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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

Crónicas da Cidade dos Leões

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Qui | 29.07.21

4 Razões para não perguntar "Para Quando um Bebé?"

Nala

Tive direito a esta pergunta, tal como muitas de vós (e provavelmente muitos homens também). 


De uma forma geral, e visto que a regra é namoro, casamento e filhos a maioria das pessoas sente-se no direito de perguntar quando começa o namoro, quando a seguir vem o casamento e no final de tudo o adorável "então e já andam nos treinos?" que é, digamos, um bocadinho intrusivo... 

Apesar de não me ter sentido particularmente ofendida com esta questão ainda respondi seco uma ou duas vezes e tive direito a uma cara de escandalizado de quem não gostou da resposta. "Afinal é assim que se faz e se me fizeram essa pergunta a mim porque não hei-de eu fazer-te a ti?" foi a resposta que me deram.

Se calhar porque não devias fazer aos outros o que te fizeram a ti, pensei eu com os meus botões, mas isso dará seguramente assunto para outro post. 

E bem deixo-vos aqui 4 boas razões para deixarem um casal em paz e não insistirem neste assunto! 'Bora lá?

- Ter filhos é um projeto próprio e intimo do casal e essa intimidade deve ser respeitada. Conheço casais que dariam, a meus olhos, pais maravilhosos e que não querem ter filhos por razões que só a eles dizem respeito e outros que fazem da paternidade o seu grande objetivo de vida. 

Qualquer uma destas opções é válida e deve ser respeitada sem necessidade de dar satisfações a ninguém, exceto um ao outro; 

 

- Nenhum de nós sabe quais as razões que levam um casal a não ter filhos e essa é mais uma razão para prevalecer o bom senso.

Existem pessoas que, pelas mais variadas razões médicas, não conseguem engravidar e estarmos sempre a falar no mesmo pode faze-los sentir ainda pior e abrir uma ferida impossível de cicatrizar; 

 

- Pode ser um ponto de discórdia entre os dois.

Quando a nossa relação começou a ficar mesmo séria conversamos sobre a possibilidade de ter filhos e ambos estávamos de acordo sobre o assunto.

Mas pode acontecer o casal ao início não estar de acordo, um deles ceder em favor do desejo do outro ou haver uma mudança de opinião de uma das partes. Nesse caso falar sobre o assunto pode abrir uma ferida e agravar ainda mais algo já complicado de gerir. 

 

- Uma amiga disse-me uma vez que o seu desejo de maternidade tinha sido "roubado" pelas perguntas incessantes sobre o assunto.

Na sua opinião esse desejo que devia ser intimo passou a ser um desejo das pessoas que estavam à sua volta e isso deixou-a tão pouco à vontade que nunca tinha conseguido dar esse passo. 

Mais uma vez, a questão dos filhos é tão intima dentro do casal e implica tantas mudanças no corpo de uma mulher que esta pergunta é de extremo mau tom e pode ter um efeito contrário ao desejado. E admito que até eu senti, por vezes, que as pessoas me pressionavam mais a ter filhos por elas que por mim... 

 

E vocês como reagiram a este tipo de "intromissão"? Têm mais alguma boa razão para não colocar esta questão aos casais que conhecem?

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Photo by Eric Froehling on Unsplash

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Ter | 27.07.21

Confia!

Nala

Quantas vezes já nos aconteceu um simples comentário nos deixar com uma dúvida existêncial e já não sabemos se a nossa vida faz sentido? Quantas vezes nos acontece precisar que alguém, exterior a nós, nos convença que o que fazemos vale a pena? 

Para que passamos então os nossos dias à espera que a atriz importante use uma peça de roupa do género de algo que gostariamos de usar ou que a youtuber da moda nos diga que os nossos cabelos frisados são bonitos? 

Porque havemos de sentir culpa porque alguém nos crítica por irmos a um fast-food de tempos a tempos ou porque consumimos este ou aquele produto?

As pessoas estão seguramente cheias de boas intenções mas não conhecem o nosso percurso. Cabe a cada um de nós fazer as suas próprias escolhas e seguir as suas próprias decisões. Por isso aprende a confiar nas tuas escolhas! 

