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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

Crónicas da Cidade dos Leões

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Qui | 27.05.21

Dar um ar novo a roupas usadas em três tópicos

Nala

Muitas vezes guardamos roupa no armário e ela acaba por amarelecer, outras vezes compramos roupa em segunda mão (ou passam-nos roupa em segunda mão) e ainda mais comum passam-se roupa de crianças entre irmãos ou entre amigos e pretendemos que ela fique com um aspeto mais "limpo" e "novo" por muito que ela já não seja novinha "a estrear". 

Uma das coisas mais importantes quando se fala de roupa (e que pretendemos que ela dure) é de escolher roupa de qualidade e seguir as devidas instruções de lavagem

Para vos ajudar a tratar da roupa em segunda mão, numa altura em que a minha casa parece a "Aldeia da Roupa Branca" trago-vos algumas dicas para que as vossas peças usadas pareçam mais "novas". 

 

- Usa e Abusa do Bicarbonato de Sódio:

Cá em casa é a minha astúcia número 1 no que diz respeito a roupas claras.

Uma boa dose de bicarbonato, um bom bocado "de molho" e lavar em seguida com o nosso detergente normal e mais uma colher de sobremesa de bicarbonato fazem milagres pela roupa, tira as nódoas amarelas da conservação, não danifica as fibras e ainda é ecológico e barato.

O que pedir mais?

 

- Fazer pequenos arranjos: 

Não é porque uma roupa é de "segunda mão" que tem de se ver ao longe.

Todos nós temos em casa um pequeno estojo de costura que podemos usar para fazer pequenos arranjos (pregar um botão, dar um pontinho numa bainha e por aí fora).

Caso a peça precise de mais arranjos e o teu jeito é parecido com o meu, ou seja inexistente, podes sempre levá-lo a uma costureira ou pedir a alguém que te faça esse favor (não te esqueças é de agradecer convenientemente à pessoa e sobretudo de não abusar); 

 

- Vinagre Branco para roupa desbotada: 

Em caso de as peças estarem um bocadinho desbotadas podemos sempre tentar utilizar vinagre branco e água numa proporção de 50:50. Depois disso é só lavar na máquina. O vinagre branco remove as nódoas, ajuda a dar vida às cores e ainda as protege. 

E não se preocupem que o cheiro desaparece (isto dito por alguém que detesta o cheiro do vinagre).

 

E por aí, quais as vossas dicas para recuperar roupas antigas? Eu deste lado sou "toda ouvidos" no que toca a este tema... 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

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Photo by Janine Meuche on Unsplash

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Ter | 25.05.21

2 Anos de Crónicas

Nala

O Crónicas comemorou ontem 2 anos.

Dois anos de um percurso cheio de encontros, de partilhas mais ou menos pensadas e muitos desabafos. 

Já escrevi sobre imensa coisa diferente, sobre fases completamente diferentes da minha vida e sobretudo sobre aprendizagens e dicas, que são exatamente aquelas coisas que adoro partilhar. 

Vários destaques no Sapo Blog e, nos últimos meses, vários também na página principal do Sapo. 

Dois anos de coisas bonitas (e menos bonitas) mas sempre com um ar de "ninguém nasce ensinado" e "o equilíbrio é a única opção possível" que me parece sempre tão importante. 

Dois anos de aprendizagens, de companheirismo e acima de tudo de muita escrita. E espero contar convosco desse lado!

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Photo by Fachy Marín on Unsplash

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Qui | 20.05.21

Aprender a Escutar

Nala

Escutar é algo que está ao alcance de muitos de nós. No entanto cada vez mais nos limitamos a reconhecer e a reagir ao som que nos chega seja porque nos sentimos vulneráveis com as más emoções do outro seja porque temos mais mil coisas na cabeça. 

No entanto quando alguém nos procura para desabafar (sem exageros, claro) pode ser porque precisa mesmo disso e sobretudo porque confia em nós... 

Coloquemos-nos na pele de quem procura ser ouvido por outra pessoa: recordaste da última vez em que tu próprio o fizeste? O que aconteceu?

A grande maioria de nós provavelmente recebeu um conselho que não tinha pedido ou um "vai ficar tudo bem" cheio de boas intenções mas cujo efeito nem sempre é o desejado. Mas uma coisa é certa, a escuta empática que era aquilo que nós precisávamos ficou aquém das nossas expetativas...

E se isso já nos aconteceu não valerá mais a pena evitarmos de repetir a mesma coisa com os outros?

Hoje trago-vos quatro pequenas dicas para colocar em prática da próxima vez que um amigo ou um familiar vos procure para "esvaziar o saco". 

