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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

Crónicas da Cidade dos Leões

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Sab | 30.01.21

5 Guloseimas da minha infância!

Nala

Nasci no final dos anos 80 e, por isso, passei a infância nos anos 90. 

De todas as coisas de que me podia recordar vieram-me à memória os meus doces favoritos.

Escolhi apenas cinco e bem que podiam ter vindo muitos mais. Sinceramente nem sei como chegamos à idade adulta com tanto açúcar que comíamos  

Bem, brincadeiras à parte, algumas destas guloseimas duram até hoje mas outras ficaram perdidas lá para trás. 

Vejam lá se também se lembram?

 

Push-Pop:

Todas as crianças dos anos 90 se devem lembrar dos push-pop. Estes chupa-chupas vinham dentro de uma espécie de batom o que lhe permitia ir comendo ao longo do dia. 

De memória o sistema servia sobretudo para nos deixar as mãos sujissímas! 

 

Cigarros de Chocolate de Leite:

Este é dos poucos itens que tenho a certeza que já não existe no mercado.

Mas a verdade é que os cigarros de leite foram, contra todas as estatísticas, os únicos cigarros que consumi na vida e eram deliciosos! 

 

Chocolates Galak:

Uma daquelas delícias que marcaram a minha infância e pelas quais era apaixonada.

Os Galak tinham uma forma de discos de chocolate branco e um saquinho com um golfinho. 

Calculo que ainda estejam à venda, nem que seja em forma de tablete de chocolate, mas a verdade é que ao longo dos anos fui perdendo o interesse pelo chocolate branco. Mas continuo a guardá-los como uma boa recordação! 

 

- Finibons:

Os finibons foram o meu devaneios de início de adolescência, pelo que podem parecer temporalmente distantes dos outros produtos de que falo no texto, mas sim eles apareceram nos anos 90. 

Para quem não se lembra esses "rebuçados" eram muito doces mas quando o revestimento exterior se partia eram bem azedos! Mais uma excelente recordação! 

Petazetas:

Depois dos finibons mais uma coisinha que picava nesta lista. As petazetas eram dos meus doces favoritos não porque soubessem bem, a ser honesta mal me lembro do gosto, mas porque adorava os estalinhos na boca! :)

E por aí, quais os vossos doces de infância preferidos? Lembram-se destes?

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Qui | 28.01.21

Lição de Vida... Num Chocolate

Nala

O meu trabalho é, muitas vezes, uma fonte enorme de assuntos de reflexão. E muitas vezes fazer a diferença na vida das pessoas não é tão levado ao extremo como mostra o Dr. House mas apenas são precisas pequenas alegrias e apoio suficiente para colocar um sorriso na cara de alguém. 

O Sr. S (chamemos-lhe assim) está no nosso serviço desde há 15 dias. Entrou de urgência para ser sujeito a uma cirurgia cardiaca ao estado de quase vida ou morte. O Sr. S. está sozinho no Mundo, não se entende com os familiares mais próximos e os seus problemas económico-sociais são bastantes graves. 

Para ajudar à festa o Sr. S. sofreu uma amputação do membro inferior esquerdo há pouco menos de um ano e está consciente de que o direito não tardará muito a sofrer o mesmo destino. 

Um destes dias dizia-me ele com um sorriso triste que foi o preço que pagou por ser "um grande comilão, um grande bebedor e um grande fumador". Eu respondi-lhe que erros cometemos todos e que era para a frente o caminho. Sinceramente ainda não aprendi, se é que algum dia vou aprender, a lidar com uma situação destas e saem-me sempre "frases cliché". 

Na Sexta Feira passada, enquanto fechava os meus registos da semana, ouvi o Sr. S. dizer a um jovem enfermeiro que lhe apetecia um bocadinho de chocolate.

Olhei para a colega de enfermagem que estava por perto (e que conheço bastante bem pelo que não precisei de muito tempo para perceber o que ela ia fazer) e ouço-a chamar o colega e colocar-lhe algumas questões clínicas sobre o doente. E a seguir fomos buscar um chocolate para o Sr. S. ...

E nesse momento, enquanto assistiamos a um homem adulto comer um chocolate até se lamber os dedos (literalmente) com um sorriso infantil sentimos que fizemos alguma coisa de importante por ele.

Porque são estes atos, que vão mais longe do que uma exímia perícia técnica ,que é certo bem necessária, que fazem um paciente se sentir acompanhado no hospital onde está. 

