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Crónicas da Cidade dos Leões

Um blog que adora partilhar dicas e reflexões sobre lifestyle, descobertas e organização. Sejam Bem Vindos!

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Dom | 06.09.20

O Crescimento e a Parábola do Filho Pródigo

Nala

Ouvi a Parábola do Filho Pródigo muitas vezes ao longo da vida e nunca a aceitei muito bem. Para alguém com um espírito ultra-cumpridor como eu, é difícil compreender que um filho que partiu levando consigo aquilo que supostamente "lhe pertencia" seja recebido depois com pompa e circunstância. 

Parti sempre do principio que uma escolha é algo definitivo e que a partir daí cabe a quem a fez toda a responsabilidade, pagando o preço que for preciso pela sua própria opção. E não pensem que só pensava isso em relação aos outros, sempre o apliquei letra por letra na minha própria vida. 

Recentemente uma conversa de circunstância com uma colega fez-me refletir a minha própria visão da vida e das escolhas. Apesar de eu nem sempre me permitir errar, as escolhas são parte integrante da vida e errar faz parte de todo o processo de aprendizagem. 

Nem sempre fazemos as melhores escolhas e nem sempre aqueles que amamos fazem escolhas que nos agradam. E acabamos todos, muitas vezes nesta ânsia de viver, de aprender e de vencer, por em algum momento magoar, deixar de lado ou negar quem nos deu tanto amor. 

Mas o amor está aí mesmo: nesses braços abertos e nesse trampolim que nos é oferecido, por muito que anteriormente nos tenhamos portado de forma contrária e nos arrependamos amargamente do que fizemos. 

E é neste vai e vêm de emoções positivas e negativas que o amor e a família cresce e se apoia. Porque talvez todos possamos ser, um momento ou outro, como aquele Pai que recebeu de braços abertos o seu filho... porque o filho também o seremos em algum momento. 

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Qui | 03.09.20

3 formas de evitar as fofocas

Nala

Ai as fofocas... quem nunca deu uma "mordidazinha" na vida do outro ou, pelo contrário, soube o que era ser o tema de uma? 

As fofocas são aquelas "conversazinhas afáveis" sobre a vida alheia que podemos ter com um colega enquanto bebemos o cafézinho da praxe ou a razão do telefonema de uma amiga que têm uma "novidade muito quente"! Toda a gente gosta de ouvir mas ninguém gosta de ser o tema.

E é para te manter longe delas, especialmente neste periodo de regresso ao trabalho, que te trago algumas formas de as evitar. Preparados?

- A melhor defesa é o ataque que é como quem diz evita participar em conversas sobre a vida alheia.  Afasta-te se isso for possível ou então, se não tiveres forma de fugir, muda delicadamente de assunto. 

- Manter-se discreto é outra boa forma de manter os olhos (e a língua afiada) dos outros longe da nossa vida. Existem, no entanto, alturas em que não te será possível manteres essa postura e poderás ser tema de conversa mas, pelo menos, será porque valeu a pena! 

- A tua vida privada é "Privada"! Este é um daqueles conselhos muito frequentes mas que são realmente importantes, especialmente no que ao ambiente de trabalho diz respeito. Nem todas as perguntas são inocentes e nem todas as pessoas desejam saber realmente sobre ti portanto evita comentários demasiado intimos e não fales dos teus planos. Uma equipa que faz fofocas é má, mas dar matéria para fazer fofocas sobre a tua vida pessoal é ainda pior! 

Se estas 3 dicas são praticáveis elas não vão conseguir salvar-te em todas as ocasiões. As pessoas vão, por vezes, arranjar um motivo de conversa na mesma. No entanto lembra-te que a opinião dos teus colegas ou amigos não te define apenas mostra o que eles são e como se sentem em relação à sua própria vida. 

E por aí sofrem com as fofocas que possam fazer a vosso respeito? Como se protegem delas? Não deixem de partilhar as vossas próprias dicas em comentário para que possamos trocar ideias e ajudar-nos uns aos outros. 

Beijinhos e até ao próximo post.

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Photo by Ben White on Unsplash

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Ter | 01.09.20

Apontar o dedo...

Nala

Se formos realmente honestos connosco próprios sabemos que, pelo menos uma vez na vida, já apontámos o dedo a alguém. Até aí nada de novo... 

E nem vale a pena enganar quem quer que seja sobre isso: todos temos as nossas opiniões e, mesmo que evitemos a todo o custo transparecê-las, dentro da nossa cabeça ou em frente das pessoas com quem somos mais próximos criticamos os outros. 

Este traço de personalidade comum, e que não é de todo saudável, é muitas vezes confundido com "liberdade de expressão". Mas liberdade aqui é coisa que não existe... 

Em primeiro lugar, quando criticamos alguém, devíamos colocar empatia e bom senso nas nossas críticas. Permitir-se dizer aos outros o que têm de fazer ou o que fizeram de mal sem ter, em momento algum, conhecimento de causa ou compreensão suficiente para perceber que nem todos temos a mesma forma de reagir ou os mesmos valores é irresponsável e ignorante. 

Em segundo, quando criticamos alguém o mais correto seria fazê-lo na cara. Se é bonito criticar alguém de frente? Não, não é... Mas pelo menos nesse caso poderemos deixar a pessoa defender-se ou pensar o que quiser de quem a crítica. Criticar pelas costas ou escondido por trás de um ecrã de computador é arrogante e sobretudo cobarde. 

Existem críticas e críticas que podem ir desde um simples "cochicho" (quem nunca fez uma destas que atire a primeira pedra...) mas juízos morais e de valores devem ser muito bem ponderados e sobretudo assumidos. Apontar o dedo é muito feio e ninguém ganha nada com isso.

Um grande beijinho e até breve!

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Photo by Alejandro Luengo on Unsplash

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