempre pessoas da terra que passavam férias) e as mariscadas.

Não haverão mais férias como aquelas…"

Nazare (17).jpg

 

O meu rosto em cem palavras

Desafio criado pela Ana de Deus

A Ana de Deus, autora do blog "Busy as a bee on a rainy day" têm sempre excelentes ideias de desafios e a querida Isa Nascimento desafiou-me para este que eu aceito (apesar do atraso) com todo o prazer. 

O desafio consiste em escrever um texto onde o nosso rosto seja descrito em 100 palavras. Deixo-vos o post original da Ana onde podem encontrar o desafio e os "rostos" daqueles que já participaram.

Aqui vai então o meu "retrato": 

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O meu rosto é marcado pelo bronzeado do Sol, uns olhos castanhos, uma boca carnuda, um queixo saliente do qual tento aprender a gostar e um nariz de "batatinha", como diria a minha mãe.

Uma cara que se distingue pela expressividade e que demonstra imediatamente todas as minhas emoções, como se tivesse personalidade própria...

Este todo, que já é tanto, está abraçado por um volumoso cabelo castanho, outro que só faz o que quer, e por uma orelhas às quais nunca faltam um belo par de brincos! Rosto e brincos são indissociáveis por aqui.

Um rosto que é essencialmente feliz...

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No seguimento deste desafio gostaria de desafiar duas autoras que eu adoro.

A Mag, que já fez um post em colaboração para este blog anteriormente, e que têm uma escrita magistral e a Sassão, uma descoberta recente mas que me deixa de boca aberta de cada vez que publica um texto! 

Desafio também todos aqueles que passaram por aqui e que queira participar neste desafio. 

Apenas não se esqueçam de fazer a ligação para o blog da Ana.

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Photo by Noah Buscher on Unsplash

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Medo da Mudança

Ter medo da mudança é humano. É uma reação normal do nosso cérebro que tem como objetivo a nossa proteção.

O que não é normal é que o medo de mudar nos paralise e nos impeça de avançar no nosso caminho. Nem sempre a mudança (pelo menos a mudança extrínseca) é mesmo necessária mas é preciso enfrenta-la quando ela é precisa. 

Dou-vos um exemplo muito pessoal: sou daquelas que têm um medo de errar desgraçado.

A minha estratégia foi, perante algumas situações bem aterrorizantes como ter passado pela aventura da emigração sozinha, esconder de mim mesma esse medo. Ele estava lá mas eu evitava pensar nele e isso ajudava-me a enfrentar as coisas. 

Esta estratégia durou algum tempo mas fui perdendo essa capacidade de omissão à medida que fui crescendo e que as responsabilidades e a própria qualidade de vida aumentaram.

Hoje faço os possíveis para enfrentar o medo, o que nem sempre é fácil e nem fica mais fácil com o tempo...

Para isso tento refletir e perceber e antecipar a mudança através dos seguintes pontos: 

- Perceber porque quero mudar:

Durante a semana, a Luísa publicou um texto sobre a Felicidade.

Curiosamente fomos vários os comentadores deste post que falamos de como muitas vezes vamos atrás de uma "felicidade" enganadora e deixamos de lado a "felicidade madura e confortável" que já existe na nossa vida, mas da qual nem nos apercebemos. 

O que quero dizer com isto é que é importante ser sincero consigo próprio em relação à vontade de mudar: se o fazemos por nós ou pelos outros, se pretendemos melhorar alguma coisa ou simplesmente mudar porque "é preciso mudar de vez em quando".

Chegando a essa conclusão verás se tens apenas medo ou se a mudança que precisas é a mudança de ti mesmo e não das circunstâncias. 

 

- Racionalizar o medo:

Ter medo é natural e a melhor forma que eu encontrei de o controlar é de o racionalizar. No entanto, e como dizia o Gonçalo num outro post durante esta semana (sim, sim... o Sapoblogs andou cheio de pepitas de ouro) "nem tudo é tão mau como parece".

Dizer-me que é normal estar assustada, calcular os riscos e procurar planos B na minha cabeça são boas formas de acalmar o turbilhão; 

 

- Comparar o pior que pode acontecer com o momento atual:

(Esta para mim funciona muito bem!) 

Quando ponho na balança o meu momento atual e comparo com o que pode acontecer de pior na minha mudança normalmente consigo encontrar boas respostas. 

 

- Quando começam as dificuldades estamos a caminhar para a mudança:

Uma mudança é sempre difícil. Em primeiro porque é uma renúncia e depois porque é um passo para o desconhecido

Enfrentar as dificuldades como pontos de aprendizagem e saber que o caminho vai ser sinuoso vai ajudar-te a enfrentar as coisas com mais ânimo. Por isso se queres mesmo ir em frente, não desistas! 

 

E por aí, quais as vossas estratégias para lidar com o medo da mudança? Não deixem de partilhar nos comentários, que tenho a certeza serão enriquecedores! 

medo da mudança.jpgPhoto by Bram. on Unsplash

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Saber Escutar

Uma das coisas que mais me têm marcado neste confinamento/desconfinamento é a incapacidade que estamos a demonstrar de ouvir o outro. 

O Mundo está cheio de medo (se por si só, se pelo outro não sei) mas parece que cada um está tão focado em si e nos seus receios que se esqueceu que existem outras vidas e outros problemas. 

E perdemos a paciência para quem está ao nosso lado, de tão focados que estamos em nós mesmos. 

Deixo-vos, neste Domingo, a sugestão de refletir sobre isto. Sobre a vossa paciência, sobre como deixam o medo toldar a vossa visão e nos faz focarmo-nos tanto em nós mesmos que nos esquecemos que o outro pode estar um nadinha pior do que nós... 

Porque as máscaras tapam-nos a cara, não os ouvidos!  

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Photo by bruce mars on Unsplash

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