No fim agradeceu-nos a todos (porque toda a equipa se envolveu na "caça ao chocolate") e confessou-nos que não comia um pedacinho de chocolate há mais de um ano e que já se tinha esquecido de como era tão bom. 

E nós, que tantas vezes nos esquecemos de aproveitar os pedacinhos de chocolate que a vida nos vai oferecendo e que, provavelmente, só nos aperceberiamos de como tinhamos sorte em tê-los quando os perdemos. 

E assim o Sr. S. deu-nos uma lição de vida bem mais valiosa do que o pobre chocolate que fomos buscar para lhe dar!

Já agora, para todos aqueles que podem chocar-se com o facto de termos oferecido um chocolate a um paciente tenho a dizer que um bocadinho de açucar não o vai matar mas irá, com certeza, dar-lhe algum alento para o longo caminho que ainda irá terá pela frente. E às vezes é de fé e alento o que mais falta numa cama de hospital... 

daniel-fazio-JBN6FHP5VXk-unsplash.jpgPhoto by Daniel Fazio on Unsplash

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Ter | 26.01.21

3 razões para te manteres "no ativo" em confinamento

Nala

Os dias não estão fáceis, se é que alguma vez estiveram, desde Março passado.

Novas medidas de confinamento, mais medo pela doença, pelo risco de perder o emprego, pelos problemas económicos e sociais, o tomar conta das crianças enquanto se está em teletrabalho e, sobretudo, a certeza absoluta de que não, não vai ficar tudo bem. 

Da primeira vez a culinária e os exercícios desportivos caseiros foram uma ajuda preciosa mas agora nem para isso já há paciência. 

Mas não podemos estancar, por mais que a vida esteja bloqueada novamente (nós por aqui começamos a esperar pelo anúncio do terceiro confinamento) e, pessoalmente, prefiro manter-me ativa e planear o que há-de vir e avançar assim que for possível. Esta forma de fazer as coisas valeu-me um ano de 2020 complicado mas produtivo e não pretendo de forma nenhuma alterar a minha forma de viver estes próximos tempos. 

Se bem que é preciso manter os pés bem assentes na terra, especialmente quando os tempos são incertos, também é preciso adaptação à novidade pois, como nos mostraram todas as grandes crises socio-económicas e sanitárias antes desta, é quem mais se adapta e aproveita a oportunidade para progredir mesmo que tenha de trabalhar duro e ficar frustrado muitas vezes, quem mais probabilidade têm de se sair melhor. 

E se isso não chega deixo-vos três razões pelas quais acho tão importante que nos mantenhamos ativos no máximo número de áreas da nossa vida possíveis mesmo em confinamento. 

 

- Manter-se activo permite mudar o foco:

E manter o foco significa mais objetivos (mesmo que espaçados e adaptados) e mais planos. O que nos dará energia para cumprir mais, resolver o que está pendente e ainda têm o bonús de nos manter longe de toda a informação excessiva e tóxica e das redes sociais onde parece que todos vivem melhor o confinamento do que nós. 

Ainda para mais sabemos que quanto mais aborrecidos estivermos mais criativos e inventivos teremos tendência a ser então toca a aproveitar a oportunidade. 

 

- Manter Corpo são em Mente sã:

Aqui entra a prática de atividade física que é essencial na manutenção da nossa saúde em todos os aspetos. 

Por isso venham a nós os vídeos de aulas gratuitas no youtube, as aplicações de exercício físico e os passeios higiénicos sobretudo se, como eu, se mora num apartamento pequeno e sem um ponto de exterior. 

E não me venham já bater porque nisto de confinamento quem têm uma vivenda está muito à frente de quem vive num espaço pequeno num grande centro urbano... 

 

- Mudar o Mindset:

Sim, a situação sanitária, económica, social e tudo o que conhecemos até hoje está posto em causa: certo! Mas será que podemos fazer alguma coisa quanto a isso? Não. 

Por isso é tão importante mudarmos o mindset e adaptarmos a nossa forma de pensar e os nossos objetivos aos tempos que correm. 

Pessoalmente passei os primeiros dois confinamentos a maldizer a minha vida e a queixar-me de perder tempo mas rapidamente percebi que de uma forma ou de outra a única forma que tinha de lidar com a situação era avançar com o que tinha e o que podia controlar. 