Nenhuma destas dicas entra no cliché do "repetir a última frase" ou "resumir o que a pessoa vem de nos dizer" porque, parto do princípio, que se estamos mesmo atentos não precisamos de "estratégias" para nos mostrarmos atentos...

 

- Ouvir até ao fim:

Uma vez ouvi alguém dizer, que quando precisava de desabafar, pedia de antemão que a deixassem ter pena de si própria e que não a interrompessem de forma nenhuma. Não me lembro de quem foi a pessoa mas lembro-me que, inicialmente, esta abordagem me parecia excessiva. 

Dias mais tarde dei por mim a desabafar e percebi que era mesmo só disso que eu precisava: enumerar os meus problemas em voz alta, ter pena de mim q.b. e chorar, gritar ou ser mal-educada durante alguns minutos para depois retomar as coisas em mãos e fazer o que tinha de ser feito. 

Depois disso acredito sinceramente que ouvir até ao fim sem interrupções e mostrar empatia pela pessoa que temos em frente é maior ajuda do que todos os bons conselhos que estamos dispostos a dar...

 

- Deixar-se de comparações:

Este é o meu maior defeito! Quando alguém me conta um problema ou uma história imediatamente procuro situações similares que vivi. Não o faço por mal, apenas quero mostrar que passei por algo parecido e "sobrevivi".

Mas em realidade o resultado é contraproducente já que vou sobretudo "minimizar" os sentimentos dessa pessoa. 

Em primeiro lugar quando fazemos isso mostramos-nos mais focados em nós mesmo do que no outro e em segundo lugar cada experiência é altamente subjetiva e não pode haver comparação justa quando as condições e as dificuldades não são as mesmas. 

Por isso nada de comparações de qualquer ordem, independentemente do grau de parentesco ou da amizade que temos pela pessoa em questão já que podemos saber muito da sua vida pelo que ela nos conta mas estamos longe de viver na sua pele

 

- Evitar apresentar soluções (ou uma ode ao "se o conselho fosse bom era pago")

Que atire a primeira pedra quem nunca "largou" dois ou três conselhos durante uma conversa de desabafo completamente convicto de que era isso que nos estava a ser pedido? 

Pois garanto-vos que isso não é, muitas vezes, o caso. 

As pessoas deixam normalmente subentendido se querem um conselho ou, em casos mais graves, pedem essa ajuda espontaneamente. 

Dar conselhos gratuítos não vai ajudar, na maioria das vezes, e pode deixar a pessoa com a sensação de que nem está a ser ouvida nem compreendida. 

E além do mais, a maioria das vezes nós até sabemos bem lá no fundo qual é a solução, só precisamos de falar alto para chegar lá e aceitar o que nem sempre queremos ver. 

 

- Praticar uma escuta ativa: 

Colocar questões necessárias, não fazer julgamentos, mostrar que estamos ali para o que der e vier (com o devido respeito pelos nossos próprios valores, claro) e apaziguar as inquietações da outra pessoa sem as minimizar. Mostrar interesse e perguntar por novidades alguns dias depois, com muita descrição bem entendido.

E não tomar partidos sobretudo quando o sofrimento tem a ver com outra pessoa... afinal só conhecemos um ponto de vista e não é porque alguém está triste que não pode estar errada (falo mais desta assunto aqui).  

 

E por aí, quais são os vossos conselhos (ou os vossos erros) na hora de escutar melhor quem nos procura para desabafar? 

Um enorme beijinho e até ao próximo post!

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Photo by Marcia Mota on Unsplash

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Ter | 18.05.21

Conversas entre Mulheres: Confinamento e Motivação #4

O Testemunho da Patricia

Nala

Ao longo destas quatro semanas, quatro mulheres maravilhosas partilharam connosco as suas motivações e anseios durante este período pandémico. Todos os testemunhos que recolhi foram extraordináriamente inspirantes e estou feliz pelo fato de as ter como "companheiras" de blog e de tanto aprender com elas. 

Ao longo destes dias a Rute do blog O Meu Maior Sonho, a Maria do blog Sorriso Incógnito, a Luísa do blog Uma Pepita de Sucesso e hoje a Patrícia do blog Gosto disto e então?! mostram-nos que todas nós sofremos pelas mesmas coisas e que a diferença está nas escolhas que fazemos quanto à nossa forma de lidar com elas. 

Foram testemunhos de mulheres reais para mulheres reais e cada uma delas nos deixou uma mensagem de peso. Agradeço a cada uma por abrirem o vosso coração connosco e estou ciente que os vossos testemunhos darão alento e motivação a mais do que uma de nós! 

Para terminar com Chave de Ouro, trago-vos o testemunho da Patrícia que todos conhecemos graças ao seu blog "Gosto disto e então?". A Patricia trás-nos, ao longo do seu testemunho, uma mensagem muito importante e que devemos todos guardar bem à mão dentro da nossa mente: a perseverança é fundamental! 