Confia que não és perfeita mas que estás a fazer o teu melhor e o teu melhor vale muito. Confia nos teus próprios julgamentos, nas tuas próprias capacidades e nas tuas próprias escolhas. 

Estuda-te, empenha-te, cria as tuas próprias opiniões e nunca duvides da tua capacidade a aprender e a melhorar. E a de fazer o melhor possível com o que tens. E nunca duvides disso!

Nem todos temos de ter uma alimentação healthy, nem todos temos de ser empresários de sucesso. Se na verdade não é isso que almejas não há problema nenhum com isso! 

E se não der certo? Para a próxima correrá melhor e tu não perdeste tudo, aliás ganhaste "bagagem" para tomar melhores decisões para a próxima. 

Porque no dia em que te fizeres confiança o Mundo não te escapará! 

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Photo by Mateus Campos Felipe on Unsplash

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Qui | 22.07.21

Coisas que os minimalistas fazem... que eu também faço!

Nala

Não gosto de entrar "em caixinhas" e rótulos não é comigo. Sou mesmo do género a revirar os olhos quando as amigas chegam com mais uma revelação do tipo agora quero ser minimalista e mais logo paleo

O Minimalismo então faz-me respirar fundo, já que normalmente começa sempre com um "tenho demasiada coisa", passa quase sempre num descartar sem método seguido de mais uma enorme fase de aquisição para voltar a comprar tudo aquilo que afinal era mesmo preciso. 

Sou a favor de descartar e nem por sombras acho que devemos guardar tudo mas sinceramente, e a Marie Kondo que me perdoe, o que é demasiado para mim pode ser o mínimo para outra pessoa pois isso depende essencialmente do estilo de vida de cada um.

E é exatamente aí que está o meu grande conflito com os métodos de minimalismo que nos são "vendidos" atualmente de uma forma geral: precisamos de nos conhecer, de reconhecer o nosso estilo de vida e as nossas reais necessidades antes de colocar em prática o que quer que seja e não de seguir listas e padrões pré-estabelecidos por outras pessoas. 

Encontrei recentemente, no meio das minhas inúmeras passeatas sobre o YouTube, o canal de Marilá Ribeirò, uma brasileira residente em Paris que fala sobre a sua forma de ver o minimalismo.

Ao longo dos seus vídeos encontrei vários pontos que estão em prática na minha vida e que entram perfeitamente num estilo de vida minimalista e que, apesar de não os colocar em prática nem de forma forçada nem para ser minimalista (nem me considero como tal coisa) achei que daria um post interessante.

Curiosos? 'Bora lá! 

 

- Ter o necessário: 

Ser "minimalista" é, pelo menos na minha conceção e na de Marilà também, ter o necessário e não ter menos por ter menos. 

Alguém que trabalha em moda precisará de muito mais artigos de moda do que alguém que muda de roupa desde que entra no local de trabalho, como eu, ou alguém que cozinhe muito em casa precisa de muito mais utensílios de cozinha do que alguém que só faz um prato de vez em quando. 

Adaptar as nossas posses às nossas reais necessidades é essencial para não ficar frustrado e estar em medida de realizar a sua vida como o deseja, de forma plena. 

 

- Preferir a qualidade à quantidade:

Sou bastante poupada com as minhas coisas e prefiro a qualidade à quantidade seja em relação a roupas, presentes, quantidade de comida e por aí fora.

Não quero dizer com isso que faça economias mas a ideia é consumir melhor comprando coisas com maior durabilidade e que me sirvam realmente.

Dou-vos um exemplo flagrante: aqui há uns anos comprei uma camisola de caxemira que foi bastante cara. Até hoje ela não ganhou um único borboto e o facto de estar em muito bom estado faz com que goste tanto dela como no primeiro dia e como é um básico não me canso dela.

Moral da história, com o uso ela já ficou mais rentabilizada do que várias camisolas mais baratas juntas e ainda me durará mais uns anos. 