Os resultados foram bons, apesar de trabalhosos. Então porque continuar a tentar controlar o que não posso e deixar de lado aquilo que projeto e que, apesar de tudo, posso realizar? 

Já que, como toda a gente, terei projetos que ficaram um longo período, senão para sempre, dentro da gaveta melhor continuar com aqueles que subsistêm e são possíveis. 

 

E por aí qual a vossa forma de se manter ativo mesmo em confinamento? Tentam avançar com alguns projetos ou esperam para ver no que dá? 

Beijinhos e até ao próximo post!

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Photo by Leohoho on Unsplash

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Sab | 23.01.21

O Prazer de Confiar em Si Mesmo

Nala

Ao longo dos anos vamo-nos contando muitas vezes a história da necessidade de apreciação pelos outros.

Alguns diram que nem por isso, que fazem o que lhes dá na cabeça sem pensar em mais nada mas a verdade é que esta característica tão humana advém da nossa necessidade de pertença e das vantagens que o facto de fazer parte de um grupo trouxe à espécie humana. 

E, por isso mesmo, tentamos fazer um esforço para ser agradáveis aos membros do "grupo" e ficamos meio "sentidos" quando aquilo que afirmamos ou que representamos não é aceite por aqueles que estão à nossa volta. 

Pessoalmente já vos falei muitas vezes desta minha necessidade de agradar e do facto de ela nem sempre me ter trazido coisas boas. Apesar de ter sempre feito as minhas escolhas pela minha própria cabeça, a verdade é que as opiniões de quem estava à minha volta me fizeram sofrer, por momentos. 

E a unica razão pela qual isto é possível é ter confiança em si mesmo e fazer um balanço justo e honesto de tudo o que já se conseguiu até agora. 

E quando isso acontecer a resposta estará dentro de nós.

Porque não está errado fazer-se perguntas, não está errado sofrer-se um bocadinho com a falta de apoio alheio, especialmente quando ele nos é tão necessário. O que está errado é que nos esqueçamos do que somos e nos menosprezemos ao ponto de esquecer todas as conquistas alcançadas até aqui.

Porque de uma coisa tenho a certeza todos temos do que nos orgulhar, seja muito ou pouco e as maiores aprendizagens advém das maiores dificuldades!

brett-jordan-E72ZUYd6VoY-unsplash.jpgPhoto by Brett Jordan on Unsplash

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Qui | 21.01.21

E se mudássemos de estratégia?

Nala

Estamos na época das redes sociais e é por esta via que passam todas as causas. Ele é o racismo, o machismo, o feminismo, a violência e mais uma série de outros temas mais ou menos controversos, mais ou menos fundamentados e mais ou menos "efeito de moda". 

No entanto sempre que há a apresentação de uma causa nunca se fala dela pela positiva. Nem sempre é possível falar das coisas pela positiva mas, ao fim de algum tempo, e depois de muito tempo a "bater na mesma tecla" seria possível mudar de ponto de vista... 

Confusos? Ok, passo a explicar o meu ponto de vista com exemplos: 

- Generalizamos quando dizemos que os homens não fazem nada em casa mas esquecemos todos aqueles que assumem as tarefas domésticas enquanto as esposas se encarregam de trabalhar, de se dedicar aos filhos ou de dedicar tempo aos seus projetos pessoais; 

- Generalizamos quando falamos de racismo (independentemente da cor da pele, porque há racismo sim em todos as direções e não apenas numa) mas não falamos de todas as pessoas simpáticas, abertas e extremamente acessíveis que estão à escuta de todos e mais alguns; 

- Generalizamos quando dizemos que é preciso uma "cunha" para tal ou tal emprego e esquecemos de dar o devido valor a quem, com sangue, suor e lágrimas, chegou longe e ao objetivo pretendido. 

Será que todos nós só conhecemos os casos maus ou também conhecemos os bons? Será que em vez de criticar de forma cerrada tudo e todos não seria uma boa ideia falar de quem se comporta de forma dita "normal", que é como quem diz o pai que prepara o jantar enquanto a mãe dá banho ao bebé, o vizinho que ajuda o recém chegado na sua instalação independentemente de quem seja ou aquele que acabou de atingir um posto de topo de carreira quando a pessoa mais bem sucedida da sua família era um empregado fabril? 

Sou uma defensora convicta de que o bem trás o bem e o mal o mal. De que é preciso colocar mais do que palavras agressivas e de "ordem" revolucionária nas coisas.

