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Crónicas da Cidade dos Leões

Um Blog que começou por ser um diário e que cresceu para algo mais. Por aqui os temas vão do desenvolvimento pessoal ao bem estar sempre com dicas e reflexões a propor. Sê bem vindo e se te agrada: segue! :)

Crónicas da Cidade dos Leões

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Sab | 11.01.20

Update sobre os preparativos do Casamento

Nala

O Casamento aproxima-se a passos largos e eu continuo a alternar entre as fases de calma e as fases de stress.

Por esta altura já muita coisa está feita: os convites feitos (e como esta parte foi dificil...), as confirmações a chegar a conta gotas, a ementa escolhida, a sala, a decoração, o vestido, o bouquet, as alianças...

Ainda faltam várias coisas "pequeninas" mas que estou certa ainda nos darão o que fazer. Especialmente a parte das mesas que me cheira a "berbicacho" dos grandes... 

Têm sido uma experiência agradável organizar o casamento, apesar das dificuldades ligadas à distância e a tudo ter de ser feito com "hora marcada". É giro imaginar, criar, escolher... dar a uma festa toda a tua alma e a tua visão da vida. 

Cada pormenor está pensado a nosso gosto e estamos convictos de que os presentes sentirão esse "espiríto" que tentamos dar à coisa... 

Mas é também cansativo e admito que, depois de um ano de preparativos, começo a ter vontade de passar a outra coisa. 

Mas entretanto vou aproveitando cada pormenor, cada pequena palavra e cada boa recordação que vão, de certeza, ficar desta fase tão especial!

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Photo by Marisa Morton on Unsplash

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Qui | 09.01.20

Sorte? Não só...

... houve esforço... e muito!

Nala

Temos o terrível vício de não valorizarmos o que fazemos. Eu a primeira! 

Já vos falei várias vezes disso (nomeadamente aqui) mas nunca tinha tomado tanto consciência desse facto como nestas férias. 

Durante os dias que passei em casa dos meus pais durante as férias aproveitei para fazer grandes arrumações e limpezas no que estava acumulado. Mudei bastante nesse aspecto mas falar-vos-ei disso numa outra ocasião.

No meio da papelada encontrei vários envelopes preparados com curriculos e cartas de motivação, assim como listas de locais onde fazer candidatura espontânea, e que datavam da época em que andei à procura do meu primeiro emprego. 

Numa altura em que encontrar trabalho na área não era nada fácil, com a agravante de que estavamos no ano 2011 e a crise estava instalada, sempre me considerei uma "sortuda" por ter sido das primeiras alunas da minha turma a começar a trabalhar. Quando me perguntavam como tinha  conseguido a minha resposta era sistemáticamente "tive sorte".

Não quero dizer com isto que não tive mesmo "sorte", o que quero dizer é que ajudei a criar "a minha própria sorte". Se podia não ter corrido bem: podia, com certeza.

Mas agora, e depois de observar todos estes "registos", acabei por me aperceber que eu ajudei a criar condições para atingir esse tão desejado emprego  e que o fiz de uma forma tão convicta que nem me lembrava do número de cartas de candidaturas e de curriculos entregues em mão que despachei na época. 

É curioso como tantas vezes nos esquecemos do "trabalho" e dos problemas que enfrentamos para atingir um determinado objetivo.

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Photo by Chris Liverani on Unsplash

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Ter | 07.01.20

Registos diários: Uma "Terapia"

Utilizar a escrita como auxiliar de desenvolvimento pessoal

Nala

Escrever é uma das minhas "terapias". Sempre a usei como uma ferramenta poderosa na hora de planificar, criar objetivos ou simplesmente priorizar. 

No entanto, desde há alguns tempos, tenho-a utilizado para uma coisa diferente: esvaziar a cabeça de preocupações e ver os acontecimentos de outra forma. 

O que faço? Tenho um caderninho onde todos os dias registos os acontecimentos bons e menos bons que aconteceram ao longo do dia. No fundo é muito parecido com os "diários" que tinhamos em criança. 

Esta prática, que se está a tornar quotidiana, ajuda-me a criar um distanciamento com as coisas que me causaram desconforto e ou mau estar e assim conseguir vê-las na sua "importância real" e perceber onde posso melhorar a minha forma de estar ou, pelo contrário, manter-me igual a mim mesma e simplesmente "não dar importância".

Se os meus pensamentos me levarem para esse lado crio uma espécie de lista de gratidão, mas não me obrigo a nada. Pretendo que este texto não tenha regras o que lhe permitirá, em minha opinião, ser mais eficaz.

Normalmente tento dedicar-me a esta tarefa durante cinco minutos, quando chego a casa depois do dia de trabalho pois é aí que sinto os maiores benefícios. Claro que dependendo das pessoas esta atividade também pode ser realizada de manhã ou antes de ir dormir. 

Faço-o constantemente em silêncio e, salvo raras excepções, dou-me cinco minutos para a levar a cabo. Tento sempre libertar os pensamentos e não julgo o que escrevo nem pela forma nem pelo conteúdo. 

Se ao início estava relutante e pouco confiante no sucesso de tal registo, a verdade é que sinto a diferença e as vantagens de ter colocado uma distância entre o "eu" e os meus pensamentos e preocupações. 

E vocês realizam este tipo de atividade? Já pensaram nisso?