 

- Quem é a Patrícia? Fala-nos um bocadinho de ti e da mulher que és…

- Gosto de dizer que sou mãe, mulher e amiga! Tenho um imenso orgulho no meu percurso, quer a nível profissional quer a nível pessoal, fruto de muito trabalhado e um apoio incondicional da minha família! Sou sonhadora e acredito sempre em dias melhores apesar dos tempos de adversidade que vivemos.

 

- Este último ano foi cheio de desafios para todos nós. Quais seriam os principais pontos positivos e as tuas maiores dificuldades ao longo dele?

– De facto foram, e ainda são, tempos de muita incerteza em que é preciso trabalhar todos os dias nas nossas inseguranças e os nossos medos! Acho que a minha maior dificuldade foi gerir a minha ansiedade...o medo que tinha que alguém da minha família ficasse gravemente doente…e a distância física da minha mãe e principalmente da minha avó…sinto tanta falta do cheirinho dela! Os pontos positivos, que felizmente também existem, foram vários…tive sempre por perto os meus verdadeiros amigos…as vídeo chamadas eram diárias…e que o amor que nos une é de facto inabalável.

 

- Como mulher fala-nos um bocadinho da tua organização com o trabalho, casa e todos os papéis que desempenhas (mãe, filha, esposa, amiga…). Sentes que consegues encontrar tempo para cuidar de ti ou nem por isso?

– Ter tempo para mim sempre foi uma prioridade! Acho muito importante para o nosso equilíbrio! Um banho mais prolongado, uma esfoliação, fazer uma máscara…fizeram sempre parte das minhas rotinas! Considero-me uma pessoa organizada, preparo sempre tudo de véspera (lancheiras, roupa, refeições), faço todos os dias uma limpeza rápida e antes de me deitar faço uma verificação e arrumo tudo o que está fora do lugar! Assim as coisas vão-se mantendo e eu vou mantendo a minha sanidade mental. Nesta fase tento que os meus adolescentes façam o mesmo…naturalmente há dias em que não tenho sucesso!

 

- Qual é aquele momento do teu dia em que te ofereces um bocadinho só para ti… e que se não o tens sentes uma falta terrível?

– Para mim o final da tarde é por eleição o meu tempo…gosto de relaxar beber, um chá e ver na televisão qualquer coisa (normalmente é o TLC)…mas em outras alturas foi à noite. Os meus filhos iam para a cama religiosamente às 9h30 e então aí tinha todo o tempo para as minha coisas!

 

- Uma das razões pelos quais adoro seguir o teu blog é o teu estilo e a tua forma de estar. Como fazes para manter a motivação na hora de levantar, vestir e arranjar e não sucumbir à tentação do pijama e fato de treino o dia inteiro e esqueceres-te de tratar de ti?

– Acho que tem a muito a ver com a nossa maneira de ser! Fui educada desta maneira, assumir sempre as responsabilidades e dar sempre o nosso melhor! Se temos sempre sucesso? Claro que não…mas amanhã será um outro dia.

Acho que a nossa maneira de estar e de vestir transmite sempre uma mensagem para os outros, se queremos parecer profissionais, credíveis, responsáveis e produtivos temos que agir em conformidade…por isso…pijama não faz parte do meu dress code…mesmo em teletrabalho!

 

- Qual o conselho que gostarias de deixar a todas as mulheres (e homens, claro) que precisam de um incentivo para cuidarem de si próprios ou que se passaram para segundo plano devido a todas as restrições e desafios que este último ano?

– Em primeiro lugar não se esqueçam que os filhos crescem e que o trabalho é para fazer no escritório! Crie hábitos e arranjem sempre tempo para si, todos os dias, nem que seja ao deitar. Fomentem sempre o amor e amizade! Se nós estivermos bem quem nos rodeia também vai estar, nunca se esqueçam disso!

 

Acabamos esta primeira edição do "Conversas entre Mulheres: Confinamento e Motivação" com chave de ouro não acharam? Eu adoro o pragmatismo da Patrícia e esta entrevista não me desiludiu nem um bocadinho! Afinal a melhor imagem de si mesmo passa sobretudo pelo autocuidado e pelo amor-próprio. 

Querida Patrícia mais uma vez obrigado pela tua gentileza e carinho. É sempre um prazer contar contigo aqui no blog. 

E a todos vocês que leram cada uma destas entrevistas, que comentaram e acompanharam prometo que elas voltarão: com novos temas e novas entrevistadas lá mais para a frente.

Entretanto continuem a acompanhar o Crónicas à Terça e à Quinta! 