 

- Manter tudo organizado e limpo:  

Quanto mais coisas temos mais dificuldade temos em nos lembrar delas.

Mas mesmo que tenhamos menos coisas é necessário uma boa limpeza de vez em quando e uma arrumação simples e eficaz fazem milagres e assim servimo-nos melhor das nossas coisas.

 

- Servir-me de tudo o que tenho: 

Quem não é do tempo da roupa de Domingo? Ou do serviço de sala que não se usa para não partir? Pois é, cá em casa não há disso. Apesar de guardar uma ou outra peça para o fim de semana, mais por uma questão de praticabilidade que de vontade, ponho tudo a uso. 

Igual para serviços, têxteis de casa e presentes tais como velas, perfumes, etc. Acho que as coisas se fizeram para servir e não para ser guardadas e é isso que faço. 

 

- Dar mais valor ao que tenho: 

Quem nunca foi a uma festa e primeiro não sabia o que comer e depois chegou à conclusão de que comeu demais e está bastante mal disposto? Por vezes mais vale ter apenas uma coisa que nos faça mesmo vontade do que ter muita coisa e quando chega à hora não nos servimos porque não sabemos o que devemos usar. 

E isso é mesmo uma grande vantagem de não ter muita coisa. 

 

- Facilita muito as mudanças: 

Como já comentei convosco antes em cinco anos mudei de casa três vezes e provavelmente não me ficarei por aqui. Por isso admito que, por razões práticas de mudança, ter pouca coisa ajuda bastante no antes, no durante e no depois. 

 

E por aí vocês são mais para o minimalista ou para o acumulador? Quero saber tudo!

Um grande beijinho e até ao próximo post!

Fonte da Imagem: http://ideiadeimpacto.com/o-que-minimalismo-tem-a-ver-com-a-geracao-milenio-e-a-sociedade-pos-digital/

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Ter | 20.07.21

Conversas entre Mulheres: Segredos de uma Noite de Verão #3

Nala

Depois de termos conhecido melhor a Raquel do blog As Taras da Lina e a Lara do blog Nas Nuvens de um Terceiro Andar é a vez de dar a palavra à Beatriz, mais conhecida como Bii Yue, que nos fala através do seu blog Because You Smile Make Me Live

A Beatriz é alguém por quem nutro um carinho muito particular, provavelmente porque me revejo um bocadinho na sua aventura internacional. À procura de independência, de evolução e do seu lugar no Mundo, a Beatriz trás-nos tudo isto (e mais alguma coisa) no seu blog que é fresco e autêntico. 

Espero que gostem tanto como eu de descobrir um bocadinho mais desta menina-mulher que nos escreve da Bélgica!

 

- Quem é a Beatriz, fala-nos um bocadinho sobre ti… 

Eu sou uma pessoa que se descobre a cada dia, que luta para atingir os seus objetivos, que usa a escrita para se expressar. A mulher moderna que só quer ser livre e viver na sua plenitude. A jovem adulta que vive entre duas gerações e que quer mudar a visão de como se encara a vida e o mundo.  

 

- Férias para ti são no mar, no campo ou na cidade? Porque razão?

Férias no campo/mar. Crescer no interior do país e ir passar uma semana perto do mar é tradição. Mesmo quando comecei a universidade perto do mar, sempre gostei de passar pela floresta e sentir todo aquele cheiro da vida.

 

- O outfit preferido do Verão para ti. Aquele que te faz sentir mesmo “poderosa” e porquê?

Um vestido comprido, sentir-me elegante e poder fluir com o vento. 

 

- Como cuidas de ti no Verão: o que não pode faltar na tua vida…

Protector solar, creme para o corpo, água e mais água em forma de chá frio. 

 

- Verão para ti é época de balanços e de recomeços? Para que é que pretendes “tomar balanço” e atacar na rentrée?

Diria que o verão é o meio período do balanço, com as férias existe mais tempo para realmente parar e pensar sobre os meses que foram passando sem se dar conta. É aproveitar o bom tempo para recarregar energias e enfrentar o resto do ano!

