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Crónicas da Cidade dos Leões

Um Blog que começou por ser um diário e que cresceu para algo mais. Por aqui os temas vão do desenvolvimento pessoal ao bem estar sempre com dicas e reflexões a propor. Sê bem vindo e se te agrada: segue! :)

Crónicas da Cidade dos Leões

Um Blog que começou por ser um diário e que cresceu para algo mais. Por aqui os temas vão do desenvolvimento pessoal ao bem estar sempre com dicas e reflexões a propor. Sê bem vindo e se te agrada: segue! :)

Qua | 12.02.20

Alteração na programação do blogue

Nala

Queridos leitores, 

Por razões de organização pessoal da minha parte e, durante tempo indeterminado, o blogue Crónicas da Cidade dos Leões contará com 2 publicações semanais (fora os possíveis posts aleatórios e não programados) e que serão disponíveis às Terças e Sextas. 

Não deixem no entanto de seguir o blogue nas redes sociais e de fazer sugestões sobre posts que gostavam de ler!

Muito Obrigado pela vossa compreensão e apoio! 

Nala

Ter | 11.02.20

A minha "Bucket List" pós casamento

Nala

O Casamento aproxima-se a passos largos e apesar de ser um projeto por si só é necessário aceitar que vai passar e que, depois de um ano e pouco de preparativos, precisamos de passar a outra coisa. 

O que vos proponho hoje é uma bucket list "pós-casamento", baseada em parte na minha lista dos 100 sonhos, e que partilho aqui com vocês. 

Espero que gostem e que ela vos ensine um bocadinho mais sobre mim! :) 

- Fazer um curso de escrita criativa: Já vos falei deste desejo pela altura do Natal. É algo que desejo fazer mas que exige um certo investimento de tempo e dinheiro que não têm sido possível até agora e que dará seguramente um belo projeto pós-casamento. 

- Conseguir o DELF A1: O DELF é, para quem não conhece, um certificado de língua francesa. Neste momento tenho um diploma de B2 que data de antes de morar em França, mas, depois de vários anos a praticar a língua em todas as suas vertentes, creio-me capaz de conseguir alcançar o nível mais alto de francês para não nativos.

Mais um projeto que necessita de algum tempo e algum dinheiro para conseguir alcançar. 

- Viagem a Itália: Se a minha lista de paises a visitar é grande, a Itália têm ocupado um lugar de destaque na minha cabeça desde há algum tempo. Em primeiro lugar porque está "aqui ao lado" e depois porque todos os sítios me dão vontade de a conhecer. 

- Ver este blogue crescer: Aqui está mais um verdadeiro desafio pós casamento. O blogue têm crescido devagarinho mas não sem algum investimento de tempo. Espero que depois do casamento, e com mais alguma disponibilidade e quem sabe novas aprendizagens e histórias para contar, ele cresça ainda mais. 

- Continuar a melhorar a minha forma de comunicar: Neste grande grupo de coisas entram vários objetivos pessoais e profissionais e, apesar de ir crescendo devagarinho mas com segurança neste aspecto, ainda há muito a aprender. 

Espero que este post tenha sido do vosso agrado. Se quiserem colocar questões nos comentários estejam à vontade. Para além de ter prazer em responder ainda me podem dar ideias para novos posts. 

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Photo by Glenn Carstens-Peters on Unsplash

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Sab | 08.02.20

O Doce sabor do chocolate

Nala

Um destes dias, depois de jantar, levei um bocadinho de chocolate à boca como faço muitas outras vezes. Normalmente trata-se de um ato quase mecânico mas naquele dia, vá-se lá saber porquê, estava connectada e atenta ao que estava a fazer. 

E soube-me particularmente bem aquele pedaço de chocolate, pela simples razão de estar atenta e presente naquele momento e desperta para as emoções que ele me despertava. E isso nem sempre acontece...

São muitas as vezes em que quando comemos, falamos ou olhamos a paisagem o fazemos de forma "desligada" e com a cabeça cheia de pensamentos sobre o passado e o futuro. E nesse entretanto, aquilo que está à nossa volta perde importância e não lhe damos o devido valor. 

O que me propus, a partir daquele dia, foi de conectar-me com o presente, prestar a devida atenção ao que está à minha volta: aos sabores, às cores, ao vento frio da manhã ou à beleza da chama da vela que acendo por hábito, quando ponho a mesa da cozinha. 

Porque a vida é tão curta e não podemos fazer nada nem para mudar o passado, nem avançar já para o futuro e precisamos de estar mais aqui e agora. O que nos permitirá (re)descobrir tantas coisas como o doce sabor do chocolate! 

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Photo by Tetiana Bykovets on Unsplash

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Qui | 06.02.20

Aceitar o que não posso mudar

Ou como nem sempre aplico na minha vida pessoal o que aprendi na minha vida profissional

Nala

Ao longo da minha vida profissional vi-me várias vezes, devidamente acompanhada ou sozinha, a ter de "empurrar" um paciente para uma aceitação e, em consequência, um luto.

Parece horrível dito assim mas, em casos extremos, em que a situação é irreversível precisamos de começar a reconstruir uma "nova vida", uma nova "forma de fazer as coisas". Se a pessoa em questão não aceitar que o seu corpo mudou e a sua vida só pode retomar um ritmo normal com muitas alterações e muita adaptação, todos os nossos esforços terão sido em vão. 

No entanto, ao contrário daquilo que faço na minha prática clínica, na minha vida pessoal, familiar e/ou social tenho uma certa dificuldade em aceitar aquilo que não posso mudar.

Fico frustrada, colérica, deprimida, com uma "bola peluda" na barriga e não durmo bem à noite... Vou criando mais pensamentos sobre aquilo que me deixou naquele estado e vou juntando mais camadas até a situação ficar insuportável.