Um enorme beijinho a todos e até ao próximo post!

Se ainda não seguem a Patricia façam o favor de dar um saltinho ao seu blog e à sua página de instagram estou certa de que vais adorar <3 

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Sex | 14.05.21

A minha "Bucket List" pós casamento: 1 ano depois onde estamos?

Nala

Em Março deste ano celebramos o nosso primeiro aniversário de casamento.

Foi um ano muito preenchido por projetos pessoais, com bastante desgaste profissional e com normal limitação na realização dos nossos objetivos devido à pandemia. 

Apesar de tudo pareceu-me apropriado (apesar do atraso) fazer um pequeno recapitulativo desta lista assim como as razões/causas desse sucesso ou insucesso ou outras coisas que se foram juntando a ela. 

'Bora lá!

 

- Fazer um curso de escrita criativa: Apesar deste projeto me ter seguido durante algum tempo acabou por ficar em stand-by

Durante os confinamentos de Março a Maio de 2020 optei por fazer alguns cursos rápidos de blogging

Também com todas as mudanças que aconteceram e que se tornaram, naturalmente prioritárias,  não faço ideia de quando o retirarei da gaveta, se é que algum dia o vou fazer. 

 

- Conseguir o DALF C1: Apesar de este ser um objetivo ainda presente na minha cabeça também passou um bocadinho ao lado ao longo deste primeiro ano de casamento. No entanto, e ao contrário do ponto anterior, está na lista dos "a realizar assim que possível" já que representará para mim uma espécie de conquista pessoal.

 

- Viagem a Itália: Este ponto parece-me tão engraçado, sobretudo pela ingenuidade que ainda tínhamos todos em Fevereiro do ano passado.

Não houve nem viagem a Itália e mesmo as viagens a Portugal foram racionalizadas ao máximo (uns dias no Verão e meia dúzia de dias no Natal sempre com testes e vendo o mínimo de pessoas possível e sempre ou ao ar livre ou com máscara).

Aliás digo mesmo aos meus amigos que a próxima vez que for a Portugal as pessoas vão achar que eu "roubei" um bebé para a viagem... e esta distância que se tornou tão grande tem sido bem mais difícil de aceitar do que aquilo que eu algum dia podia supor. 

Quanto à viagem a Itália continua na lista, claro. Até porque a fronteira italiana não é assim tão longe de Lyon e isso pode ser uma enorme vantagem.

 

- Ver este blogue crescer: Apesar de nem sempre ter tempo ou disponibilidade mental para ele, o Crónicas vai crescendo pouquinho a pouquinho. 

Este ano foi rico em destaques na página principal do Sapo, o que me deixa cheia de orgulho, e aquela "família" que por cá fui criando continua coesa e super amável, crescendo sempre em número e em interação. 

 

- Continuar a melhorar a minha forma de comunicar: O grande problema de uma lista de objetivos é não nos darmos conta dos passos que demos se não voltarmos a ela. E quando li este ponto a minha reação foi: caraças, não me dei descanso! 

Estou mais assertiva e segura de mim, mais capaz de comunicar as minhas dificuldades e de exprimir discórdia. Aprendi a escolher as minhas próprias guerras e estou a trabalhar a fundo na gestão das minhas prioridades. Mas caramba... estou orgulhosa do caminho que percorri até aqui e que, apesar de não ser perfeito, espero que seja duradouro! 

 

Existiram ainda outros objetivos que se foram juntando à minha lista ao longo do ano e outros objetivos familiares que foram sendo atingidos aos pouquinhos e que se foram tornando prioridade. Sendo assim foram estes meus pequenos projetos que ficaram para trás. 

Em resumo não foi um mau primeiro ano de casamento, e vocês o que acham? 

Um enorme beijinho e até ao próximo post!

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Ter | 11.05.21

Conversas entre Mulheres: Confinamento e Motivação #3

O Testemunho da Luísa

Nala

Até agora, nestas Conversas entre Mulheres, já conhecemos mais um bocadinho da Rute de O Meu Maior Sonho e da Maria do Sorriso Incógnito. Hoje é dia de vos trazer mais um testemunho "de peso". 

Quando pensei, ou melhor, cedi ao impulso de escrevinhar umas perguntas e colocá-las a outras colegas bloggers convidar a Luísa do blog Uma Pepita de Sucesso pareceu-me uma evidência. 

Temos idades diferentes, vidas completamente diferentes mas vejo a Luísa como um exemplo daquilo que eu gostava de ser "quando for grande" e só isso já diz muito sobre aquilo que eu penso desta mulher e do que ela nos transmite!

A Luísa abriu-nos, mais uma vez, as portas da sua mente e do seu coração e deixou-nos também ela um testemunho muito especial: "Gostar de nós é essencial". 