 

Agora, para conhecermos ainda melhor os teus gostos responde a estas perguntinhas rápidas! ☺ 

- Esplanada à beira mar e uma conversa intimista ou discoteca e dança a noite toda?

Uns 80/20, existem alturas que dão aquela nostalgia das longas noites...

 

- Bikini ou fato de banho?

Bikini

 

- Água salgada ou água doce?

Água salgada, areia e aquele bronze de verão

 

- Sumo de frutas ou um cocktail?

Sumo de frutas

 

- Saladas ou frutos do mar?

Frutos do mar 

 

- Julho, Agosto ou Setembro?

Setembro

 

- Festas populares ou festa de praia?

Festas populares 

 

Obrigado querida Beatriz por este teu testemunho. Desejo-te um excelente Verão!

E assim se termina este espaço dedicado ao Verão. Espero voltar em breve com mais conversas entre mulheres. Não deixem de partilhar sugestões e críticas a este formato nos comentários. Até lá um grande beijinho e até ao próximo post!

 

Qui | 15.07.21

A Mulher Perfeita é uma chata!

Nala

Imaginem que estão a ler um livro onde a personagem principal é uma mulher (ou homem) perfeita, a quem tudo corre bem desde o primeiro dia e que começa a história exatamente como a acaba, feliz e realizada? 

Se existisse um livro assim seria seriamente desinteressante para não dizer mortalmente aborrecido, não acham?

Mais do que a história acompanhamos uma personagem, o nosso herói ou heroína, ao longo das suas aventuras e desventuras. Vibramos por ela, aceitamos as suas falhas, torcemos para que aprenda com os seus erros e vimo-la erguer-se corajosamente depois de cada queda. Sem julgamentos mas sobretudo com o desejo, e a certeza, de que a sua coragem e força farão a balança pender para o lado do final mais feliz possível. 

A nossa heroína é, por norma, alguém de "normal", de imperfeito... alguém que enfrenta uma série de desaires mas que sabe onde vai e sobretudo porque é que vai. Desafia a sua zona de conforto, tem momentos de cansaço e sente vontade de desistir, chora e faz más escolhas. Escolhas essas que a tornarão mais forte e mais capaz de tomar melhores decisões num futuro próximo. 

E nós gostamos da nossa heroína assim e nunca a abandonamos nem a julgamos por causa disso. 

Agora convido-vos a comparar a imagem da heroína com a imagem que temos de nós mesmas.

Temos tendência a ser mais duras connosco próprias, a achar que todos os nossos atos são fruto de falta de capacidade e olhamos para o que nos acontece de mal com despeito e perfecionismo exacerbado. Fazemos julgamentos de valor sobre nós mesmos que seriamos incapazes de fazer à personagem da nossa história. 

Somos nós mesmos os herois e heroinas das nossas histórias e podemos escolher a tratar-nos como tal.

Podemos e devemos esforçar-nos para ser melhores pessoas mas nunca nos podemos esquecer de que ninguém nasce ensinado e sobretudo que o fazer tudo bem o tempo todo é uma missão impossível e que também nós temos necessidade de cair e levantar as vezes que forem precisas pois é isso que nos faz crescer, aprender e conquistar a nossa vitória. 

Por isso, da próxima vez que estivermos perante uma dificuldade, entre julgamentos e vontade de desistir, olhemos para nós como a heroína da nossa própria história. Aquela que vai perder e ganhar, que vai ter vontade de desistir, que escolherá novos caminhos (e nem sempre o certo) e que comete erros, muitos erros.

E não nos esqueçamos nunca que, tal como nos melhores romances, a mulher perfeita, para além de não existir, é uma chata do pior! 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

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Photo by Tengyart on Unsplash

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Ter | 13.07.21

Conversas entre Mulheres: Segredos de uma Noite de Verão #2

Nala

A semana passada trouxe-vos os segredos da Raquel.

Esta semana deixamos Resende e vamos até à Covilhã conhecer um bocadinho mais a Lara, que conhecemos do blog Nas Nuvens de um Terceiro Andar. 