E não, não estou a exagerar... a nossa mente é perita em nos fazer a vida ainda mais difícil do que ela já pode ser de base. 

Recentemente, e numa situação de confirmações para a presença no nosso casamento, pude assistir à forma como esta sensação se desenvolveu e observei a forma como a minha cabeça vai buscar histórias para agravar aquela tristeza que eu sentia. 

Apercebi-me de que me bato com todas as minhas forças para deformar aquela situação em algo como "não vai porque não quer, já sabia há muito tempo" ou "se soubesse não tinha convidado... afinal não convidei outras pessoas que teriam vindo com todo o gosto". 

E isto não acrescenta nada de novo à minha vida, exceto alguns maus sentimentos que são mais difíceis de carregar. 

Afinal se outros, em situações de vida bem mais extremas, experiênciam isso tudo e saem mais fortes e reconstruídos, nós também poderemos não nos deixar "envenenar" pelas experiências desagradáveis que sofremos e que, de tanto as querermos insconscientemente combater, acabamos por sofrer muito mais.

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Photo by Luis Galvez on Unsplash

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Ter | 04.02.20

Definição de nós mesmos

Nala

Um destes dias ia pelos corredores do hospital e sou interceptada por uma antiga estagiária de enfermagem de quem gostei particularmente.

Entre dois beijinhos, disse-me que tinha sido contratada pelo hospital após o seu estágio e que estava muito feliz. "É o primeiro dia da minha vida", dizia-me ela.

Não pude deixar de sorrir e lembrar-me dos primeiros dias enquanto profissional. Naquela altura, e com uma euforia semelhante, achava que a profissão era a melhor definição que tinha de mim mesma. Imagino que sejamos todos assim quando começamos a trabalhar e especialmente depois de termos enfrentado algumas dificuldades para conseguir aquele título e aquele trabalho... 

Ao longo dos anos, a minha definição mudou completamente, e a profissão, apesar de importante, não é algo que use para me definir. 

Percebi, ao longo dos anos que a definição que damos a nós mesmos advém das pequenas coisas que fazem parte de nós e não apenas dos titulos que fomos, de forma esforçada é certo, adquirindo ao longo da vida.

Hoje defino-me como uma mulher que procura ser o melhor possível em todos os papéis que assume ao longo da sua vida. Não perfeita, porque perfeição não existe, mas apenas o melhor possível. 

Defino-me como alguém de sonhador, algo combativo. Uma "escritora" de tempos livres que tenta escrever o melhor possível as páginas deste livro que é a minha vida. 

E essa definição que faço de mim mesma está em constante evolução, assim como cada um de nós evolui com a experiência de vida, as escolhas e provações a que está sujeito. 

E tu, como te defines?

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Photo by Charis Gegelman on Unsplash

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Sab | 01.02.20

Preparar um Casamento- A Lista de Convidados

Post n.º 2 da Série Casamento

Nala

E aí vai chegar mais um post sobre os preparativos do casamento e hoje falo-vos de um tema que me deu pano para mangas: A lista de convidados!

Preparar a lista de convidados foi, para mim, uma das tarefas mais desgastante da organização do meu casamento. 

Como vos falei no post sobre O Orçamento preferimos um casamento com menos convidados. As razões para isso foram monetárias mas não só: queriamos ter tempo para quem estava presente e queriamos que fosse um casamento que nos correspondesse tendo em conta que, apesar de termos bons amigos, não somos um casal com uma vida social muito preenchida. O facto de termos um casamento bilingue reforçou-nos ainda mais essa escolha, mesmo que não tenha sido das razões com mais peso. 

Da minha parte assisti a muitos casamentos com um grande número de convidados e sempre soube que não era isso que queria para mim. Por umas contas aproximativas que me apresentaram, e pelas experiências de casais amigos, um casamento com 150 a 200 convidados permite aos noivos apenas alguns segundos com cada pessoa presente. 

Se tinhamos muitas certezas, a verdade é que fazer uma lista de convidados nestas condições pode ser um verdadeiro desafio interior: em primeiro lugar porque os nossos pais e familiares terão muito orgulho em ter todas as suas pessoas queridas presentes e o fato de não as incluirmos vai deixá-los tristes e em segundo porque mesmo nós sentiamos que estavamos a classificar as pessoas como "de primeira" ou "de segunda". O resultado disto é que há quem esteja triste de não ser convidado, quem acabemos por nos arrepender de não ter convidado e quem não vêm e que foi convidado vai deixar-nos com uma péssima sensação de deslealdade. 

Se de um lado as sensações desagradáveis relacionadas com os convites foram imensas por outro lado olho para a minha lista de convidados e apercebo-me de que fazem parte dela os mais especiais e que vai ser forçosamente um dia maravilhoso. 

De um ponto de vista mais "logístico" aconselho-vos a fazer uma lista aproximativa dos vossos convidados antes de fazerem qualquer outra coisa e mesmo escolherem os possíveis locais para a cerimónia. Em primeiro porque existem Quintas com um número mínimo de convidados exigidos e também para escolherem as proporções da sala, ou da igreja, em função dessa lista para que não se torne nem muito grande, nem muito pequena. 

Admito que a lista de convidados é uma das principais razões pela qual digo que não voltaria a organizar um casamento. Para mim foi mesmo uma experiência muito difícil. 

No entanto, se não é esse o vosso caso: se estão muito conscientes de quem querem que esteja presente ou o número não vos assusta e quanto mais melhor esta lista pode ser mesmo muito divertida. Acho que depende mesmo de pessoa para pessoa...  

E para vocês a lista de convidados foi uma fonte de prazer ou de stress? Quantos convidados tinham ou contam ter no vosso casamento?

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Photo by Andreas Rønningen on Unsplash

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