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Crónicas da Cidade dos Leões

Um Blog que começou por ser um diário e que cresceu para algo mais. Por aqui os temas vão do desenvolvimento pessoal ao bem estar sempre com dicas e reflexões a propor. Sê bem vindo e se te agrada: segue! :)

Crónicas da Cidade dos Leões

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Sex | 29.05.20

Covid e Emigração

Nala

Sempre vivi bem o facto de viver no estrangeiro porque, inconscientemente, sabia que podia estar em Portugal em menos de nada. 

Esta procura constante pela próximidade com o aeroporto foi uma espécie de "ponto positivo" até na escolha da cidade onde vivo atualmente. 

Este ano as coisas estão muito diferentes...

Quando foi dado o alerta de confinamento geral ainda estavamos de férias em Portugal. Voltámos apressados para Lyon, antecipando a viagem por medo do fecho das fronteiras e das necessidades dos nossos serviços respetivos. 

Mal me despedi dos meus. Foi uma despedida meio vazia sem direito a beijos, nem a abraços... 

Com a chegada a Lyon, chegou o "confinamento" às nossas vidas. Cá por casa estivemos os dois "no terreno".

Com o inicio das fases de confinamento começa a falar-se de férias e as fotos com membros da família voltam a abundar, novamente, nas redes sociais. 

Este ano tinhamos previsto uma semana em Julho e três em Setembro. E a eterna questão colocasse: será que vamos poder ir a Portugal

Estas "trancas à porta" estão a ser o mais complicado de gerir... o não saber quando poderemos ver os nossos e o nó na garganta quando pensamos na idade avançada de alguns membros da família... 

A "vida de emigrante" não é fácil. Talvez seja mais fácil a experiência para uns do que para outros dependendo do grau académico, das oportunidades, do conhecimento da língua e da cultura do pais de acolhimento... Nesse caso não me posso queixar. 

Mas esta situação tão particular mostrou, mais uma vez, o difícil que pode ser não se saber quando se verá a família ou os amigos e a incerteza de os encontrarmos a todos lá. 

E se o virus nunca desaparecer ou nunca se criar uma vacina, será que nos manteremos para sempre longe dos nossos? 

As férias? aproveitarei com os devidos cuidados, claro.

E até será engraçado termos alguns dias para isso já que no último ano todas os dias de descanso foram dedicados à organização do casamento e já ando com mil ideias para visitar num raio de 100 Km daqui*. Pelo menos para Julho será assim. 

Mas não posso deixar de salientar a sensação de "pertença a lugar nenhum" que é esta impossibilidade de ir a casa.

Já me disseram que estamos todos no mesmo barco, até pode ser que sim, mas de certeza que uns estão ao leme e outros escondidos num canto no fundo do convés.

*100 Km a "vôl d'oiseau" é a distância atual para viagens permitida pelo governo francês dentro do território, salvo em casos excepcionais claro. 

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Photo by JESHOOTS.COM on Unsplash

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Qua | 27.05.20

Tolerância Zero!

Nala

A má educação sempre foi coisinha capaz de me pôr os "cabelos em pé".

Faltas de respeito, intromissões na vida alheia e comentários maldosos, mesmo que feitos com ar angelical, são daquelas coisas que me tiram do sério e que me perturbam bastante. 

Tive períodos em que, apesar de ferver por dentro, aceitava esse tipo de comportamentos. Medo de represálias, de não ser apreciada ou de ser eu própria mal educada ditavam esta minha forma de estar. Se ganhei alguma coisa com isso? Nada!

Desde há uns tempos para cá que a minha tolerância está mais baixa, chegando ao ponto do zero. Muito por causa da relação que tenho comigo mesma e do que tenho crescido e trabalhado ao longo deste último ano. 

Hoje em dia não trago "desaforos para casa". Aprendi a escolher as minhas batalhas e a dar atenção a apenas algumas coisas. 

E se nem sempre tenho "resposta na ponta da língua" redescobri o talento do não ligar nenhuma, que me era tão próprio enquanto adolescente. E sabem que mais? Funciona! É ver a pessoa que te faz um comentário idiota ou que vêm tentar tirar "nabos da púcara" a espumar de frustração de não ter o retorno pretendido. 