 

Quem é a Luísa? Fala-nos um bocadinho de ti e da mulher que és…

Sou a Luísa, quase, quase a fazer 60 anos. Sou muito feliz e tenho muitas paixões.

Adoro moda, exercício físico (dança, pilates, yoga, cardiofitness), o meu trabalho, os meus livros, o meu marido e a minha Ilha da Madeira.

Tenho 3 filhas, com 34, 28 e 18 anos e uma neta com 6 anos que são o meu grande orgulho.

Sou muito apaixonada por mim e pela minha vida.

 

Este último ano foi cheio de desafios para todos nós. Quais seriam os principais pontos positivos e as tuas maiores dificuldades ao longo dele?

O que mais me custou neste último ano foi não poder estar com os meus pais e com os meus amigos mais amiúde, não poder abraçá-los nem beijá-los. Sou de muitos afetos. Mas tudo se vai resolvendo com mensagens e chamadas telefónicas ou videochamadas.

Sou muito otimista e positiva, acredito sempre que os desafios vêm para nos tornar mais fortes.

Acredito que consigo dar sempre a volta por cima. Sei que encontro sempre uma solução satisfatória para os desafios que surgem.

Também sei que o tempo ajuda a resolver tudo.

Aguardo pacientemente que tudo volte ao normal e muito melhor.

 

Como mulher fala-nos um bocadinho da tua organização com o trabalho, casa e todos os papéis que desempenhas (mãe, filha, esposa, amiga…). Sentes que consegues encontrar tempo para cuidar de ti ou nem por isso?

Tudo passa por gerir muito bem o tempo. Planear o dia-a-dia e priorizar o que é mais urgente e importante. Quando as minhas filhas eram pequeninas e necessitavam muito do meu apoio era esta gestão e planeamento que me ajudaram a fazer tudo de forma organizada.

O meu marido sempre me ajudou nas tarefas de casa, logo sobrava sempre um tempinho para me mimar e cuidar de mim.

Com as filhas crescidas tudo se tornou mais fácil.

Estou num regime misto, 3 dias em teletrabalho, 2 dias em regime presencial o que é muito bom. Adoro arranjar-me para sair para trabalhar. Adoro o contacto com os meus colegas, ainda que com todos os cuidados necessários.

Quando estou em casa também me arranjo, mas com um fato de treino ou roupa mais casual e esportiva.

 

Qual é aquele momento do teu dia em que te ofereces um bocadinho só para ti… e que se não o tens sentes uma falta terrível?

Depois do trabalho. Trabalho até as 17:00 horas… das 18:00 às 20:00 são 2 horas só para mim. Não permito que nada nem ninguém mas tire. Organizo-me para ter este meu tempo onde nada me atrapalhe. Faço o meu treino físico diário, leio, cuido-me e atualizo os blogues.

 

Uma das razões pelos quais adoro seguir o teu blog é o teu estilo e a tua forma de estar. Como fazes para manter a motivação na hora de levantar, vestir e arranjar e não sucumbir à tentação do pijama e fato de treino o dia inteiro e esqueceres-te de tratar de ti?

Como já referi, adoro a minha vida. E, acima de tudo, gosto muito de mim. Sinto muito prazer em olhar para o espelho e gostar do que vejo, de sentir-me bem por dentro e por fora. Sou muito vaidosa e nunca saio de casa sem estar bem arranjada. Sinto um enorme prazer em maquilhar-me, vestir-me, perfumar-me.

 

Qual o conselho que gostarias de deixar a todas as mulheres (e homens, claro) que precisam de um incentivo para cuidarem de si próprios ou que se passaram para segundo plano devido a todas as restrições e desafios que este último ano?

O mais importante é gostar de nós! Quando gostamos de nós próprios sentimos orgulho da pessoa que somos, do nosso percurso e da nossa vida. Quando nos pomos em primeiro lugar, fazemos tudo com muito mais amor, mais carinho, mais vontade e conseguimos dar mais amor e atenção aos outros.

 

E por aí, gostaram deste maravilhoso testemunho da Luísa? Eu adorei e achei a mensagem que nos passou muito mas mesmo muito importante! É importante gostarmos e termos orgulho em nós mesmos e assim tudo fluirá com muito mais naturalidade! 

Obrigado Luísa por este teu maravilhoso contributo! 

Na próxima Terça Feira teremos a última convidada deste "Conversas entre Mulheres". E será mais uma lição daquelas... 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

Se ainda não seguem a Luísa façam o favor de dar um saltinho ao seu blog e às sua páginas de instagram e facebook. É certo que não se irão arrepender! 