São precisos exemplos positivos e gente disposta a dá-los, sem que daí advenha superioridade moral ou um sentimento de excepção à regra.

Se o Mundo não é perfeito? Não, não é! Se há quem se porte como um idiota? Com certeza, muita gente! Mas porque raio é que é o idiota de quem mais se fala? 

Numa época em que se fala tanto na educação positiva para as crianças será que não era boa ideia aplicá-la também com os adultos? 

Boa Quinta-Feira! 

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Photo by Nathan Dumlao on Unsplash

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Ter | 19.01.21

Sindrome da Página em Branco...

Nala

Este início de ano não têm sido muito rentável para mim a nível de escrita. 

Muitas coisas mudaram mas mesmo assim esso não é a única razão desta minha falta de vontade de escrever. 

Gosto de escrever e de comunicar. E sou muito mais eficaz a fazê-lo por via da escrita. Gosto de falar de coisas fúteis, de vida, de tudo e mais alguma coisa...

Escrever é quase um escape... um hobbie mas, ao mesmo tempo um desafio continuo que me permite desenvolver habilidades e sonhos. 

E esta sindrome da página em branco chateia-me porque quanto menos escrevo mais tenho dificuldades em voltar a escrever. E todos os temas que me vêem à cabeça são coisas sobre os quais não quero escrever! 

Não me apetece escrever sobre política, estou farta do assunto COVID (já me basta no hospital) e parece que este mês de Janeiro veio com a sua monotonia habitual amplificada por todas as medidas restritivas e os seus dias frios e cinzentos.

E é para fugir desse "marasmo" e de "sempre os mesmos assuntos" que me forço hoje a escrever. E também apresento para vos pedir sugestões. De temas alegres ou nem por isso que gostavam que tratasse aqui no blog. 

Fico à espera das vossas sugestões e ideias que tratarei com carinho! 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

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Photo by Aaron Burden on Unsplash

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Sab | 16.01.21

Sonho com Férias

5 Destinos para onde me escapava assim que pudesse!

Nala

Está por estes lados um frio desgraçado com neve à mistura, o Sol não brilha há semanas e o sacana do covid que teima em não nos deixar sossegados. 

E no meio disto tudo ando a sonhar com férias (e a desesperar também, diga-se de passagem). 

Infelizmente nunca acreditei que a mudança de ano resolve-se o problema e acabo por admirar (com muita má fé à mistura, admito) aquelas pessoas que ainda continuam na sua do "é só um ano" e "é só desta vez". A juntar a isto os dois últimos anos em que as nossas viagens foram quase exclusivamente a Portugal a casa dos nossos pais e o nosso tempo e dinheiro investidos no casamento (que ao menos podemos festejar e só por isso já somos uns sortudos mas Lua de Mel nem vê-la).

Talvez por passar os dias enfiada dentro de um hospital estou bastante péssimista com este "é só desta vez"... Vejo a vida a acabar todos os dias e isso deixa-me sempre com a sensação de perder tempo. 

Sendo assim, e como o que "não têm solução, solucionado está" e acredito que o "sonho comanda a vida" fiz uma pequena lista onde quero muito ir assim que possível! Porque gosto de estar em casa mas morro de vontade de voltar a sentir o Sol na cara, beber um copo numa esplanada ou simplesmente passear. 

 

- Costa Amalfitana: Itália é daqueles destinos que está no topo da minha lista mas que, por muitas razões, ainda não pus os pés. 

Se as grandes cidades de Roma, Veneza, Milão ou Florença me encheriam as medidas pela sua grandiosidade arquitetural e cultural é a Costa Amalfitana a que mais me faz sonhar nestes dias cinzentos e tristonhos. 

 

Ilha de Malta: Esta ilha, localizada no arquipélago de Malta, é uma das que está na lista desde há alguns anos atrás. Um destino que já tivemos em cima da mesa algumas vezes mas que acabámos por deixar de lado em favor de outro tipo de destinos como Praga, por exemplo. 

Ela continua, no entanto, no alto das nossas preferências e sempre que imaginamos uma viagem o nome "La Valletta" vêm imediatamente à baila!

 

- Santorini, Grécia: Grécia seria, a par da Áustria e da Itália, um dos paises europeus que tenho mais vontade de conhecer. 

Se por ser uma apaixonada de história (estive quase, quase para seguir uma formação nesta área mas desisti quase no último minuto), a Grécia Antiga faz parte do meu universo imaginário e por isso Atenas será, definitivamente, uma cidade onde irei um dia. 