Até podem comentar nas minhas costas que sou "má" mas ao menos tratam-me com o devido respeito. E o objetivo é mesmo esse!

Fiz as pazes comigo mesma e compreendi finalmente que quem maltrata não é amigo! Demorei 32 anos a lá chegar mas lá cheguei! 

E vocês, como reagem perante má educação alheia?

tiago-felipe-ferreira-saJkxOZXPsk-unsplash.jpgPhoto by Tiago Felipe Ferreira on Unsplash

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Seg | 25.05.20

Um Ano de Crónicas!

Nala

Lancei o "Crónicas" há exatamente 1 ano! 

Quando comecei a escrever era uma espécie de diário pois estava numa fase muito complicada a nível pessoal. Desde há um ano atrás cresci como pessoa, organizei um casamento e casei, veio um raio de um vírus da China que nos meteu a todos de quarentena... e cada um destes "grandes acontecimentos" foram partilhados convosco. 

Deste blog já sairam vários posts de dicas, de organização e de desenvolvimento pessoal. Milhentas reflexões, alguns "amigos virtuais" com os quais me preocupo sinceramente e um sem número de comentários bondosos e agradáveis. 

Espero que, daqui a um ano, estejamos juntos com muita saúde e muito felizes!  

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Photo by Ian Schneider on Unsplash

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Dom | 24.05.20

Saber Escutar

Nala

Uma das coisas que mais me têm marcado neste confinamento/desconfinamento é a incapacidade que estamos a demonstrar de ouvir o outro. 

O Mundo está cheio de medo (se por si só, se pelo outro não sei) mas parece que cada um está tão focado em si e nos seus receios que se esqueceu que existem outras vidas e outros problemas. 

E perdemos a paciência para quem está ao nosso lado, de tão focados que estamos em nós mesmos. 

Deixo-vos, neste Domingo, a sugestão de refletir sobre isto. Sobre a vossa paciência, sobre como deixam o medo toldar a vossa visão e nos faz focarmo-nos tanto em nós mesmos que nos esquecemos que o outro pode estar um nadinha pior do que nós... 

Porque as máscaras tapam-nos a cara, não os ouvidos!  

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Photo by bruce mars on Unsplash

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Sex | 22.05.20

Organização da Cozinha: Como cozinhar sempre, sem desperdiçar nada

Nala

Um destes dias uma colega de trabalho perguntava-me como me organizava para levar sempre comida para o trabalho, nunca indo ao refeitório do pessoal ou comer uma sandes no bar do hospital.

Essa pergunta fez-me pensar pois, se é verdade que cá em casa é algo natural, nem sempre é fácil gerir uma cozinha sem pecar por excesso nem por defeito. No entanto, e como sabemos, tempo é dinheiro e desperdício alimentar é a evitar ao máximo. 

Aqui ficam as nossas dicas: 

 

- Lista de Compras:

É bem sabido por todos aqueles que seguem este blog há já algum tempo que eu sou a mulher das listas. Por isso uma lista de compras não pode faltar nunca cá em casa. 

Começámos a realizá-la inicialmente com recurso ao Google Keep mas, desde o início do confinamento e para não andarmos com o telefone na mão no supermercado, passámos à lista em papel o que nos corresponde ainda melhor. 

Pessoalmente utilizamos post-it, que deixamos à mão e sempre acompanhado de uma caneta, e anotamos imediatamente tudo aquilo que acábamos. Fazemo-lo imediatamente e para que não hajam falhas. 

Pode parecer difícil mas é apenas um hábito a adquirir.

 

- Alimentos não perecíveis de avanço: 

Não gostamos de fazer stocks muito grandes em casa. Em primeiro lugar porque nos falta espaço e em segundo lugar porque simplesmente achamos que não vale a pena. 

No entanto abrimos uma pequena excepção para produtos não perecíveis como a massa, o arroz e a farinha, os quais temos sempre um pacote de avanço. Para um melhor controlo em relação à lista de compras, escrevemos mal deitamos a embalagem usada no lixo e antes de abrirmos a nova. 