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Qui | 06.05.21

4 Coisas que a Gravidez (já) me ensinou sobre Maternidade

Nala

Por aqui entrámos recentemente no último trimestre de gravidez e algumas situações já me começaram a preparar para esta nova realidade que começará em breve: ser Mãe. 

Hoje decidi trazer-vos quatro coisas que a gravidez já me ensinou sobre a maternidade, algumas pouco surpreendentes mas outras verdadeiras mudanças de perspetiva, e das quais espero não me esquecer no futuro. 

Preparados? 

 

- A Sensação de Culpa:

E se comer alguma coisa que lhe fez mal? E se os cremes que uso não estão indicados? E se me descuidei com uma lavagem das mãos e a serologia da toxoplasmose fica positiva? Todas estas questões nos passam mil vezes pela cabeça. 

A sensação de culpa, a vulnerabilidade da vida que carregamos e a responsabilidade pela saúde e a segurança de um pequeno ser podem ser verdadeiramente esmagadoras se não tivermos cuidado com as nossas emoções. 

 

- A Gravidez é quase uma competição:

Sabia que nós mulheres nem sempre somos solidárias umas com as outras mas no que diz respeito à gravidez e à maternidade as coisas podem ser levadas ao extremo.

Desde colegas que se queixam a outros quando pedimos ajuda para realizar uma tarefa mais pesada, àquelas que te tentam fazer sentir uma nódoa porque "eu nunca precisei de ajuda e não tive nem um dia de baixa" podes ouvir um bocadinho de tudo. Um conselho? Respeita o teu corpo, o teu ritmo e o teu bebé e sobretudo não te ponhas em risco para mostrar aos outros do que és capaz. 

E depois a maioria das pessoas, inclusive homens e colegas sem filhos, são bastante mais solidários do que muitas "super mães" que se cruzam no nosso caminho.

 

- Os livros e sites sobre gravidez nem sempre são os melhores aliados:

Comecei a gravidez cheia de vontade de aprender mais e fiz imensas pesquisas sobre o assunto.

Existe informação muito boa mas também encontrei muita informação irrelevante, contraditória ou mesmo aterrorizante. E convenhamos que quando estamos perante um positivo, por muito desejado que ele tenha sido, já nos sentimos suficientemente em pânico. 

Rapidamente percebi que a maioria dos livros e alguns blogs se dividem em dois grupos: os defensores da gravidez como o estado de graça último e aqueles que apresentam a gravidez e o parto como o Inferno na Terra.

Como nenhum destes pontos de vista me convinha e sempre acreditei que haveriam coisas muito boas e coisas muito difíceis, decidi parar de consumir este conteúdo e fiei-me às informações dos profissionais* que me seguiam, comecei a fazer confiança ao meu próprio instinto e a partilhar aquele medo e angustia com alguma amiga que já passou pela mesma situação e que teve provavelmente a mesma dúvida. 

 

- O papel de Pai (e como pode ser difícil ser espetador): 

Enquanto mulheres sentimos o nosso corpo mudar desde o início da gravidez e adaptamos-nos pouco a pouco à nova vida que se forma. Temos náuseas, vómitos e vimos o nosso corpo mudar pouquinho a pouquinho mas suficientemente rápido para nos adaptarmos a esta nova realidade.

Pelo contrário os pais tem uma posição de meros espetadores mas, ao mesmo tempo, é-lhes pedido que nos compreendam e que nos apoiem a toda a prova. O problema é que eles não conseguem sentir o que nós sentimos e esse desconhecimento pode ser assustador para eles.

Felizmente no nosso caso a comunicação funcionou perfeitamente e desde o início que conversamos sobre tudo e mais alguma coisa. 

E essa discussão constante dos nossos medos, angústias e receios fez com que nos sentíssemos os dois mais seguros e confiantes à medida que a gravidez avançava. E depois a barriga a crescer, as ecografias e os primeiros movimentos que ele pode sentir acabaram por solidificar a sua posição de pai e começa a sentir-se "um verdadeiro jogador de futebol e não o treinador de bancada". 

De notar que, apesar do meu marido ser o primeiro a reclamar quando numa sala de espera com dez mulheres existem apenas dois acompanhantes, a verdade é que os próprios serviços seja por falta de tempo ou por falta de hábito nem sempre lhes dão tempo de antena*. Ainda me lembro da primeira consulta na maternidade em que a sage-femme* mal olhou para ele ao longo de toda a consulta e nem lhe dirigiu palavra.  

 

* Nunca é demais relembrar-vos, e para evitar alguns comentários como os que tive no post sobre o Body Positivy, os profissionais de saúde que nos seguem devem ser pessoas da nossa inteira confiança. Se não se sentem ouvidos ou se não acham que estejam a ser bem atendidos são livres de pedir uma mudança de médico ou uma segunda opinião. E sobretudo coloquem todas as dúvidas aos vossos médicos e não saiam de lá sem uma resposta satisfatória. 