Mãe de um adorável Francisco, a Lara trás-nos através do seu blog os bastidores da sua vida de mãe, esposa, amiga, familiar, profissional... em resumo uma mulher com muitos distintivos. 

Espero que apreciem tanto como eu este testemunho da Lara. A ti só me resta agradecer o tempo que nos dedicaste :)

 

- Quem é a Lara? Fala-nos um bocadinho sobre ti…

Olá. Sou a Lara, técnica de Anatomia Patológica, Citológica e Tanatológica (damm it!). Vivo na Guarda, a cidade mais alta de Portugal, mas trabalho na Covihã! Sou casada há 5 anos mas estamos juntos há 16! Somos pais do Francisco. Sou uma pessoa simpática, amiga, humilde. Não sei lidar com mentira ou injustiças. Dou tudo pelos meus amigos. Amo ler e escrever.

 

- Férias para ti são no mar, no campo ou na cidade? Porque razão?

Férias para mim, mais do que o sítio, envolvem paz e descanso. Prefiro três dias a não fazer nada do que sete a ter que fazer a mesma rotina: cozinhar, limpar, passar a ferro. Mas, tendencialmente, sou mais de praia para férias grandes. Depois cidade para as escapadinhas!

 

- O outfit preferido do Verão para ti. Aquele que te faz sentir mesmo “poderosa” e porquê?

O meu outfit de verão é igual ao de inverno: calças de ganga! Sou mesmo muito prática mas não sou de usar vestidos ou saias por isso, calças de ganga sempre!

 

- Como cuidas de ti no Verão: o que não pode faltar na tua vida…

Fruta de verão! Melão, meloa, morangos..é para mim a melhor altura do ano e a que me alimentava, se pudesse, só de fruta!

 

- Verão para ti é época de balanços e de recomeços? Para que é que pretendes “tomar balanço” e atacar na rentrée?

Verão para mim é altura de balanço para recomeçar. Inexplicavelmente, o meu cérebro ficou sempre com o calendário escolar, ou seja, para mim o ano começa em setembro! Por isso sim, gosto de fazer balanços e delinear metas nesta altura, para em setembro recomeçar! Pretendo tomar balanço para um ano que espero de mudanças, mas que prometem mudar para melhor toda a nossa vida!

 

Agora, para conhecermos ainda melhor os teus gostos responde a estas perguntinhas rápidas!

- Esplanada à beira mar e uma conversa intimista ou discoteca e dança a noite toda?

Esplanada à beira mar sem dúvida!

 

- Bikini ou fato de banho?

Um fato-de-banho giro!

 

- Água salgada ou água doce?

Água Salgada!

 

- Sumo de frutas ou um cocktail?

Sumo de frutas.

 

- Saladas ou frutos do mar?

Frutos do mar..adoro marisco!

 

- Julho, Agosto ou Setembro?

Julho é o mês das férias…mas setembro tem o meu coração!

 

- Festas populares ou festa de praia?

Festas populares sem dúvida! Quem não gosta?

 

E aqui ficou o testemunho da Lara. Para ti minha querida desejo um excelente Verão, cheio de coisas boas. 

Para vocês queridos leitores, teremos a terceira e última entrevista desta rúbrica na próxima semana! 

Um grande beijinho!

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Qui | 08.07.21

5 Vantagens de Ter um Blog

Nala

O Crónicas é uma das minhas paixões.

No entanto, tal como muitas outras coisas de que gostamos na vida, tenho momentos em que me canso, em que não consigo escrever ou onde me aborreço. Mas, mesmo forçando a barra de vez em quando, aqui continuo, persistente (e embirrante, às vezes). Porque me faz bem e porque adoro partilhar convosco. 

Ao longo dos anos vi muitos e bons blogs desaparecerem em prol de outras formas de comunicação. E o meu objetivo hoje é mostrar-te 5 boas vantagens de ter um blog... e porque é que é tão bom continuar por cá! 

Preparados?