 

- Consumir alimentos mais frágeis primeiro: 

Um outro hábito que temos cá em casa é consumir em primeiro lugar os alimentos que se estragam mais facilmente como, por exemplo, os morangos. Assim de certeza absoluta eles não se estragam e não mandaremos nenhum para o lixo.

Comprar apenas as quantidades necessárias e guardá-las convenientemente são também necessários para evitar o desperdício. 

 

- Refeições pré-preparadas de avanço: 

Por norma tudo o que é massa para quiches é feita em casa. O que fazemos normalmente é que, e por serem preparações que dão trabalho e sujam bastante, quando as fazemos, fazemos uma boa quantidade que dividimos e congelamos. 

Se tivermos oportunidade preparamos rissóis, panados e coisas do género que sejam fáceis de cozinhar de avanço e colocamos no congelador. 

Também guardamos sobras de frango assado que desfiamos e outras pequenas quantidades de ingredientes no congelador. Assim se quisermos fazer, por exemplo, uma quiche é só preparar a massa, juntar o que temos com um ovo, natas e queijo e levar ao forno. Fácil não?

 

- Refeições prontas congeladas: 

Por norma é ao fim de semana que cozinhamos mais. O que fazemos a maior parte das vezes, e sempre que a congelação seja possível, é cozinhar duas porções para cada um e mais outro tanto para congelar. 

Pratos como lasanha, bacalhau com natas ou cakes salgados são excelentes opções de pratos que suportam a congelação.

Nos nossos hábitos sempre que uma refeição congelada saí é sempre reposta na mesma semana. E assim nunca nos falta comida, mesmo quando a preguiça ou a falta de tempo apertam. 

 

- Facilitar-se a vida: 

Ao fim de semana passamos mais tempo na cozinha mas, durante a semana, nem sempre temos tempo ou vontade.

Por isso temos mais ou menos umas 15 receitas que vamos fazendo, alternando e adaptando aos ingredientes que temos em casa e aos legumes de época. Assim poupamos tempo, dinheiro e investimos na nossa saúde. 

Uma boa opção é ter sempre sopa ou saladas devidamente lavadas e acondicionadas. Elas serão excelentes opções para completar o jantar e consumir as doses recomendadas de frutas e legumes

 

E por aí, quais são as vossas dicas para se facilitar a vida na cozinha, sem desperdício nem falta de ingredientes? 

Espero que este tipo de posts sobre organização de tempo e da casa sejam também do vosso agrado. 

Um grande beijinho e até ao próximo post!

organização cozinha.jpgPhoto by Jason Briscoe on Unsplash

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Qua | 20.05.20

Não sou uma pessoa paciente...

Nala

Não sou uma pessoa paciente...

Sou do género que pensa num novo projeto e o começa a desenhar imediatamente, têm uma ideia no trabalho e a põe quase instantaneamente em prática.

Obrigo-me a planificar mas assumo que faço mais facilmente um teste do que uma pesquisa.

Estes dias tem sido um verdadeiro teste a minha paciência.

Temos muitos projetos e o confinamento prolongado obrigaram-me a adaptá-los. Não paro de os seguir e aceito que este tempo de preparação pode ser um bónus (ou não) mas aguardo ansiosamente o poder pô-los em prática.

E é isso o pior. Mas com restrições ou sem restrições a vida tem de continuar. E eu estou pronta para a agarrar com as duas mãos... (com os devidos cuidados, claro!)

paciencia.jpgPhoto by Norma Contreras on Unsplash

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Seg | 18.05.20

3 boas razões para ser otimista

Nala

Considero-me alguém de otimista, apesar de ter os meus dias negros.

Sempre me considerei uma Sortuda e vi essa característica como uma espécie de dom que permite, em casos de dificuldade, seguir em frente. 

Hoje queria deixar-vos 3 boas razões pelas quais considero que focar-se no positivo é importante e que todos nós o devíamos fazer de forma consciente, trabalhando assim o nosso otimismo e perseguindo, de forma efetiva, os nossos sonhos. 

'Bora lá? 