* A nossa realidade em Lyon é um bocadinho diferente da que me parece estar a acontecer em Portugal. Desde Maio do ano passado as restrições ao acompanhamento da grávida por um acompanhante adulto são autorizadas e até agora o meu marido pode acompanhar-me a rigorosamente todas as consultas, ecografias e mesmo numa ida às urgências ele foi autorizado a estar presente. 

* Profissional de saúde com diploma universitário em França (e noutros países europeus como Reino Unido) que tem a competência do seguimento da gravidez normal (seguimento obstétrico, realização de ecografias, prescrição de exames complementares de diagnóstico), realização de parto normal sem presença obrigatória do obstetra, acompanhamento do pós-parto da mãe e do bebé nos primeiros dias de vida, aconselhamento em aleitamento, reeducação perineal e preparação para o parto e mais recentemente realização de vários atos de ginecologia em mulheres saudáveis. Em comparação com a realidade portuguesa será uma profissão que une as competências do obstetra-ginecologista (fora situação patológica) e dos enfermeiros especialistas em saúde materno-infantil. A reeducação pós-parto pode também ser realizado por um fisioterapeuta especializado em saúde da mulher sendo até mais indicado em caso de cesariana. 

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Photo by Jonathan Borba on Unsplash

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Ter | 04.05.21

Conversas entre Mulheres: Confinamento e Motivação #2

O Testemunho da Maria

Nala

No primeiro Conversas entre Mulheres conhecemos um bocadinho mais da Rute do blog O Meu Maior Sonho que nos trouxe o seu testemunho sobre o como se manter motivada mesmo nesta fase difícil sem deixar de lado nenhum dos seus papéis. 

Nesta segunda edição trago-vos o testemunho da Maria do blog Sorriso Incógnito.

A Maria é a típica "Mulher do Norte": carácter e força de vontade são duas características que sobressaem dos seus textos e é impossível não apreciar aquilo que nos diz e sobretudo a forma como o faz. 

A cada uma das minhas perguntas ela respondeu com uma frontalidade incrível e ainda nos deixou uma mensagem de peso: "Não tenhas medo do espelho!"

Um testemunho muito, mas mesmo muito inspirante!

 

- Quem é a Maria? Fala-nos um bocadinho de ti e da mulher que és…

Costumo dizer que sou típica mulher do Norte. Acho que tenho um coração bom, sou de valores, tento sempre ser melhor pessoa, sou muito tu cá tu lá, sou a que se importa com o vizinho, mas tenho pimenta no nariz e o coração perto da boca. Prezo muito as relações entre pessoas, sou muito amiga do meu amigo (e se calhar o ter duas afilhadas filhas de amigos comprova isso), mas não sou fácil de abrir a minha vida a muitas pessoas.

Sou bem mais envergonhada que o que parece. Tenho sempre o melhor dos sorrisos, mesmo quando tenho todas as razões para chorar. Mas não sei lidar com a pergunta “passa-se alguma coisa contigo?”. É claro que quem me conhece às vezes consegue chegar lá. Sou uma mulher com orgulho de o ser, ciente dos meus defeitos mas consciente das minhas virtudes 😊

 

- Este último ano foi cheio de desafios para todos nós. Quais seriam os principais pontos positivos e as tuas maiores dificuldades ao longo dele?

Foi um ano diferente para todos, e sentido de forma diferente por todos. Eu fui uma privilegiada. Acho e admito, não poderia dizer o contrário. Estamos todos na mesma tempestade, mas é claro que em barcos diferentes.

O maior desafio para mim foi o teletrabalho que fiz pela primeira vez na vida, que de início até gostei mas que no balanço não foi assim tão bom. Mas a verdade é que o ponto positivo tive sempre trabalho. Sempre. E bastante. E continuo a ter. Graças a Deus. E consegui faze-lo em segurança junto dos meus e tendo também esse cuidado para com eles.

A minha maior dificuldade foram as saudades dos abraços e foi lidar com a saúde mental. Que deve ser do que ficou mais devastado este ano. Todos fomos afetados, mas quem já tem problemas agravaram. Eu tenho que lidar com isso, foi difícil. Muito difícil. Deu-me medo muitas vezes e continua a dar.

A minha saúde mental e a dos que me rodeiam é um ponto essencial para toda a positividade que tento ter no dia a dia e quando isso falha em algum ponto é deveras complicado.

 

- Como mulher fala-nos um bocadinho da tua organização com o trabalho, casa e todos os papéis que desempenhas (filha, esposa, amiga…). Sentes que consegues encontrar tempo para cuidar de ti ou nem por isso?