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Photo by Hannah Olinger on Unsplash

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Sab | 04.01.20

O primeiro "sobrinho" de coração

Nala

O R. é a primeira criança do nosso grupo e o primeiro filho de uma amiga muito especial. 

É aquela criança a quem já ensinam a chamar-me "tia". E a quem, eu própria, sinto como se fosse mesmo "sobrinho" do coração.

A sua mãe foi uma das "minhas pessoas" na faculdade. Era a guerreira do grupo, a melhor aluna e uma rapariga com um sentido de justiça e lealdade incrível. Nunca a vi deixar de dizer aquilo que não lhe agradava ou de não intervir perante as injustiças que se faziam. 

Passamos momentos bons juntas, mas também alguns em que fomos o porto de abrigo uma da outra.

Até vivemos algumas injustiças com um estágio que deu mesmo para o torto e que a vi defender-se a ela e a nós com unhas e dentes. Estávamos no segundo ano de licenciatura e desde aí nunca nos separámos.

Guardo poucos amigos dessa altura apesar de ir falando com uns e com outros. Deste grupo, que era de seis ao início, ficámos três. Já há mais de 6 anos que assim é. 

Desde que comecei esta minha aventura em França vejo-as quase sempre que cá venho. Como se a distância nos obrigasse a encontrar o tempo de nos vermos mais vezes. 

A última vez que vi a sua mãe, o R. ainda estava dentro da barriga e demorei oito meses para o conhecer mas fiquei com o coração cheio e com uma espécie de melancolia boa. 

Aquela melancolia que sentimos quando percebemos que, apesar de todas adultas, continuamos a crescer e que o nosso coração é tão grande que lá dentro também cabem as pessoas das nossas pessoas. 

Que venham mais R. que ficaremos contentes de os ter!

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Photo by The Honest Company on Unsplash

 

 

Sex | 03.01.20

Pequenos Prazeres #9

Nala

Este blogue é uma imensa fonte de prazer. Não só pela possibilidade de partilhar e interagir com pessoas absolutamente geniais. 

Felizmente tenho recebido muito carinho desse lado. Quase todos os dias tenho uma palavra que me toca, me emociona ou me faz sorrir... e hoje foi este post do Micael Ferreira que me deixou com uma lagriminha no olho. 

Obrigado a todos vós por tornarem este espaço ainda mais especial!

hanny-naibaho-0YbeoQOX89k-unsplash.jpgPhoto by Hanny Naibaho on Unsplash

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Qui | 02.01.20

10 Coisas sobre Mim #Parte 2

Porque cheguei aos 100 subscritores! :D

Nala

Em meados de Outubro publiquei uma primeira versão deste post. Na altura fi-lo como forma de comemorar os primeiros 100 posts do blogue e ficou a promessa que, ao chegar aos 100 subscritores desvendaria mais 10 coisas sobre mim. 

E como o prometido é devido aqui vai! Preparados?

1- Tenho uma obsessão por fazer as coisas "pela ordem" e só consigo fazer uma coisa de cada vez. Por exemplo se tiver dois frascos de doce no frigorífico acabo primeiro com um antes de abrir o outro. Mesmo se gostar mais do segundo...

2- Nasci no campo e não parei enquanto não fui viver para a cidade. Agora começo a ter vontade de voltar ao campo e até sonho com uma casinha com lareira e tudo;

3- Sou muito paciente com uma pessoa se gostar dela. Se não gostar particularmente perco a paciência com facilidade; 

4- Se gostar de fazer uma coisa entro rapidamente num "flow" ascendente e faço tudo sem dar conta. Se não gostar... é o cabo dos trabalhos. 

5- Fui quase Professora de História, e depois psicóloga. Entretanto, como gostava  de ver jogos de futebol decidi-me pela fisioterapia. Tenho a salientar que as áreas do desporto e terapia manual não são de todo as minhas preferidas desde que me formei; 

6- As minhas flores preferidas são camélias e lembram-me a casa da minha avó paterna. Também gosto muito de rosas.

7- Sou louca por caramelo; 

8- Distraiu-me facilmente, especialmente se estiver preocupada ou se o assunto que se discute à minha frente não me interessar;

9- Tenho 3 dos meus 4 avós e sinto-me uma sortuda por isso;

10- Conduzo para qualquer lado mas detesto estacionar o carro. 

E aqui ficou mais um post "10 coisas sobre mim". Mais uma vez agradeço a vossa fidelidade e simpatia. Um grande bem hajam e ajudem-me a chegar aos 200 subcritores para a versão 3 deste post ahahah! 

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Photo by Leon Seierlein on Unsplash

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Qua | 01.01.20

Bem Vindo 2020!

Nala

A Mudança de Ano é sempre uma época marcante: estabelecemos novos objetivos, fazemos balanços e sentimo-nos com energia para fazer tudo e mais alguma coisa. 

Espero que este ano vos traga novos sonhos e novas conquistas. Novas forças e novas oportunidades. Muitas vitórias e algumas aprendizagens. 

Que este ano seja perfeito e feliz na sua imperfeição e que daqui a um ano estejamos aqui a fazer um balanço muito positivo de tudo o que fizemos em 2020!

Sejam felizes e Feliz Ano Novo!

chinh-le-duc-S9XD0IZ6iZA-unsplash.jpgPhoto by Chinh Le Duc on Unsplash

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