No entanto, e como hoje o que apetece mesmo é Sol, convido-vos a sonhar com as ilhas gregas nomeadamente de Santorini, cujas imagens me deixam sempre deslumbrada. 

- Sardenha, Itália: Se há pais que me faz sonhar já se percebeu que a Itália é um deles. E é a Sardenha a feliz contemplada neste meu desejo inesperado (ou nem tanto de viajar). 

Se a Sardenha não é um destino ao qual eu pensaria espontâneamente a interceção do meu querido esposo que tanto fala dele acabou por dar os seus frutos... 

Mais uma viagem de sonho para quando dias mais solarengos chegarem! 

- Tirol: Porque não só de mar vive o homem, a região do Tirol Austriaco também me faz sonhar até mais não. 

A beleza natural da montanha, o verde a perder de vista e os usos e costumes desta região enchem-me os olhos de lágrimas quando me projeto nesta viagem. 

Um sonho de adolescência que adorava realizar! 

E por aí, qual seria a viagem que fariam assim que a oportunidade se apresentasse? Deixem nos comentários para que possamos assim trocar ideias... E não me digam que não podemos sonhar por causa do Covid já que essa liberdade foi das poucas que este maldito vírus não nos mudou e precisamos desesperadamente de mudar de mood

Beijinhos e bons sonhos!

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Qui | 14.01.21

Aderi ao Kindle... e estou fã!

Nala

Andava com a "pulga atrás da orelha" por causa dos leitores de e-books há já algum tempo. 

Sou uma leitora compulsiva mas evito comprar muitos livros porque são pesados e quando se muda de casa três vezes em seis anos (e provavelmente haverá mais uma mudança nos próximos anos) aprendemos a não acumular demasiado. 

Há já algum tempo tinha, no entanto, encontrado uma boa solução de substituição: as bibliotecas públicas. Era uma solução económica, prática e que me permitia ler obras variadas. Mas 2020 mudou muita coisa e as bibliotecas foi uma delas. 

Primeiro, assim que desconfinamos no mês de Maio, não retornei lá por uma questão de "desconfiança". Apesar de tudo admito que me fazia confusão na altura "sair da bolha". Mais tarde e com as medidas mais estritas que o mês de Setembro impôs a biblioteca passou a ser diferente. 

Em vez de escolhermos os livros que queremos ler na prateleira, escolhemo-los em casa, via computador, e marcamos hora para os ir buscar. No meu caso nem o horário me convinha nem essa solução me agradava. 

E a hipótese e-book ficou cada vez mais forte! Se bem que, admito, tinha muitos preconceitos que precisei de resolver e precisei de pegar no leitor de uma colega para perceber o que realmente aquilo era... 

Depois de muito hesitar, o meu marido ofereceu-me um Kindle pelo Natal e estou bastante satisfeita com ele! A prova?! Já estou no nono livro desde que o tenho 

Gosto da praticidade, da forma como escolho e descarrego livros e no conforto que me dá quando leio deitada, pegando o aparelho apenas com uma mão e sem precisar de ligar a luz e incomodá-lo caso ainda durma. 

Se substitui o velho cheiro a livro? Não, é um facto. Mas é uma solução eficaz, segura e adaptada aos nossos estilos de vida mais nómadas e práticos. 

Eu estou fã e por aí quem mais optou por esta solução? E quem não o fez ainda porque hesita? 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

perfecto-capucine-3gC4gBnD3Xs-unsplash.jpgPhoto by Perfecto Capucine on Unsplash

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Ter | 12.01.21

Crónicas de uma Ida ao Consulado

Nala

Olá a todos!

Em primeiro lugar quero esclarecer uma coisinha com este post: ele foi feito em tom de brincadeira e não pretende nem atacar os Portugueses que vivem em França já que eu própria faço parte do "rol" e muito menos ofender os funcionários públicos em geral, e os consulares em particular.

Mais uma vez eu própria sou funcionária pública e tenho na minha família próxima vários funcionários públicos e sei que, apesar de toda a má fama, muitas vez se faz mesmo o melhor que se pode com o que se têm à mão! 

Mas é uma verdade quase universal: qualquer pessoa têm sempre aquele "stressezinho" no momento de se dirigir a uma repartição pública seja porque assunto for.