 

- Uma boa forma de praticar a escrita:

A expressão escrita precisa de investimento e de treino, muito treino. E escrever num blog é uma excelente maneira de melhorar esta capacidade já que para além da escrita temos de ter em atenção a compreensão de quem nos lê do outro lado. E escrever mais e melhor nunca é uma perda de tempo! 

 

- Uma excelente razão de aprender coisas novas (ou aperfeiçoar outras):

Um blog necessita quase sempre de algum conhecimento de causa e é a "desculpa perfeita" para nos podermos debruçar sobre aqueles assuntos que nos interessam e que nos sentimos meio culpados por explorar. Lifestyle, moda, vida saudável, ecologia ou o que quer que seja são daqueles temas onde algum trabalho de "back office" tem de ser feito... 

 

- Dá-te um verdadeiro "jogo de cintura": 

Os blogs, tal como outras redes sociais, são alvo de comentários maldosos de vez em quando. O facto de estarmos protegidos pelo computador (e pelo "nome de código" como é o meu caso) permitem-nos levar as criticas como elas são: opiniões das quais tiramos o interessante e mandamos fora o que não nos interessa. E isso é fundamental até para a nossa vida real... 

 

- Resiliência e Persistência: 

O trabalho e o esforço envolvido não são sempre recompensados com muitas visitas ou com muitos destaques, especialmente no início. Mas é um caminho que se faz caminhando e precisamos de ser resilientes e perseverantes para o levar a bom porto. E isso é mais uma excelente razão de ter um blog...

 

- Partilhar com pessoas fantásticas:

Este Mundo da blogoesfera permite-nos conhecer gente maravilhosa, mesmo que nao seja pessoalmente. E numa altura onde precisamos tanto de boas relações a sua boa disposição e bondade valem ouro!

 

E para vocês, qual é o principal benefício de (ainda) ter um blog?

 

Um grande beijinho e até ao próximo post! 

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Photo by Sincerely Media on Unsplash

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Ter | 06.07.21

Conversas entre Mulheres: Segredos de uma Noite de Verão #1

Nala

Agora que o Verão está aí e as férias já começaram (ou estão a aproximar-se rapidamente) resolvi trazer-vos novamente esta rúbrica de que vocês tanto gostaram! 

Desta vez trago-vos três mulheres diferentes, com objetivos de vida diferentes e que nos falaram do seu Verão, das suas preferências e dos seus desejos para esta estação que é conhecida por ser a mais animada do ano! 

O primeiro testemunho é o da Raquel que todos conhecemos do blog As Taras da Lina. A Raquel é a típica mulher dos 1000 interesses e isso é visivel quer no seu blog quer na sua página de Instagram. 

Empenhada na política local e defensora da beleza das suas terras de Resende, apaixonada por caminhadas, trilhos, livros e família e amigos, a Raquel é daquelas pessoas apaixonantes de tão apaixonadas que são. 

E é por isso que é para mim um orgulho tê-la cá hoje para partilhar o seu Verão e se deixar conhecer um bocadinho melhor. 

 

- Quem é a Raquel, fala-nos um bocadinho sobre ti…

Chamo-me Raquel Evangelina, tenho 35 anos e moro em Resende, que é uma vila no Douro, conhecida pelas cerejas. No entanto, sou natural de Leça da Palmeira e sempre que posso dou lá um pulo.

Gosto de escrever, de ler, de viajar, de caminhar (ando sempre a pesquisar trilhos), de fotografar e ver filmes. Sou licenciada em comunicação e estou a frequentar um Mestrado de Relações Internacionais, encontro-me naquela fase que toda a gente “adora” que é a dissertação da tese.

Quando era pequena queria trabalhar na ONU para ajudar os mais necessitados… Mas a vida dá muitas voltas e sou Técnica Superior no Município, no entanto também já trabalhei como locutora de rádio e como Técnica de Promoção de Produtos Locais no estrangeiro.

Sou solteira e sem filhos. Quer dizer… um pastor alemão de 40 kg conta? Sou sarcástica qb, amiga daquelas boas a dar conselhos amorosos aos outros enquanto a vida dela… valha-me Deus! :) Gosto de serões com conversas sobre tudo e nada e de pessoas que me façam rir.