 

  • Resolução de Problemas:

Quando nos focamos no objetivo os problemas passam a ser apenas pequenos obstáculos que temos de ultrapassar para o atingir. 

Ao vermos as coisas por esse prisma o nosso cérebro começará a trabalhar na resolução desses mesmos problemas sem colocar em causa se será fácil ou não. 

E quantas vezes não foram essas pequenas "dificuldades pelo caminho" que nos impediram de alcançar um sonho?

 

  • Capacidade de Projeção: 

Um otimista têm, por norma, uma boa capacidade de projeção e isso ajuda-o a estar mais seguro e confiante quando começa a caminhada que o levará até ao seu objetivo.

Afinal, como dizia Walt Disney, "se podes sonhar também podes fazer" então porque não aproveitar as vantagens de poder fechar os olhos e imaginar os contornos daquilo que sonhamos alcançar?

 

  • Resiliência: 

Um otimista acredita sempre que o seu objetivo pode ser atingido e, por isso, mantém o ânimo apesar das dificuldades, e continua em frente. Por isso otimismo e resiliência andam de mãos dadas?

 

E desse lado gostariam de nos apresentar mais alguma boa razão de ser otimista? Não deixem de partilhar connosco nos comentários as vossas experiências e as vossas estratégias para ser mais otimista e positivo. 

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Photo by Nathan Dumlao on Unsplash

 

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Dom | 17.05.20

Primeira ida à Cidade (em periodo de desconfinamento)

Nala

Este fim de semana tive de ir ao centro da cidade fazer umas compras de grande necessidade. 

Saímos cedo de casa, de forma a apanhar os transportes públicos mais vazios e poucas filas nas lojas. 

Em primeiro lugar admito que andar de máscara na cara na rua é a coisa mais estranha. Depois os comportamentos deixam sempre a desejar. Quase toda a gente respeita as distâncias recomendadas, é um facto, mas também olham com um ar de inquisição para quem está ao lado. E nem falemos da utilização das máscaras e das luvas na rua porque aquilo é um "Ai Jesus!".

Surpreendeu-me sobretudo as lojas onde havia maior afluência. Salões de beleza e fast-fashion feminino. Mais de 40 pessoas em fila em frente a uma Zara é obra!

E eu que já tinha decidido que este ano as compras seriam bem poucas, não que não precise de roupa e calçado porque o que tenho está pelas ruas da amargura, mas tendo em conta o uso que lhe darei bem posso guardar o que tenho. 

Fiquei bastante surpreendida com este facto... o que até me deu jeito porque na FNAC fui atendida e despachada em dois tempos o que ainda me deixou tempo livre para passear um bocadinho nas ruas menos concorridas neste momento (que por aqui são as dos restaurantes) e apanhar um bocadinho de Sol na cara! 

Nunca ver o Rio Rhône me soube tão bem... 

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Sex | 15.05.20

Coisas que temos de parar de fazer JÁ!

5 coisas que todos fazemos mas que nos fazem muito mal!

Nala

Todos nós, sem exceção, temos alguns hábitos enraizados que são extremamente tóxicos e que nos envenenam o espírito sem que nos apercebamos. 

 

Essas coisinhas são, na maioria das vezes banais, mas têm o "poder" de nos deixar sob tensão e irritados. Ainda por cima não nos servem para nada tirando focarmos-nos no que é mau. 

 

Sendo assim, e depois de fazer algum trabalho de observação e auto-análise, deixo-vos as 5 coisas que, no meu ponto de vista, temos de abandonar com urgência!

 

Preparados?

 

- "Policiar" as ações dos outros:

Por vezes focamos-nos demais naquilo que os outros fazem: ou porque não se comportam como deviam, ou porque não têm respeito pelos outros... A verdade é que as ações dos outros não são da nossa responsabilidade direta e, por isso, não as podemos alterar.

Portanto qual a utilidade de passar o dia à janela a verificar quantas vezes o vizinho do lado vai levar o lixo à rua? 

 

- Comparar-se: 

Outra coisa que fazemos quase ininterruptamente é compararmos-nos aos outros e, neste caso específico, as redes sociais são exímias a proporcionar esta atitude.