Entre os preconceitos habituais e o facto de os processos mais simples serem muitas vezes morosos e termos a impressão de que são feitos para nos "dificultar a vida" as razões para atrasarmos ou tentarmos evitar de nos dirigir a uma conservatória ou a umas finanças são muitas. 

Ir ao consulado não é igualmente uma parte de prazer.

Em primeiro lugar, e descobri isto recentemente, apesar de existirem muitos postos consulares em França apenas alguns têm reais competências de consulado o que quer dizer que uma coisa tão simples como fazer um cartão do cidadão pode ser um quebra-cabeças e exigir muitas horas de viagem para algumas pessoas. 

Felizmente para mim, que vivo perto de um dos 7 consulados gerais, isso é um problema que não se coloca. 

Por uma razão profissional, ou melhor numa história em que me foi pedido "beneméritamente" ajuda com um caso de um paciente que não dominava o francês, fiquei com uma péssima impressão do consulado.

Não vou narrar a situação pela simples razão de que considero que está guardada dentro do "sigilo profissional" e, mesmo que não fosse, não é uma história minha e por isso não têm lugar no blog.

A única coisa que interessa saber é que a situação era emergente e enquanto nós (hospital) pressionávamos de um lado, o consulado fazia aquilo que lhe competia e que dizem chamar-se "diplomacia". Em resumo todos tentaram fazer bem o seu trabalho mas o problema é que o relógio médico e o relógio diplomático não andam bem com a mesma velocidade...

Na realidade, e à distância, parece-me que os consulados são os parentes pobres dos registos centrais em Portugal.

Têm de lidar com situações complicadas (sim, porque a emigração na sua maioria não é clandestina mas há muitas situações dramáticas que se vivem e muita gente que ainda se encontra a braços com contratos ilegais, falta de inscrição na Segurança Social local e por aí fora), resolver "berbicachos" valentes com moradas, documentos caducados à anos e por aí fora e ainda lidam com uma população que, merecedora de todo o respeito, leva à letra a ideia do Português desenrascado (e um bocadinho Chico-Esperto). 

No entanto, às vezes podia haver um esforço do outro lado para explicar de forma sucinta e clara alguns processos diplomáticos e um bocadinho menos de "eu estou aqui a fazer-te um favor" (admito que foi a primeira vez em que me pediram para desinfetar eu mesma a máquina dos cartões do cidadão enquanto a funcionária se manteve impávida e serena sentada na sua cadeira a 3 metros de distância). É preciso manter distâncias sociais mas não abusemos... 

Os pontos positivos desta visita foram a rapidez e as marcações que nos fazem não perder horas lá, já que uma marcação às 8h, pelas 8h30 estava despachada... (O Covid têm coisas boas...). E a loja portuguesa do outro lado da rua (admito que se vou a uma loja portuguesa uma vez no ano é o muito) e que me permitiu comprar um queijo limiano que me ficou a apetecer desde o Natal...

E por aí quem têm experiência de consulado? Como se sentem com eles? 

Beijinhos e até ao próximo post!

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Sab | 09.01.21

A Culpa... sempre a culpa...

Nala

Pensamos muito na culpa, procuramos muito a culpa. Associamos a responsabilidade por algo a ser culpado e quando não nos culpamos a nós mesmos procuramos culpar os outros pelo que de menos bom nos acontece. 

E essa culpa está a enfranquecer toda a gente. Quanto mais nos culpabilizamos mais perdemos capacidade de resiliência e a não aquisição de um objetivo tornou-se uma falha pessoal. E isso dá impede-nos de andar para a frente já que ficamos tão bloqueados no que não correu como queriamos que nos esquecemos de questionar ou de recomeçar. 

A nossa necessidade de culpar está tão presente na nossa vida que mesmo perante uma epidemia estamos mais dispostos a acusar-nos uns aos outros do que a deixar ao próprio vírus que a provoca. Estar doente é quase um pecado capital e quem o está quase que se desculpa dizendo "eu tenho tanto cuidado não sei como aconteceu...".

Espero por um mundo onde haja menos culpa e mais responsabilidade. Onde cada um de nós assuma o que pode assumir e aprenda a deixar ir aquilo que não pode controlar. Porque aprendamos valores como a resiliência e a levantar nos depôis de cada frustração. E a sair cada vez mais fortes e decididos de cada situação! 

Até ao Próximo Post!

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Photo by Marcos Paulo Prado on Unsplash

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