Revirar os olhos é a minha técnica de eleição para não partir para a violência e choro bastante com filmes, livros ou até com vídeos que apelem aos corações sensíveis.

Deixei de comer carne mas peixe ainda como. (está difícil largar o bacalhau :P) Mudo de rumo na vida consoante muda o vento, e de estado de espírito também. Mas isso a culpa é de ser Gémeos ;) E sou sonhadora… sempre.

Ah, sou covid-survivor! Daqui a uns tempos há-de contar para o CV, não? :)

 

- Férias para ti são no mar, no campo ou na cidade? Porque razão?

Para mim tem que ser mistura das 3. Sempre que posso vou a Leça fazer praia, mas como não consigo estar quieta por muito tempo arranjo maneira de descobrir sítios mais rurais que tenham percursos pedestres e cascatas onde tomar aqueles banhos refrescantes em comunhão com a natureza.

Caso a ideia de férias seja ir para o estrangeiro a escolha recai em cidades, para calcorrear ruas e ruelas vislumbrando os monumentos e sentindo a vida e os costumes dos locais.

 

- O outfit preferido do Verão para ti. Aquele que te faz sentir mesmo “poderosa” e porquê?

Apesar de atualmente ser magra, cresci com obesidade e mesmo quando tinha o peso normal andava sempre nos limites para o sobrepeso. Talvez por isso ainda hoje tenha uma relação complicada com o espelho, a balança e a minha autoestima. Assim sendo, creio que nunca me senti “poderosa” com qualquer tipo de roupa, estou quase sempre à procura de defeitos. Não obstante, no Verão costumo usar imensos vestidos e calções.

 

- Como cuidas de ti no Verão: o que não pode faltar na tua vida…

Protetor solar, mas isso é o ano todo. Tenho tendência para ganhar imensas sardas. O que não me importa mas também a tenho para o melasma, principalmente na zona do buço, o que esteticamente não é nada bonito.

Quanto a hidratar-me com cremes depende dos dias e da disposição.

“Obrigo-me” a beber imensa água. E tenho tendência para comer mais fruta nesta época.

 

- Verão para ti é época de balanços e de recomeços? Para que é que pretendes “tomar balanço” e atacar na rentrée?

Depende do verão e da fase que me encontro a atravessar. Normalmente uso esta época para arranjar programas com os meus amigos, mesmo quando estou a trabalhar, visto que os dias são mais compridos. Ou seja, o Verão acaba por ser para me dedicar aos meus.

Também serve para recarregar energias mas como tenho tendência para arranjar 1001 programas, o efeito é o contrário.

Quanto ao tomar balanço tento todos os dias ser uma pessoa melhor que ontem. Nem sempre é fácil. Mas não faço muitos planos, já aprendi que a vida tem sempre maneira de se “meter ao barulho”.

 

Agora, para conhecermos ainda melhor os teus gostos responde a estas perguntinhas rápidas! ☺

 

- Esplanada à beira mar e uma conversa intimista ou discoteca e dança a noite toda?

Esplanada. Nunca fui dada a discotecas. Muito menos agora que estou quase na 3ª idade.

 

- Bikini ou fato de banho?

Uso os dois. Depende do quão saliente está a minha barriga nesse dia :P

 

- Água salgada ou água doce?

Sou apologista das duas, mas salgada. Serei sempre de Leça ;)

 

- Sumo de frutas ou um cocktail?

Sumo, não bebo álcool.

 

- Saladas ou frutos do mar?

Se puder ser as duas, ótimo. No entanto, não posso ficar sem pão. Sem o resto, sobrevivo ;)

 

- Julho, Agosto ou Setembro?

 

Maio :P Mas vá, talvez Setembro. As noites são mais frescas e cheira a recomeço.

 

- Festas populares ou festa de praia?

Populares. Não fosse eu do norte e adorasse o São João.

 

Adorei as respostas da Raquel às minhas perguntas: leves e frescas como pede a data. E vocês? 