Para mim existem duas coisas muito importantes a pôr na cabeça para alterar este comportamento: a primeira é convencermos-nos de uma vez por todas de que todos temos pontos altos e baixos na nossa vida (sim, sim... mesmo a amiga que têm sempre fotos maravilhosas nas redes sociais) e o segundo é limitarmos o tempo que passamos nas redes, especialmente quando sabemos que isso nos prejudica. 

 

- Não assumir as nossas responsabilidades: 

Aqui está um assunto bem complexo... Todos temos tendência a procurar responsáveis exteriores para os nossos fracassos: ou há-de ser o professor que não é suficientemente competente, ou a vizinha do lado que não tomou atenção. 

Enquanto continuarmos a negar as nossas responsabilidades, por muito que isso nos doa, estaremos também a negar o nosso livre arbítrio e a condução por inteiro da nossa vida. Por isso, da próxima vez que algo correu mal, utiliza a tua energia para aprender com isso e deixa de distribuir as culpas por todos os outros. Vais sentir-te muito melhor com isso!

 

- Esquecer-se de si próprio: 

Esquecer as nossas próprias vontades e desejos é uma boa forma de nos lançarmos dentro de um abismo. Não digo com isso que, em relações de casal ou de amizade, não seja necessário encontrar um entendimento entre as partes. Mas é preciso que o acordo seja bilateral e que ambas as partes saiam em equilíbrio da história. 

 

- Viver com medo: 

Passar a vida com medo de tudo e de todos é mais uma forma certa de irmos em direção ao fracasso e à insatisfação. Ter medo de uma mudança, de uma situação específica é normal. O que pode não ser normal é não conseguirmos enfrentar os nossos medos e não nos fazermos confiança suficiente para assumir riscos calculados. 

 

E por ai quais são as coisas a deixar de fazer imediatamente? 

 

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Um grande beijinho e até ao próximo post!

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Photo by Luis Galvez on Unsplash

 

 

 

 

 

Qua | 13.05.20

Cenas de um Casamento

Quando, sem sabermos, vivemos um raio de Sol antes da tempestade!

Nala

O nosso casamento foi realizado alguns dias antes deste coronavirus e da doença que lhe está associada serem um tema tão presente (e amedrontador) nas nossas vidas. 

Como disse várias vezes depois "aquele dia foi um raio de Sol antes da tempestade" que se desencadeou depois... 

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Foi um dia muito especial, com a presença dos mais importantes, onde podemos não só oficializar a nossa relação como partilhar momentos de cumplicidade, ternura, carinho e guardar recordações para a vida!  

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A aposta que tinhamos feito num casamento pequeno foi ganha e, modéstia à parte, foi dos casamentos mais divertidos, emotivos e surpreendentes aos quais já fui.

Tudo nos representou bem, do início ao fim, e não houve nervos que nos estragassem o dia! E não o digo por ser a noiva mas pelas palavras dos convidados no final.

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E até o São Pedro ajudou com um dia de Sol maravilhoso!

E são estas recordações boas que nos trazem alento nestes dias complicados e incertos em que vivemos... Como se fossem elas a luz que nos manterá a esperança num futuro em que tudo ficará bem! E é por isso que partilho com vocês as minhas boas memórias apenas agora. 

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Queria deixar aqui uma palavra de apreço a todos aqueles que tinham o seu casamento marcado e que se vêem agora na incerteza do que o futuro reserva... quando projetamos e sonhamos qualquer coisa tão emotiva e um virus aparece e nos altera todos os planos tendemos, com certeza, ao desanimo. 

No entanto confiem: terão o vosso dia de sonho quando tudo isto acabar e será uma comemoração ainda mais especial! Até lá protejam-se o melhor que poderem. 

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Quanto aos outros, deixo-vos aqui o desafio de partilhar connosco nos comentários as melhores memórias do vosso casamento, do batizado dos vossos filhos ou de uma festa onde tenham ido e que vos deixe este sentimento de "luz". 

Acompanhem também as Crónicas da Nala, que não pode ficar em casa, pelas redes sociais (no Instagram e no Facebook). 

Até ao próximo post e... Cuidem-se!

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