Confesso que sou um desastre no que toca a tomar conta de mim. Posso deitar desculpas para aqui ou para ali, mas na verdade não há desculpas porque quando quero mesmo as coisas arranjo todo o tempo quase sem falhar.

Tenho o típico trabalho 9 às 18h mas o horário nem sempre é literalmente esse muito menos quando a cabeça vem ocupada para casa. Tento que não aconteça para estar mais inteira com os meus, a casa e eu mesma.

Tento. Todos os dias são diferentes e acho que isso se deve ao teu humor diário. Se acordares bem vais conseguir lidar melhor com o tempo e com a sua organização.

Mas tenho pontos essenciais onde preciso que as coisas no trabalho me corram de feição para depois chegar a casa e organizar -me com o trabalho de casa a fazer, com ajudar os meus pais no que precisam, ter tempo para videochamadas para encurtar distâncias e no tentar falar sempre com algum amigo e nomeadamente a minha afilhada vizinha que me faz recuperar forças e desligar o stress dos dias.

Sou muito esponja e se conseguir ver à minha volta as coisas bem, eu estou bem e a cuidar de mim.

 

- Qual é aquele momento do teu dia em que te ofereces um bocadinho só para ti… e que se não o tens sentes uma falta terrível?

Não tenho um momento fixo, ou seja não posso dizer que é de manhã ou à noite ou quando chego do trabalho. Mas há um momento em que penso mais como está a minha vida, inevitavelmente quando vou a conduzir e quando me deito e estou completamente sozinha.  Só para pensar mais em coisas minhas e alinhar chacras.

Há mulheres por exemplo que é quando se maquilham, ou quando fazem banhos spa, ou algo do género, não tenho paciência para isso, confesso. E nem é esse momento “típico zen” que me faz falta. Faz-me falta é cada momento que acho que falhei e não tentei ser melhor, de coração isso cutica-me no meu ponto essencial para me sentir bem.

Cada vez mais sou muito mais interior (à procura daquela paz) para ter harmonia com o meu exterior e o que transbordo.

 

- Uma das razões pelos quais adoro seguir o teu blog é o teu estilo e a tua forma de estar. Como fazes para manter a motivação na hora de levantar, vestir e arranjar e não sucumbir à tentação do pijama e fato de treino o dia inteiro e esqueceres-te de tratar de ti?

Confesso que nunca fui de ter um estilo. Sou sempre pelo que me apetece. Eu não consigo organizar a roupa para o dia a seguir por exemplo. Porque isso depende do meu estado de espírito. Tem dias que saio de casa arrastada por sapatilhas jeans e uma blusa básica. Tem dias que vai no salto porque me apetece e posso. Mas tem domingos por exemplo (mais inverno) que me apetece passar de pijama a passo. Não me sinto nada mal por isso. 

Na verdade se estiver em casa gosto de estar o mais confortável possível porque me faz sentido assim como me faz sentido quando saio sentir-me bem nem que seja ir toda arranjadinha como quem vai para uma saída top quando vou só comprar pão.

Um dia destes tive uma "discussão " com alguém que me dizia que as pessoas se arranjam para os olhos das outras. Não digo que não tenha influência, mas eu arranjo-me para estar top aos meus olhos. E é isso que eu vou passar aos outros! Essa é a minha motivação.

 

- Qual o conselho que gostarias de deixar a todas as mulheres (e homens, claro) que precisam de um incentivo para cuidarem de si próprios ou que se passaram para segundo plano devido a todas as restrições e desafios que este último ano?

Não tenhas medo do espelho e enfrenta-o. O espelho não reflete quem és, mas é em frente a ele que te consegues ver melhor. Por fora e por dentro.

O dia a dia muitas vezes tira-nos isso e só olhamos de esguelha para um espelho, mas enfrentá-lo com a pergunta estás bem? Vai fazer com que se tente responder a essa pergunta e não é só se estás bem com essas rugas que começam a aparecer ou com os quilos a mais na balança é se estás bem com aquilo que o espelho te faz bem, se te gostas, se te sentes bem contigo mesma, se transpareces que estás bem.

Não tem a ver com as medidas, tem a ver com o teu EU. Isto é uma fase menos boa que vai passar e tu tens inevitavelmente que passar por ela mas temos que passar de cabeça erguida e a tentar acima de tudo que a nossa saúde mental acompanhe da melhor maneira.

 

E por aí, o que acharam deste testemunho da Maria? Eu confesso que retive a respiração ao longo do texto! 

Para a semana teremos uma nova convidada que nos vai também ela trazer o seu testemunho.

Um grande beijinho e até ao próximo post!

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