Para a semana haverá mais uma convidada por aqui. Até lá um grande beijinho!

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Se por acaso o conteúdo deste texto te agradar não deixes de o partilhar com familiares e amigos.

 

Qui | 01.07.21

Regras de Convivência nos Transportes Públicos

Nala

Nos primeiros tempos deste blog escrevi um post sobre o tipo de pessoas que encontramos nos transportes públicos. Não sei bem porquê acabei por apagá-lo mas hoje trago-vos novamente este tema. 

Frequentar transportes públicos exige algum "jogo de cintura" e sobretudo muito respeito por quem está à nossa volta mas isso nem sempre acontece, seja qual for a desculpa. 

Já me aconteceu a mim, e já vos aconteceu a vocês com certeza, não darem lugar a uma pessoa prioritária ou passar à frente da fila por distração. Mas há uma grande diferença em fazê-lo por um descuido ou fazê-lo de forma sistemática porque "primeiro eu depois os outros". 

Sendo assim, e partindo do princípio que os leitores deste blogue pretendem melhorar as coisas e não empurram velhinhas para ter lugar sentado no metro ou no comboio deixo-vos algumas luzes de reflexão para a utilização dos transportes públicos de uma forma mais galante. 

 

- Cuidado com as distrações: 

Grande parte dos erros que cometemos por inadvertência devem-se ao facto de estarmos distraídos com outra coisa. E enquanto nos focalizamos no nosso telemóvel não tomamos atenção ao que está a acontecer à nossa volta e não nos apercebemos do idoso que está quase a cair para o chão por não ter um lugar sentado;

 

- Respeitar as prioridades:

Pessoas idosas, com deficiência física, grávidas e pessoas com crianças pequenas ao colo são prioritárias em transportes públicos assim como em filas de supermercado.

E isso acontece não porque são privilegiados mas porque é inseguro muito devido às alterações posturais e de reflexos e são pessoas que estão mais sujeitas a quedas e a ferimentos graves em caso de uma travagem repentina, por exemplo. Por isso dar o seu lugar, por muito chato que seja, não é só uma questão de cortesia é também uma história de descargo de consciência já que nenhum de nós quer ter um acidente a pesar na consciência, não é?!

 

- Ocupar espaço com as bagagens: 

Durante anos transportei o meu saco nos comboios regionais Lisboa-Tomar (e quem apanha esta linha a uma Sexta-Feira ao final do dia sabe bem o caos que é) e sei que é complicado levar objetos grandes nos transportes públicos. Mas isso é só uma razão para os aproximarmos o máximo possível de nós e não incomodar os outros. 

Se há coisa que me irrita são as pessoas que ocupam um banco com os seus pertences enquanto muitas outras pessoas estão de pé e igualmente carregadas e cansadas depois de um dia de trabalho.

 

- Esperar pela sua vez para entrar: 

Parece fácil mas há muito boa gente que prefere enfrentar um "mar de gente" a sair do que esperar tranquilamente a sua vez de entrar. 

Isto é desagradável para todos e esta atitude, para além de puder causar acidentes, é de uma falta de educação impressionante... 

 

- Ver vídeos no YouTube com som: 

Todos os novos telemóveis trazem um sistema de fones mas ainda há quem insista em ouvir as suas músicas e os seus vídeos preferidos de YouTube em alta voz provavelmente na ânsia de partilhar aquilo que gosta com todos os outros...

Mas que isto é desagradável é, ainda para mais quando o que mais desejamos é paz e sossego e não mais poluição sonora! 

 

- Utilizar captura de imagem: 

Tirar fotos sem se preocupar com quem aparece à frente ou fazer videochamadas nos transportes públicos é algo que acontece frequentemente e que, para além de ser estúpido (a parte do fazer videochamadas no meio da rua e andar aos encontrões a toda a gente) ainda mostra um certo desprezo pela imagem da outra pessoa e pelo seu direito à privacidade... 

 

E por aí, utilizam transportes públicos com frequência? Quais as outras regrinhas de convivência que acrescentariam? 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

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Photo by Annie Spratt on Unsplash

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